9 de julho de 2020

09/07 – Enem 2020 em janeiro de 2021, ensino remoto segue no ano que vem, Bolsonaro sonda evangélicos para o MEC, o que é a cloroquina – e mais.

.



Grande divergência e conflito: o reajuste salarial. As mantenedoras insistem em não concordar com nenhuma espécie de reajuste ou compensação que possa repor a defasagem salarial provocada pela inflação de 2019, algo em torno de 3,5%. Não podemos aceitar uma convenção sem o compromisso de reposição das perdas causadas pela inflação de 2019!
Leia tudo aqui:  https://bit.ly/3gC1TP9

 

 

Prova do Enem 2020 será em janeiro de 2021
G1; 09/07
https://glo.bo/2ZaOWGc

O Ministério da Educação anunciou que a primeira prova do Enem será aplicada no dia 17 de janeiro de 2021 e a segunda em 24 de janeiro de 2021. Os alunos que farão o Enem Digital farão o exame no dia 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021. A reaplicação do exame será no dia 24 de fevereiro e 25 de fevereiro.

Os resultados vão estar disponíveis a partir do dia 29 de março de 2021.

 

Colégios particulares se dividem sobre nova data do Enem; entidades estudantis criticam
Estadão; 09/07
https://bit.ly/3fg8v5r

Responsáveis por escolas se dividem quanto à nova data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que vai ser aplicado em janeiro e fevereiro de 2021, conforme anunciou o Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira, 8. O adiamento foi motivado pela pandemia do novo coronavírus, que levou à paralisação de aulas pelo País. Já as entidades que representam os estudantes criticaram a escolha.

 

Enem em janeiro embaralha calendário de universidades de SP; Unesp deve adiar vestibular
Estadão; 08/07
https://bit.ly/38HZa48

Por meio de nota nesta quarta-feira, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) informou que é “provável” que seja adiada a realização do seu vestibular e que deve ocorrer mudança em relação às datas já divulgadas para ingresso em 2021. Segundo a instituição, a Unesp e a Vunesp vão considerar “a possibilidade de aproveitar as notas do Enem no exame vestibular”. O tema vai ser discutido nos colegiados da universidade.

“Para a definição das novas datas do vestibular, a Unesp segue alinhada com USP e Unicamp, para a manutenção do calendário conjunto dos vestibulares das três universidades estaduais paulistas, como sempre ocorreu, de forma a não prejudicar os candidatos.

 

 


Pandemia fará ensino a distância ser necessário até 2021, diz parecer aprovado pelo CNE
G1; 08/07
https://glo.bo/2Ze5f5e

Texto apresenta 14 pontos com recomendações gerais para o planejamento da volta às aulas presenciais. Após ser votado e aprovado por unanimidade, documento agora será revisto e seguirá para o MEC para a homologação nos próximos dias.

 


Quase 90% dos professores não tinham experiência com aulas remotas antes da pandemia; 42% seguem sem treinamento, aponta pesquisa
G1; 08/07
https://glo.bo/3fcrvBO

Uma pesquisa sobre o trabalho dos professores da rede pública durante a pandemia, a qual o G1 teve acesso, aponta que 89% não tinha experiência anterior à pandemia para dar aulas remotas – e 42% dos entrevistados afirmam que seguem sem treinamento, aprendendo tudo por conta própria. Para 21%, é difícil ou muito difícil lidar com tecnologias digitais.

“Somos analfabetos digitais”, afirma Katia Araújo, professora da rede municipal de Campo Grande (MS). “Você só percebe que não sabe quando precisa usar a ferramenta”, relata ao G1.

Os dados mostram que:

  • 82% dos professores estão dando aulas dentro de casa
  • 82% dos docentes disseram que as horas de trabalho aumentaram
  • 84% dos professores afirmam que o envolvimento dos alunos diminuiu um pouco ou diminuiu drasticamente durante a pandemia.
  • 80% dos entrevistados afirmam que a principal dificuldade dos estudantes é a falta de acesso à internet e computadores; seguida pela dificuldade das famílias em apoiar os estudantes (74%); a falta de motivação dos alunos (53%) e o desconhecimento dos alunos em usar recursos tecnológicos (38%).
  • O estado emocional dos professores também está sendo colocado à prova: 69% declararam ter medo e insegurança por não saber como será o retorno à normalidade e 50% declaram ter medo em relação ao futuro

 

Ensino remoto: Fiocruz e Sinpro Macaé produzem pesquisa inédita
Sinpro Macaé, RJ; 08/07
https://bit.ly/38FqHD7

Uma parceria inédita entre a Fundação Oswaldo Cruz e o Sindicato dos Professores de Macaé e Região (Sinpro Macaé e Região) vai diagnosticar as novas exigências de trabalho dos docentes em tempos de pandemia e pós-pandemia, que atualmente estão em serviço remoto. A pesquisa, que vai alcançar os profissionais da rede privada, criará estratégias participativas na promoção coletiva de saúde. A ação acontecerá em três encontros virtuais a partir do dia 18 de julho. As vagas são limitadas.

