28 de janeiro de 2019| , , , , ,

Movimento quer ir à Justiça contra homeschooling / Creches no país: número de vagas e demanda / ‘Ideia de universidade para todos não existe’, diz ministro da Educação / Resultado do Sisu será divulgado hoje / Kroton dispara 5% na Bolsa / O cenário da mineração no Brasil pós-tragédia / Reforma Trabalhista limita indenização às vítimas de Brumadinho.

 

Confira no facebook da Federação esta e outras: http://bit.ly/2Rk39JF

 

Movimento ligado à educação pretende ir à Justiça
contra ensino domiciliar

Folha de S. Paulo; 28/01
http://bit.ly/2CRDqD9

O movimento Campanha Nacional pelo Direito à Educação avisa que irá ao Supremo se o governo decidir mesmo liberar, por medida provisória, o ensino domiciliar no Brasil. A entidade já busca apoio de partidos para acionar a Justiça.

 

Como o Brasil tem ampliado vagas em creches, segundo este estudo
Jornal Nexo; 25/01
http://bit.ly/2sSz9uM

Metade das crianças brasileiras com até três anos de idade deverão ter sua vaga garantida nas creches até 2024. A meta é a primeira das 20 traçadas pelo PNE (Plano Nacional de Educação), documento que determina as diretrizes para a política educacional no país por um período de dez anos e que foi sancionado em 2014. Mas, para alcançá-la, o país teria de gerar, nessa década de vigência do plano, nada menos do que 4,5 milhões de vagas.

 

‘Até mesmo o presidente deve seguir protocolo para ter acesso ao Enem’,
diz ex-chefe de segurança

Estadão; 24/01
http://bit.ly/2FU1TMb

Metade das crianças brasileiras com até três anos de idade deverão ter sua vaga garantida nas creches até 2024. A meta é a primeira das 20 traçadas pelo PNE (Plano Nacional de Educação), documento que determina as diretrizes para a política educacional no país por um período de dez anos e que foi sancionado em 2014. Mas, para alcançá-la, o país teria de gerar, nessa década de vigência do plano, nada menos do que 4,5 milhões de vagas.


Artigo | Testes com voucher e charter
podem afastar o ensino da pasmaceira

Folha de S. Paulo; 28/01
http://bit.ly/2CQVgpI

Que tal o governo oferecer aos pais duas opções para matricularem as crianças na escola? Poderiam escolher entre uma instituição pública e uma particular. Neste caso, o Estado pagaria a mensalidade do aluno com o dinheiro que deixou de gastar com ele na rede oficial. A ideia de conceder um vale, ou voucher, para o ensino seduz parte dos liberais brasileiros e agora tem um patrocinador poderoso no Ministério da Economia, Paulo Guedes.

 

 

‘Ideia de universidade para todos não existe’, diz ministro da Educação
Valor Econômico; 28/01
http://bit.ly/2Hwj5c6

O Ministério da Educação (MEC) estuda alterar pontos da reforma do ensino médio aprovada durante o mandato de Michel Temer. Mas a proximidade com o ensino técnico, um dos pilares das mudanças propostas pelo ex-presidente, deve ser mantida e é defendida pela atual gestão para inserir os jovens mais rapidamente no mercado de trabalho. “A ideia de universidade para todos não existe”, afirma Ricardo Vélez Rodríguez, ministro da Educação.

 

Resultado do Sisu será divulgado nesta segunda-feira
Estadão; 28/01
http://bit.ly/2ThcX91

O resultado das inscrições efetuadas por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para universidades de todo o País será divulgado nesta segunda-feira, 28. Do dia 22 ao dia 27 de janeiro, o sistema permitiu que estudantes escolhessem até duas opções de cursos se candidatando com uso da nota obtida no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesta segunda, os alunos saberão se foram ou não aprovados a partir dessas escolhas.


