Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de junho de 2022

17 de junho de 2019

17/06 – Inquérito no Sistema S da gestão Skaf, como foi a Greve Geral, MEC acusado de racismo, e mais.

.

Educação Básica: Neste processo de dissídio coletivo da campanha salarial 2019 da Educação Básica, esta é a última oportunidade do patronal retomar sensos e aceitar proposta do próprio Tribunal – que mantem as cláusulas da convenção coletiva, garante sua ultratividade, controla a terceirização desenfreada e regula a garantia semestral de salários. Eles vão aceitar? A concentração será às 11 horas na porta do TRT, em São Paulo: rua da Consolação, 1272. Saiba mais aqui: https://bit.ly/2PSy5ll

 

 


Sistema S é suspeito de privilégios 
a parentes e aliados de chefes em SP
Folha de S. Paulo; 17/06
http://bit.ly/2IJ8QyA

Um inquérito civil em São Paulo apura se integrantes da cúpula estadual do Sistema S usaram o Sebrae como cabide de empregos para parentes e aliados. O inquérito, aberto pelo Ministério Público de São Paulo, tem como objetivo apurar suposta improbidade e denúncias de fraudes durante a presidência de Paulo Skaf (2014-2018) no conselho deliberativo do Sebrae-SP. A investigação envolve também pessoas que comandam outras entidades e cujos recursos vêm de contribuições compulsórias sobre as folhas de pagamento da indústria.

 

 


Greve geral tem adesão em mais de 380 cidades. 
Confira no mapa
CUT; 14/06
http://bit.ly/2Xe369p

Para mapear os atos e mostrar a imensa mobilização feita pela classe trabalhadora em todo o país na sexta-feira (14), dia da greve geral, o Armazém Memória e Comissão Justiça e Paz de SP, com apoio da CUT e da UNE, produziu um Mapa Interativo no qual o leitor tem acesso acesso a informações e imagens das mobilizações e paralisações realizadas em todo o Brasil.

 

Fotos: paralisações e protestos contra 
cortes na educação e a reforma da Previdência
G1; 14/06
https://glo.bo/2x0LyPo

 

#GreveGeral foi o assunto mais comentado do Twitter no Brasil
Rede Brasil Atual; 14/06
http://bit.ly/2KU9Q5H

A greve geral contra a “reforma” da Previdência do governo Bolsonaro foi o assunto mais comentado no Twitter em todo o Brasil no final da manhã desta sexta-feira (14). Além de imagens e vídeos das mobilizações e críticas ao projeto do ministro da Economia, Paulo Guedes, os internautas ironizavam os argumentos daqueles que criticam as paralisações, demonstrando a importância da mobilização dos trabalhadores na conquista de direitos. A hashtag #GreveGeral chegou a ocupar o quinto lugar em todo o mundo entre os termos mais citados na rede social.

 

País perdeu força para crescer, 
e nova Previdência não basta, diz professor
UOL; 15/06
http://bit.ly/2Im0RIU

O Brasil perdeu a capacidade de crescer desde o último trimestre de 2014 e, até agora, não houve nenhuma expansão sustentável. Entre 2015 e 2016 o PIB (Produto Interno Bruto) acumulou encolhimento de 6,9%, e 2017 e 2018 a economia cresceu apenas 1,1% ao ano. Para se recuperar, o país teria de tomar várias medidas e mesmo assim demoraria um ano pelo menos para conseguir crescer 1% ou 2%. Só a reforma da Previdência não bastaria para isso. A avaliação é de Antonio Corrêa de Lacerda, professor e diretor da Faculdade de Economia da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

 

Reforma da Previdência é o contrário do que estão dizendo
Brasil de Fato; 14/06
http://bit.ly/2IMbVOk

Em relação à reforma da previdência, já foi dito praticamente tudo, mas tudo precisa ser dito e redito o tempo inteiro, pois não cessam os sempre mesmos argumentos favoráveis à reforma. É como um disco quebrado que de tanto repetir acaba naturalizando absurdos. A intensidade da propaganda governamental interdita qualquer debate e obscurece os argumentos contrários à reforma. A estratégia dos que a defendem é dogmática e beira ao terrorismo. Se não for feita a reforma, o Brasil vai quebrar; vai faltar dinheiro para a saúde e para a educação; seus filhos não conseguirão se aposentar; e outras pérolas. Ou você defende a reforma ou é contra o país.

 

 



Confira esta e outras charges através do nosso site: http://bit.ly/2HvT9vP

 

 

Mulheres levam mais tempo e ganham menos para dirigir escolas
Folha de S. Paulo; 16/06
http://bit.ly/2XQsX4l

Mulheres levam mais tempo na carreira para chegar à direção de escolas públicas brasileiras e, quando o fazem, recebem menos, mostra levantamento da Folha a partir de dados da Prova Brasil 2017. A discrepância chama atenção porque elas são 4 em cada 5 professores da educação básica no Brasil. Segundo os dados, 35% dos homens diretores tinham menos de 40 anos ao responderem o questionário. Entre as mulheres, eram 23%. Só a partir dos 40 anos elas passam a ser majoritárias entre dirigentes de escolas públicas.

