27 de novembro de 2018| , , , ,

Entidades de educação cobram STF / Manual contra censura escolar / Ações de Professores contra ‘Escola sem Partido’ / Kroton e a terceirização em escolas / Conheça as ideias conservadores de Ricardo Vélez Rodríguez / Futuro ministro da Educação recebe “benção” da bancada evangélica / Inteligência artificial e educação

TV FEPESP: A Rede de Proteção ao Professor

Federação e Sindicatos integrantes mostram que o professor não está só. Assista agora, compartilhe: http://bit.ly/2Qma098

 

 

Entidades da educação cobram STF e
lançam manual contra censura escolar
(Folha de S.Paulo; 27/11)
http://bit.ly/2zrweN0

Em resposta ao avanço de ataques contra educadores por partidários do movimento Escola sem Partido, religiosos e conservadores, um grupo de entidades ligadas à educação e aos direitos humanos criou um manual de defesa contra perseguições de docentes e contra a censura nas escolas. O material traz estratégias pedagógicas e jurídicas para atuação em diferentes casos de ataques, bem como desenha as premissas legais e pedagógicas que resguardam o trabalho dos professores. O conteúdo pode ser acessado pelo endereço www.manualdedefesadasescolas.org.

Escola Sem Partido: conheça iniciativas de proteção para professores
(Nova Escola; 14/11)
http://bit.ly/2BBDeZn

No estado de São Paulo, o Instituto Vladimir Herzog e a Fepesp se unem para receber denúncias e dar suporte a professores que se sintam ameaçados em sua liberdade de cátedra.

Na primeira semana de novembro, uma parceria entre a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) e o Instituto Vladimir Herzog, instituição que luta pelos valores da democracia, direitos humanos e liberdade de expressão, criou um canal de auxílio para os docentes do estado paulista. “O professor que se sentir atingido explícita ou implicitamente deve se dirigir à federação”, aconselha Celso Napolitano, presidente da Fepesp, em entrevista à TV Fepesp. “Nós estaremos disponíveis para dar toda cobertura possível e atender denúncias”.

Deputado de MS apresenta projeto para combater “Escola sem Partido”
(Campo Grande News; 26/11)
http://bit.ly/2QnD4gr

Diante da polêmica e do debate sobre programa “Escola sem Partido”, o deputado Dagoberto Nogueira (PDT) apresentou na Câmara Federal, um projeto que bate de frente contra esta proposta, ao garantir por meio de lei “livre manifestação” de pensamento e opiniões aos alunos e professores, dentro das salas de aula. O projeto do pedetista proíbe o “cerceamento de opiniões”, seja por meio de violência, ameaça ou qualquer pressão sobre estes profissionais. Levando o nome de “Política Nacional de Liberdade para Aprender e Ensinar”, a matéria deve “esquentar” a polêmica sobre o assunto, que está gerando discussões acirradas no Congresso Nacional.

Professores defendem revogação da PEC 95
e rechaçam “Escola sem Partido” durante a Conae
(Revista Fórum; 26/11)
http://bit.ly/2S9LF3m

Aproximadamente 1.500 professores e profissionais do setor de inúmeros estados do Brasil defenderam a revogação imediata da Emenda Constitucional (EC) 95, a que institui o Teto de Gastos. O texto, definindo objetivos e recomendações para a educação no Brasil, foi produzido na 3ª Conferência Nacional de Educação (Conae), de acordo com informações da RBA. No texto, os educadores ressaltaram a necessidade da inclusão social com foco nas minorias e, ao final da conferência, protestaram contra o Projeto de Lei (PL) 7180/2014 que trata da “Escola sem Partido”, a chamada Lei da Mordaça, que tramita na Câmara dos Deputados e pode ser votada nesta semana em comissão.

 

 

Após compra da Somos Educação, Kroton quer
ofertar terceirização de gestão para escolas
(Folha de S. Paulo; 26/11)
http://bit.ly/2DPHGoG

A Kroton, maior grupo educacional do Brasil, espera crescer oferecendo serviços para o setor de ensino básico após a aquisição da Somos Educação.