Kroton dispara 5% na Bolsa com cenário otimista para 2019

Exame; 23/01
https://abr.ai/2G6Q9Fh

As ações da Kroton, empresa privada do setor de educação, registravam forte valorização na tarde desta quarta-feira. Por volta das 15h, os papéis subiam 5,35%, sendo negociados na casa dos R$ 10. Em apresentação para analistas e investidores, a companhia estimou que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) deve crescer entre 1% e 5% este ano. Já o lucro líquido deve ficar estável.

 

Nova regra do MEC permite que empresa ofereça
cursos de pós-graduação

Folha de S. Paulo; 27/01
http://bit.ly/2DDyun9

O mercado de pós-graduações lato sensu no Brasil deve crescer durante os próximos anos. Isso é por que em 6 de abril de 2018, o MEC (Ministério da Educação) editou uma resolução que permite que empresas e institutos, públicos ou privados, pleiteiem junto à pasta o direito de ministrar especializações no país. Até então, esses cursos eram restritos a instituições de ensino que também oferecessem graduação e pós-graduação stricto sensu, além de escolas do governo.

 

 

Contratos anteriores à reforma trabalhista
devem ser rescindidos com sindicato

Conjur; 27/01
http://bit.ly/2S4fE0z

A 1ª Seção de Dissídios Individuais do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região manteve decisão liminar que determina que as rescisões contratuais de bancários do Itaú admitidos antes de 11 de novembro de 2017, quando entrou em vigor a reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), devem ser homologadas no sindicato da categoria. A decisão foi proferida em uma ação civil pública ajuizada pelo Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região. A entidade informou que o banco, desde janeiro de 2018, vinha realizando a rescisão do contrato de trabalho dos seus empregados sem a assistência sindical.

 

A Previdência é de todos nós
Agência Sindical; 28/01
http://bit.ly/2WlTuWV

Na última quinta (24), a Previdência Social completou 96 anos. Em vídeo institucional, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) mostra como ela está entranhada em todos os rincões do Brasil, levando benefícios a mais de 34 milhões de aposentados e pensionistas. Longa vida à nossa Previdência pública.

 

 


Mineração terá de se reinventar no Brasil, afirmam especialistas
Valor Econômico; 28/01
http://bit.ly/2RlGEUE

A mineração brasileira vai precisar se reinventar depois da tragédia com a barragem da Vale em Brumadinho (MG). Essa ampla revisão do setor terá que passar, em primeiro lugar, pelas próprias mineradoras e exigirá fazer um “recall” das barragens com alteamento a montante, tecnologia de construção empregada tanto na barragem de Fundão, em Mariana (MG, que rompeu em 2015, como no reservatório I da mina de Feijão, da Vale, que cedeu na sexta-feira provocando uma nova tragédia humana e ambiental no país.


Um novo rompimento de barragem era questão de tempo, 
afirma pesquisador
Folha de S. Paulo; 28/01
http://bit.ly/2FSCmmC

Mariana anunciou Brumadinho ainda em 2015, segundo o doutor em política ambiental da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Bruno Milanez. “A gente não discutia se haveria outros rompimentos, mas quando eles aconteceriam.” Para ele, a visão de mundo do setor mineral impediu que os alertas da academia e do Ministério Público fossem levados a sério. “Eles acreditam que barragens são seguras, de verdade. Se não acreditassem nisso, não colocariam o refeitório da mineradora embaixo de uma.”

 

Reforma Trabalhista limita indenização a vítimas da tragédia a 50 salários
Blog do Sakamoto; 27/01
http://bit.ly/2COBqLZ

Por conta de uma mudança aprovada na Reforma Trabalhista, a indenização por danos morais aos trabalhadores vítimas do rompimento da barragem da Vale, em Brumadinho (MG), está limitada a 50 vezes o salário que recebiam atualmente. A regra, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo ex-presidente Michel Temer, passou a valer em novembro de 2017. Antes, a indenização por dano moral poderia ser maior.

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