 

Artigo | A equidade do Fundeb
Estadão; 09/06
http://bit.ly/2F2xZ6t

Por Renata Cafardo: Melhorar a equidade do Fundeb é uma das propostas defendidas por especialistas do País, entre eles integrantes do Todos pela Educação. Neste ano, Executivo e Legislativo precisam decidir o que será do fundo daqui para a frente. O que alguns grupos mais querem é mexer na maneira como o dinheiro é distribuído, considerando também os recursos que o município já tem e não entram no Fundeb. Ou seja, o sistema deixaria de dar dinheiro para quem já tem e sobrariam recursos para quem não tem. Estamos em junho e não se sabe como essas questões estão sendo tratadas no MEC. Os dois ministros que ocuparam a pasta passaram meio ano alardeando discursos ideológicos e ataques sem sentido. E nem uma palavra sobre os R$ 156 bilhões distribuídos pelo Fundeb às escolas públicas do País.

 

Artigo | Dinheiro para a educação, melhorando o Fundeb
Folha de S. Paulo; 14/06
http://bit.ly/2KoXkM7

Por Claudia Costin: É comum dizer-se que o Brasil gasta muito com educação e que para um bom ensino não faltam recursos, falta gestão. Isso soa razoável, especialmente considerando-se que o investimento total na área é de 6,2% do PIB, superior ao dos países da OCDE. Quando analisamos o gasto por aluno, no entanto, a realidade é bem outra. O dinheiro aplicado em educação básica dividido pelo número de alunos é bem inferior ao que investem países mais avançados, diferentemente do que ocorre com o ensino superior.

 

 



Campanha do Ministério da Educação 
é acusada de racismo nas redes sociais 
Época; 14/06
https://glo.bo/2ZvGGho

Uma campanha do Ministério da Educação está sendo acusada de racista e virou alvo de piadas na internet. Em uma imagem para divulgar as inscrições do ProUni, uma estudante negra passa a ter a mão branca ao se formar, segurando um diploma. “Mulher preta com diploma vira branca?”, perguntou uma internauta. Outro disse: “Vou avisar meus pais que, quando eu me formar, vou virar branco”. “MEC racista”, afirmou mais um.

 

Faculdade Kroton/Pitágoras é multada em R$ 1 milhão 
por irregularidades contra os alunos em São Luís
G1; 14/06
https://glo.bo/2wWYoOB

O Instituto de Promoção e Defesa do Cidadão e Consumidor (PROCON/MA) multou a Faculdade Kroton/Pitágoras em R$ 1.318.952,94 por irregularidades denunciadas por alunos da instituição junto ao órgão. Segundo o Procon, a faculdade lidera o ranking das 10 empresas mais reclamadas em 2018, elaborado com dados do Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (SINDEC), com base no artigo 44 do Código de Defesa do Consumidor.

 

Brasil tem baixa taxa de escolarização superior, diz Semesp
Diário Digital; 14/06
http://bit.ly/2L0u2D7

O Mapa do Ensino Superior no Brasil, lançado hoje (13) pelo Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), mostrou uma baixa taxa de escolarização líquida, que estima o percentual de jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior em relação ao total da população nessa mesma faixa etária. Em 2017, a taxa ficou em torno de 17,8%. No ano anterior, a taxa era de 18,5%.

 

Artigo | Por um novo consenso na Educação
Estadão; 14/06
http://bit.ly/2MT0Ss6

Por Simon Schwartzman: Seis ex-ministros da Educação, em recente nota, falam do grande consenso que teria sido construído no Brasil sobre o setor, que o atual governo estaria desconsiderando. De fato, existe um forte consenso sobre a prioridade que a educação deve ter, e o governo até agora não mostrou uma política para o setor que vá além de cortes orçamentários e posturas ideológicas, diferentemente do que ocorre na economia e na segurança, onde, concordando ou não, existem propostas claras formuladas com o apoio de fortes contingentes de economistas, juízes, promotores e funcionários públicos qualificados.

 

 


“Combate à corrupção que desrespeita 
direitos fundamentais destrói democracia”
Conjur; 16/06
http://bit.ly/2Rh4B0W

“Se o combate à corrupção destrói direitos fundamentais, não combatemos a corrupção, destruímos a democracia”, diz o professor Juarez Tavares. Advogado, ex-procurador da República e titular de Direito Penal da Uerj, ele analisa que o Judiciário brasileiro, “punitivista por excelência”, desrespeita direitos fundamentais em nome de soluções simbólicas, como se o Direito Penal fosse capaz de melhorar a sociedade.

 


Na Globo, professor da USP diz que conversa 
de Moro e Dallagnol “extrapola todos os limites”
DCM; 16/06
http://bit.ly/2WRftJ9

Globo News tenta ouvir um especialista em Direito sobre Moro e a #VazaJato, o Prof. de Direito Processual Penal da USP, Gustavo Badaró, e ouve o que não queria ouvir.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copyright © 2018 FEPESP - Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por: PWI WebStudio