13 de julho de 2020

13/07 – o novo ministro e a educação ‘com dor’, a herança de Weintraub no CNE, aprovação automática ou reforço? E mais.

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Milton Ribeiro, professor e pastor presbiteriano de Santos, será o novo ministro da Educação. Segundo fonte o Mackenzie, onde foi reitor, Ribeiro como ministro será “encrenca”. Leia tudo aqui:    https://bit.ly/2Og1Ts1

 

 

Escolhido para assumir o MEC, Ribeiro defendeu educar crianças pela ‘dor
Folha de S. Paulo; 12/07
https://bit.ly/38OTGEH

O pastor e professor universitário Milton Ribeiro, escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como novo ministro da Educação, já defendeu educar crianças com “dor”.

“A correção é necessária para a cura. Não vai ser obtido por meios justos e métodos suaves. Talvez uma porcentagem aí muito pequena de criança precoce, superdotada, é que vai entender o seu argumento. Deve haver rigor, severidade. E vou dar um passo a mais, talvez algumas mães até fiquem com raiva de mim: deve sentir dor”, afirmou Ribeiro em vídeo que circula nas redes sociais.

Artigo: ‘Bate e assopra no MEC? Essa conversa não cola.’
Fepesp; 11/07
https://bit.ly/2C0wgQF

Por Luiz Carlos de Freitas, no site da Fepesp: “Boa sorte aos que resolverem fazer um pacto “pelo bem da educação brasileira” e caminhar sobre o terreno minado do MEC. Mas cuidado, a “vara da disciplina” pode estar atrás da porta”.

 

Novas universidades ensinam ‘sexo sem limites’, disse ministro da Educação em 2018
Estadão; 12/07
https://bit.ly/3gUQVnU

O novo ministro da Educação, o advogado e pastor presbiteriano Milton Ribeiro, afirmou em 2018 que a linha existencialista de pensamento é ensinada nas universidades e incentiva uma “prática totalmente sem limites do sexo”. Um vídeo mostra Ribeiro falando à comunidade evangélica sobre o assunto durante culto.

“Para contribuir ainda mais em termos negativos para uma prática totalmente sem limites do sexo veio a questão filosófica do existencialismo, em que o momento é que importa. Não importa se é A, B, se é homem ou se é mulher, se é esse, se é aquele, se é velho, se é novo. Não interessa. O que interessa é aquele momento”, declarou na gravação. Ribeiro acrescenta que “é isso que eles estão ensinando para os nossos filhos na universidade”.

 

Congresso quer ouvir novo ministro da Educação sobre declarações polêmicas
Congresso em Foco; 12/07
https://bit.ly/3iVAd9T

As declarações do novo ministro da Educação, o pastor presbiteriano Milton Ribeiro, sobre crianças, mulheres e sexualidade, que ganharam as redes desde ontem, repercutiram mal no Congresso entre parlamentares ligados à área educacional. Deputados querem saber se ele levará para o ministério posições que expressou até recentemente nos púlpitos religiosos.

A Frente Parlamentar Mista da Educação e a Comissão de Educação da Câmara querem ouvir esclarecimentos do ministro a respeito dessas posições e seus planos para a pasta. Os dois grupos pretendem fazer o convite na próxima semana.

 

A herança de Weintraub na Educação: Bolsonaro nomeia olavistas e conservadores ao CNE
Brasil de Fato; 12/07
https://bit.ly/3fsy0ki

Seguindo indicações feitas pelo ex-ministro da Educação Abraham Weintraub, que deixou o cargo há menos de um mês, o presidente Jair Bolsonaro nomeou os novos integrantes do Conselho Nacional de Educação (CNE) nesta sexta-feira (10).

As nomeações incluem perfis conservadores que agradaram a ala ideológica que apoia e compõe o governo. Entre eles, Tiago Tondinelli, aluno de Olavo de Carvalho e ex-chefe de gabinete do ex-ministro Ricardo Vélez Rodriguez, que antecedeu Weintraub na pasta, e o também olavista Gabriel Giannattasio, doutor em história e pesquisador da diversidade ideológica nas universidades.

A professora Amabile Aparecida Pacios de Andrade, ligada ao setor de educação privado e vice-presidente da Federação Nacional de Escolas Particulares, também passou a integrar o CNE.

Fernando Capovilla, defensor do método fônico de alfabetização e alinhado ao bolsonarista Carlos Nadalim, secretário de Alfabetização do MEC, está entre os indicados.

