Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 25 de setembro de 2022

22 de abril de 2019

22/04 – Sigilo sobre a reforma: o que eles estão escondendo? MEC barganha credenciamento de universidades, mais críticas ao homeschooling, e mais.

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TV Fepesp – assista o programa da semana aqui:
https://youtu.be/K9HUZZj8934

 

 

 

O QUE ELES ESTÃO ESCONDENDO?

 

Governo decreta sigilo sobre estudos 
que embasam reforma da Previdência
Folha de S. Paulo; 21/04
http://bit.ly/2XvFg5j

O Ministério da Economia decretou sigilo sobre estudos e pareceres técnicos que embasaram a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Previdência. Assim, não é possível ao cidadão comum, afetado diretamente pelas mudanças em pensões e aposentadorias, ter acesso a argumentos, estatísticas, dados econômicos e sociais que sustentam o texto em tramitação.

 


Sigilo em estudos sobre reforma da Previdência 
é criticado por aliados e oposição
Folha de S. Paulo; 21/04
http://bit.ly/2DsNcg7

A decretação de sigilo sobre estudos e pareceres técnicos que embasaram a proposta da reforma da Previdência foi criticada tanto por parlamentares de oposição como aliados do Palácio do Planalto. Neste domingo (21), a Folha revelou que o Ministério da Economia classificou com nível de acesso restrito argumentos, estatísticas, dados econômicos e sociais que sustentam o texto em tramitação no Legislativo.

 

Trabalhadores em Educação convocam para 
Dia da Greve Nacional contra reforma da Previdência
Revista Fórum; 20/04
http://bit.ly/2vh3BQw

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e outras entidades nacionais do setor estão convocando a população para o Dia da Greve Nacional da Educação, contra a reforma da Previdência, marcado para 15 de maio. O movimento conta com o apoio das centrais sindicais.

 

 

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MEC acelerou credenciamento de 
novas universidades em 70% neste ano
Estadão; 22/04
http://bit.ly/2GBd1g0

O Ministério da Educação (MEC) promoveu um “mutirão” nos primeiros meses do ano para acelerar a abertura de novas universidades no País. Pedidos de credenciamento que estavam parados havia anos na pasta foram liberados para análise do Conselho Nacional de Educação (CNE). Com a troca de ministro, a secretaria responsável pelas autorizações – que tem alto poder de barganha e prestígio político – agora é disputada entre alas do governo e ainda está sem chefe.

 

Entidades de educação superior 
processam conselhos que vetam EAD
Folha de S. Paulo; 19/04
http://bit.ly/2XyOzBs

O Semesp (entidade das instituições de ensino superior de São Paulo) e a Abed (de ensino a distância) acionaram na Justiça três dos conselhos profissionais que aprovaram, em março, resoluções que impediam que egressos de graduações feitas a distância pudessem conseguir o registro. Os processos foram movidos contra o CAU-BR (de arquitetura e urbanismo), o CFO (de odontologia) e o CFMV (de medicina veterinária) e somam-se às ações judiciais da Abmes (associação das mantenedoras), já em andamento.

 


Associações de Docentes lançam Observatório do Conhecimento
Jornal da Ciência; 18/04
http://bit.ly/2KScn1O

No combate à desinformação crescente sobre a atuação das universidades públicas brasileiras, dez associações docentes uniram-se para abrir um canal de diálogo direto com o parlamento. Batizada de Observatório do Conhecimento, a estratégia de ação política foi lançada na Câmara dos Deputados na última terça-feira, 16, e contou com a presença de políticos engajados na defesa da educação pública, de instituições públicas ligadas à pesquisa científica e entidades representativas da comunidade acadêmica.

 

 

A educação privada está se expandindo 
em novos mercados e novas formas
Estadão; 21/04
http://bit.ly/2Zqv1RH

Agora o setor privado passa por um ressurgimento. A matrícula em escolas privadas aumentou globalmente nos últimos 15 anos, de 10% para 17% no nível primário e de 19% para 27% no secundário; os aumentos estão acontecendo não só no mundo rico como nos países de renda baixa e média. E as pessoas estão investindo mais em educação.