Entre os planos da companhia está levar gestão para escolas, assumindo funções como contabilidade, recursos humanos, administração financeira e marketing.

A aquisição, por R$ 4,6 bilhões, foi anunciada em abril e concluída em outubro. Além de escolas, a Somos era dona do sistema Anglo e das editoras Ática, Scipione e Saraiva.

 

Este é o futuro ministro da Educação. E estas são suas ideias
(Jornal Nexo; 23/11)
http://bit.ly/2PYYbX4

Professor de filosofia, Ricardo Vélez Rodríguez é alinhado ao pensamento de extrema direita de Bolsonaro, defensor da Escola sem Partido e admirador da ditadura militar brasileira

As ideias defendidas na campanha eleitoral se refletiram na definição do futuro ministro da Educação do governo Jair Bolsonaro. Após o veto da bancada evangélica ao diretor do Instituto Ayrton Senna Mozart Neves Ramos, o presidente eleito anunciou Ricardo Vélez Rodríguez como titular do MEC, na noite de quinta-feira (22). O vetado Ramos, ex-reitor da Universidade Federal de Pernambuco e ex-secretário de Educação do estado, tem perfil moderado e não tinha manifestações públicas em defesa de projetos que marcaram a campanha de Bolsonaro, como o Escola sem Partido.


Bolsonaro: “Ministro da Educação atende
a “princípios” da bancada evangélica”
(Notícias UOL; 24/11)
http://bit.ly/2Shmf48

O futuro presidente, eleito com apoio de deputados evangélicos, declarou ainda que reconhece o “valor” do grupo parlamentar, que reúne cerca de 200 políticos. Bolsonaro também disse não se incomodar com as críticas feitas a Rodríguez, que é professor de filosofia e crítico do que chamou em textos de sua autoria de “ideologia marxista”.

Fontes próximas ao presidente eleito haviam confirmado que o indicado para o ministério seria Mozart Neves Ramos, atualmente na direção do Instituto Ayrton Senna. A indicação, porém, desagradou a bancada evangélica.

 

Contra debate na escola, futuro ministro da Educação diz:
“Quem define gênero é a natureza”
(Revista Fórum; 26/11)
http://bit.ly/2zsVC5f

O colombiano Ricardo Vélez Rodriguez, futuro ministro da Educação, indicação do “guru” da família Bolsonaro Olavo de Carvalho, declarou que “quem define gênero é a natureza”. Ele usou a afirmação para justificar a razão de sua discordância da discussão de gênero nas escolas.

Rodríguez atendeu à imprensa no início da noite desta segunda-feira (26), durante uma recepção em homenagem a ele, na universidade particular em Londrina, no norte do Paraná, cidade onde mora e trabalha, de acordo com informações do G1.

 

 

Ninguém vai impedir Bolsonaro de ver o Enem antes,
diz futuro ministro da Educação
(Folha de S.Paulo; 26/11)
http://bit.ly/2TMQ79U

O futuro ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, afirmou nesta segunda (26), em Londrina (PR), que dará aval para a consulta prévia das provas do Enem pelo presidente eleito Jair Bolsonaro caso seja o desejo dele. “Se o presidente se interessar, ninguém vai impedir. Ótimo que o presidente se interesse pela qualidade das nossas provas”.

Vélez referiu-se à afirmação do presidente eleito, após a primeira prova deste ano, que “vai tomar conhecimento da prova antes” da realização do Enem pelos estudantes, o que confronta critérios técnicos e de segurança do exame.

 

Faculdades do país recebem cada vez mais alunos acima dos 50 anos
(Folha de S.Paulo; 27/11)
http://bit.ly/2KzjlVy

Universidade não é lugar só para jovens, mas também para a turma dos cinquentões para cima. Em 2017, 73.048 alunos com 50 anos ou mais ingressaram no primeiro ano do ensino superior no país, dos quais, 62% optaram pelo ensino a distância, modalidade que tem despertado interesse dos estudantes nos últimos anos.