O dono da universidade Unicesumar, Wilson de Matos SIlva e José Barroso Filho, ministro do Superior Tribunal Militar, também foram escolhidos por Weintraub e chancelados por Bolsonaro.

Entre as sugestões do ex-ministro, está ainda Valseni José Pereira Braga, diretor-geral do Sistema Batista de Educação e também Presidente da Associação Nacional de Escolas Batistas (Aneb). Ao total, 11 novos conselheiros foram nomeados.

 

Opinião: ‘Sai Weintraub, entra Mendonça’
Folha de S. Paulo; 12/07
https://bit.ly/32baZye

Por Elio Gaspari: “Com a saída de Abraham Weintraub do Ministério da Educação, o doutor André Mendonça atropelou por fora e ultrapassou Ricardo Salles, tomando a dianteira para a condição de ministro com a maior carga folclórica.

Depois de avançar sobre o chargista Aroeira e o repórter Ricardo Noblat, o ministro da Justiça requisitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito contra o colunista Hélio Schwartsman por ter escrito o artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra”.

 

 

RÁDIO BARUK FM.COM_FALANDO DE GENTE_VOLTA AS AULAS_PROF AILTON_08/07/20
Radio Baruk FM; 08/07
https://bit.ly/307VUuD

Ailton Fernandes, diretor do Sinpro SP e da executiva da Fepesp, em entrevista sobre as propostas de volta às aulas, a acolhida de professores e alunos em um ambiente seguro – em podcast da rádio Baruk FM online.

 

 


Sindicato vê corte de custos ‘exagerado’ em demissões nas faculdades de SP: ‘Um só dá aula para 150 alunos online’
G1; 10/07
https://glo.bo/309ldws

Muitas carreiras de professores universitários têm sido interrompidas por causa de uma onda de demissões. Algumas instituições já demitiram mais de 30% de professores. Uma das justificativas para os desligamentos é a crise provocada pela pandemia, que se reflete também nos boletos pagos pelos alunos.

Mas para o Sindicato dos Professores de São Paulo, o motivo não é só a inadimplência e a evasão. O diretor Celso Napolitano diz que percebe que está havendo sim uma redução de custos “exagerada”.

“Em função das novas tecnologias as instituições estão rompendo barreiras físicas e estão concentrando um número muito grande de estudantes em uma mesma sala virtual. Assim pode demitir 4 professores e manter 1 com a responsabilidade de ministrar aulas para 150 alunos em uma plataforma virtual que é um verdadeiro absurdo”, afirma.

 

Colégios particulares de SP descartam aprovação automática e dão reforço
Estadão; 12/07
https://bit.ly/38Rl30D

Colégios particulares de São Paulo e professores se dividem sobre o tema. Se, por um lado, entendem que a reprovação deve ser uma medida extrema, mesmo antes da pandemia, por outro temem que um discurso de aprovação automática na escola acabe desestimulando os alunos que estão engajados nos estudos. Para os que não conseguiram se adaptar ao formato das aulas a distância, os colégios têm preparado plantões de dúvida, reforço e até mentoria entre alunos.

 

 

País passa de 1,8 milhão de casos, com mais de mil mortes por dia mesmo com subnotificação
Rede Brasil Atual; 11/07
https://bit.ly/2ATXwQl

Sem rigor com isolamento e com subnotificação, Brasil tem média de 7 mil mortes por semana e está a poucos dias de superar de 2 milhões de casos.

 

 

Quarentena e uso de máscara reduziram em 15% o contágio da COVID-19 em SP no início da epidemia
Agência Fapesp; 11/07
https://bit.ly/2Zo6gaM

O isolamento social combinado com o uso de máscaras de proteção facial diminuíram em 15% o contágio do vírus SARS-CoV-2 em São Paulo e 25% em Brasília no início da epidemia de COVID-19 no país.

As constatações foram feitas por pesquisadores vinculados ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI) em um estudo publicado na plataforma medRxiv, ainda sem revisão por pares.

Sediado no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP), campus de São Carlos, o CeMEAI é um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.

“Verificamos que a decretação de quarentena pelos estados combinada com a recomendação do uso de máscara pelo governo federal foram medidas de saúde pública eficazes, que contribuíram para a diminuição da transmissão do vírus na fase inicial da epidemia de COVID-19 no país, em que as taxas de contágio cresciam exponencialmente”, disse à Agência FAPESP Zhao Liang, professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão (FFCLRP) da Universidade de São Paulo (USP) e um dos autores do estudo.

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