CENPEC lança nota técnica contra educação domiciliar
CENPEC; 18/04
http://bit.ly/2KT2HnE

Em nota técnica divulgada nesta quinta-feira (18/04), o CENPEC – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária se posiciona de forma contrária ao PL 2401/2019 e pede aos parlamentares que não aprovem o projeto. O documento aponta uma série de razões para não recomendar a aprovação. Entre elas, as de que o fato de que o PL não determina como será fiscalizado o cumprimento dos dias letivos, ignora que a educação seja uma política pública complexa e é omisso quanto aos custos e atribuições da implantação do homeschooling.

 

Renato Janine Ribeiro aponta os problemas da educação domiciliar
Jornal da USP; 17/04
http://bit.ly/2XACv2z

A educação domiciliar, que em inglês denomina-se homeschooling, tem causado muito maior celeuma do que os números apontam. “Uma sociedade que tem cerca de 40 milhões de estudantes na educação básica, entre 5 e 7 mil famílias praticando esse tipo de educação é um número muito pequeno”, esclarece o professor Renato Janine Ribeiro. Janine afirma que todos nós nascemos em um meio pequeno, fechado, que é a família. “Esse meio é muito importante para nos dar força psicológica, nos fortalecer e nos sentirmos amados. Também vivemos em um mundo muito maior do que nossa família, onde as pessoas são muito diferentes e o mundo requer esse conhecimento.”

 


“Não dá pra ter ministro da Educação que 
nunca pisou em escola pública”
Carta Capital; 18/04
http://bit.ly/2VWzBEV

A nomeação mais recente do Ministério da Educação alçou ao cargo de presidente do Inep o delegado de Polícia Federal Elmer Coelho Vicenzi. Mais um na equipe de não educadores designada para a pasta, capitaneada pelo economista Abraham Weintraub, nome anteriormente ligado à Casa Civil onde atuou como secretário executivo, e às figuras de Ônix Lorenzoni e Paulo Guedes. Longe de ser ao acaso, o arranjo dá corpo a uma das principais estratégias governamentais, segundo análise do coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara: “A privatização da educação como parte de uma política ultraliberal”.

 

“O que está em disputa é a função social da escola”
Carta Educação; 18/04
http://bit.ly/2Xx0AaH

Edneia Gonçalves e Denise Carreira, coordenadoras da Ação Educativa, analisam os principais fatos da educação nos 100 dias de governo Bolsonaro. “A escola não é só um prédio com parede e teto. É um ponto de encontro, de construção de conhecimento. É um espaço em que se articulam os diferentes grupos e possibilidades de se construir algo comum a partir das culturas, das pessoas e do território”, sustenta Edneia Gonçalves.

 

 

Por que há uma grave ameaça de apagão estatístico no Brasil
Jornal Nexo; 21/04
http://bit.ly/2IOEk82

Declarações do governo federal que indicam redução de questionários do Censo Demográfico de 2020 representam retrocesso. E impactam diretamente a formulação e implementação de políticas públicas cruciais no país.

 

O drama dos professores brasileiros
Isto É; 18/04
http://bit.ly/2IO21gO

Se existe uma profissão desprestigiada hoje no Brasil é a de professor. Não se trata exatamente de um problema atual, mas de uma situação que se arrasta e não se resolve. Passam-se os anos e nada é feito para valorizar os profissionais do ensino. Além de sofrerem frequentes humilhações e violências em sala de aula, serem acusados, em tempos recentes, de doutrinação ideológica, ainda têm de conviver com uma baixa remuneração, que não corresponde à importância de seu trabalho. A hora aula de um professor da rede pública estadual de São Paulo, que está próxima da média nacional, atualmente gira em torno de 12 reais. Se der 40 horas aula por semana, 8 horas por dia, um professor iniciante concursado vai ter rendimentos de cerca de R$ 2,4 mil. O salário médio dos professores não é muito diferente do obtido, por exemplo, por uma empregada diarista, que, em São Paulo, cobra, em média, R$ 100 reais por dia. E está abaixo do piso salarial de um garçom, cuja remuneração base é de R$ 2,8 mil.

 

EUA: A geração millennial renova os sindicatos
Outras Palavras; 18/04
http://bit.ly/2GAy2HN

Sindicalismo dá mostras de vitalidade no centro do sistema. Jovens que ficaram de fora do “sonho de consumo” impulsionam onda de protestos e greves, desde 2018. Eles já não querem apenas salários melhores — querem voz na política.

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