O levantamento é do Quero Bolsa, plataforma na internet para inclusão de estudantes no ensino superior. A empresa se baseou no Censo de Educação Superior 2017, realizado anualmente pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão ligado ao Ministério da Educação, e divulgado recentemente.

 

 

Manifesto contra a nomeação de Ricardo Vélez Rodríguez para o MEC
(Sinpro ABC; 26/11)
http://bit.ly/2P56Ul4

Os/as professores/as e técnicos/as administrativos reunidos no XX Conselho Sindical da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino — Contee, realizado, em Brasília, de 22 a 24 de novembro de 2018, manifestam seu repúdio à nomeação de Ricardo Vélez Rodríguez para o Ministério da Educação e a entrega da pasta ao conservadorismo e reacionarismo obscurantista representada pelo professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

Apesar de filósofo e professor universitário aposentado em uma instituição pública, o nomeado de Bolsonaro parece, num contrassenso, desconhecer dois fundamentos básicos: a importância do pensamento livre e crítico — do qual a filosofia é símbolo há milênios — e o papel da educação na construção da cidadania, do qual a universidade pública é um exemplo. Pelo contrário, é o representante de um discurso perigoso e hidrófobo, que, entre outros absurdos, exalta o golpe de 1964, acusa o magistério de “doutrinação marxista” e vocifera contra uma suposta “ideologia de gênero”, opondo-se frontalmente à concepção de uma educação plural, reflexiva, inclusiva e voltada para o combate a todos os tipos de discriminação.

 

Sinpro Campinas: Conheça nosso departamento jurídico
(Sinpro Campinas; 23/11)
http://bit.ly/2AqOWUN

O departamento jurídico do Sindicato dos Professores de Campinas e região é estruturado para defender os direitos da categoria e auxiliá-la.

A assistência jurídica é prestada desde questões pessoais, com respostas à dúvidas trabalhistas, notificação aos empregadores que procedam em desacordo com a legislação, realização as ações individuais até processos coletivos, que resolvem problemas trabalhistas e buscam as devidas indenizações para o grupo de trabalhadores prejudicados.

 

Ministério do Trabalho completa 88 anos
sem perspectivas e ameaçado de extinção
(Agência Sindical; 26/11)
http://bit.ly/2BBx7o5

O Ministério do Trabalho e Emprego, criado por Getúlio Vargas, completa 88 anos nesta segunda (26). Mais uma vez, “o ministério da Revolução de 30”, chamado assim pelo seu primeiro titular Lindolfo Collor, sofre ameaça de extinção. Jair Bolsonaro, presidente eleito, chegou a anunciar seu fim, mas, ante a forte reação do sindicalismo, recuou, sem indicar qual será o papel.

A Agência Sindical tem repercutido as posições pró-continuidade do ministério, que, além de buscar o equilíbrio nas relações capital-trabalho, exerce papel efetivo no combate a acidentes, doenças ocupacionais e também na erradicação do trabalho escravo.

 

 

Artigo | Inteligência artificial, China e educação
(Folha de S.Paulo; 26/11)
http://bit.ly/2Qp2Uk2

Por Ronaldo Lemos: Compreender inteligência artificial é obrigatório para pensar a educação.Em 2017, um adolescente chinês de 19 anos chamado Ke Jie enfrentou um dos programas de computador mais engenhosos já concebidos, o AlphaGo, desenvolvido pelo Google.

O campo de batalha foi o jogo chamado Go. Inventado na Ásia há mais de 2.500 anos, joga-se em um tabuleiro quadriculado. As peças são dispostas para cercar e com isso capturar as pedras do adversário. No entanto, em uma tarde de maio daquele ano, ele foi não só derrotado mas obliterado pelo computador do Google. Em três longas partidas de mais de três horas cada uma, Ke tentou de tudo. Foi agressivo, analítico, defensivo e imprevisível. Nada funcionou. O jovem não teve nenhuma chance.

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