Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 25 de setembro de 2022

14 de fevereiro de 2020

14/02 – o menor investimento em creches em dez anos, bilhões em ações na educação privada, escolas militarizadas – e mais.  

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MP 905 deveria ser completamente rejeitada, segundo juiz do Trabalho
Rede Brasil Atual; 14/02
http://bit.ly/2vAF5NG

Vice-presidente da associação de juízes (Anamatra) aponta inconstitucionalidades na medida, e diz que o risco é “não sobrar nada” da legislação trabalhista.

Em vigor há mais de três meses, a medida provisória do contrato de trabalho “verde e amarelo” – a MP 905 – criou uma “categoria menor” para os jovens trabalhadores, com menos direitos. Ainda assim, as contratações prometidas não aconteceram. A proposta, que está sendo discutida em comissão mista do Congresso Nacional, carrega uma série de inconstitucionalidades e deveria ser completamente rejeitada, segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra), Luiz Antonio Colussi.

 

Investimento do governo federal em creches e pré-escolas é o mais baixo em 10 anos
G1; 14/02
https://glo.bo/2u1hm8S

Dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação (MEC), apontam que em 2019 foram repassados a prefeituras de todo o país R$ 307,8 milhões para a construção de creches e pré-escolas e melhoria da infraestrutura da rede de educação infantil, o que representa 33% de queda na comparação com os R$ 457,9 milhões repassados pelo órgão do MEC aos municípios brasileiros em 2018.

Os repasses de 2019 foram os mais baixos dos últimos dez anos, segundo dados do FNDE obtidos com exclusividade pela GloboNews por meio da Lei de Acesso à Informação.


E se Bolsonaro destruir o Fundeb?
Outra Palavras; 14/02
http://bit.ly/2vAF5NG

Em sua escalada ultraliberal, governo pode acabar com Fundo que banca 56% dos recursos da rede pública municipal e o Piso Nacional a professores. Mais de 20 milhões de estudantes seriam prejudicados, principalmente no Norte e Nordeste.


Artigo:
 
Combater o atraso escolar, tarefa urgente!
Folha de S. Paulo; 14/02
http://bit.ly/31Vq9G0

Por Claudia Costin: ‘Os desafios da educação brasileira não dizem respeito só à limitada aprendizagem dos alunos ou à ainda inconclusa universalização do acesso dos jovens ao ensino médio.

A defasagem idade-série, situação em que o aluno tem dois ou mais anos que a idade correta para a série cursada, vem a eles se somar e, em alguns casos, é o motivo principal dos problemas acima apontados.

Essa distorção é causada por entrada tardia na escola ou por altos índices de repetência e gera consequências sérias, como o desinteresse, dada a inadequação ou infantilização dos materiais didáticos, problemas de bullying e, em última instância, o abandono escolar’.


Escolas militarizadas
Revista GIZ; 12/02
http://bit.ly/2SqJ203

No dia 05 de setembro de 2019, o governo federal lançou o seu “Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares”. O projeto, que já conta com previsão de R$ 54 milhões em orçamento, pretende chegar a mais de 200 escolas até o final de 2022. Na prática, a militarização consiste em entregar a gestão (administrativa e pedagógica) de instituições públicas de ensino para militares. Na semana passada, em mais um movimento dessa tragédia anunciada, começou a ser distribuído pelo Ministério da Educação o manual que pretende regulamentar o cotidiano dessas instituições.

Catarina de Almeida Santos, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), estuda esse tema há anos e, nos últimos meses, vem se concentrando nele também como parte de sua pesquisa no pós-doutorado, realizada na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (FE/Unicamp). Em entrevista exclusiva à Revista Giz, ela critica duramente a proposta – que chama de o “ato final” de uma marcha conservadora em curso no país.

 

Escolas globais, bilhões em ações: os negócios da educação privada
Fepesp; 13/02
http://bit.ly/38q8jNE

Em novas e grandes rodadas de negócios, instituições e escolas privadas saem do noticiário de Educação para ocupar espaço, nos jornais, para as notícias de Finanças. Kroton (Anhanguera) lança R$2,5 bilhões em ações, Ânima (São Judas) levanta R$1,1 bilhão e SEB (ensino médio) compra marca global de escolas bilíngues.

 

Os 7 grandes desafios da educação brasileira para 2020
Estadão; 13/02
http://bit.ly/31RLZda

Opinião, por Renato Casagrande: ‘Iniciamos mais um ano carregado de preocupações, expectativas e desafios para educação brasileira. Após um ano cheio de desafios, 2020 parece ser decisivo. Começando pelo desenrolar dos problemas com o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e com o Sistema de Seleção Unificada (SISU), até as especulações sobre a permanência ou não do ministro da Educação, Abraham Weintraub e os problemas com a educação brasileira.

Podemos listar estes em sete principais desafios: o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb); a execução do Plano Nacional da Educação (PNE); a implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na educação básica; a introdução ao novo ensino médio; o início das escolas cívico-militares; a ampliação em 40% da carga horária à distância para cursos de nível superior na modalidade presencial; a aprovação e implantação do Programa Future-se para educação superior pública’.

 

Panorama da ciência no Brasil é ‘assustador, ameaçador e pode se tornar irreversível’, diz cientista
G1; 12/02
https://glo.bo/2SrWLE8

O panorama da ciência no Brasil é “assustador, ameaçador e pode se tornar irreversível”, afirma a biomédica e pesquisadora Helena Nader, que recebe nesta terça-feira (11), Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o prêmio “Carolina Bori Ciência & Mulher”, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Embora a publicação de artigos científicos do Brasil tenha tido um salto de quase 70% em uma década, a escassez de recursos e o corte de bolsas ameaçam a área, segundo cientistas brasileiras ouvidas pelo G1.

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