No dia 18 de julho o encontro acontecerá com o grupo de professores que lecionam para o Fundamental I, do 1º ao 5º ano. Dia 25 para os do Fundamental II, do 6º ao 9º ano. Em 1º de agosto se encontram os de Ensino Médio. As inscrições podem ser feitas por meio do e-mail mailto:sinpromacae.regiao@gmail.com

 

  

 

 

Opine: ‘O plano de volta às aulas não tem professor’
Rádio Peão Brasil: https://bit.ly/2CSvCok

Site Contee: https://bit.ly/3gm3Cbn

Agência Sindical: https://bit.ly/3iqWoon

Folha de S. Paulo: https://bit.ly/38g4BqC

 

 

 

Bolsonaro sonda três evangélicos para o MEC após pressão de aliados
Folha de S. Paulo; 08/07
https://bit.ly/2ChaW9i

Na tentativa de evitar novas críticas da bancada evangélica sobre a sucessão no Ministério da Educação, o presidente Jair Bolsonaro tem sondado desde o fim de semana nomes ligados à ala religiosa para assumir a pasta.

O esforço tem como objetivo agradar o grupo que é um dos pilares do atual governo e manter o perfil conservador que marcou a gestão do ex-ministro Abraham Weintraub, que deixou a pasta no mês passado.

Desde então, o presidente indicou o professor da FGV Carlos Decotelli, que caiu após questionamentos a falsidades em seu currículo, e Renato Feder, secretário da Educação do Paraná, que declinou depois de intensas críticas dos religiosos.

Até o momento, três evangélicos conversaram com a equipe do presidente: o pastor Milton Ribeiro, ex-vice-reitor do Mackenzie em São Paulo; o professor da Unb (Universidade de Brasília) Ricardo Caldas; e o reitor do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), Anderson Correia.​

 

Epicentro da covid-19 no mundo, Brasil está perto de 68 mil mortes
Rede Brasil Atual; 09/07
https://bit.ly/3ef7j10

A pandemia de covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, segue descontrolada no Brasil, que registrou mais 1.223 mortes e 44.571 novos casos nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado no início da noite desta quarta-feira (08) pelo Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde).

Desde o início do surto no país, em meados de março, já são 67.964 vidas brasileiras ceifadas e um total 1.713.160 doentes.

No Brasil, o estado mais afetado é São Paulo. Com 341.365 infectados e 67.964 mortos, o estado tem impacto mais de cinco vezes maior do que o segundo, Ceará, com 128.471. O Ceará, vale a notação, é o estado brasileiro que mais realiza testes.

 

 

 

10 pontos-chave para entender a cloroquina e a hidroxicloroquina
Expresso; 08/07
https://bit.ly/2ZbbqXu

Diagnosticado com a covid-19, Jair Bolsonaro afirmou na terça-feira (7) ter começado a tratar a doença causada pelo novo coronavírus com hidroxocloroquina, um derivado da cloroquina. Desde o início da pandemia, o presidente faz propaganda do remédio. Abaixo, o Nexo traz dez perguntas e respostas sobre as substâncias e seus efeitos, baseado nas evidências científicas disponíveis.

  1. O que é a cloroquina, e qual sua diferença para a hidroxicloroquina?

A cloroquina é um medicamento sintético usado para o tratamento de doenças como malária, artrite e lúpus. A hidroxicloroquina, derivada da cloroquina, também é usada nesses casos, mas tem um processo diferente de fabricação e é considerada menos tóxica para o organismo.

  1. A cloroquina e a hidroxicloroquina têm efeito sobre a covid-19?

As evidências científicas, obtidas nos estudos desenvolvidos até o momento, dizem que a cloroquina e a hidroxicloroquina são ineficazes para o tratamento da covid-19. “Temos evidências suficientes para saber que não há nenhum impacto para pacientes hospitalizados com covid-19”, disse Soumya Swaminathan, cientista-chefe da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Veja dos pontos 3 ao 10 aqui: https://bit.ly/2ZbbqXu

 

 

Cloroquina e hidroxicloroquina: veja o que Bolsonaro já falou sobre os medicamentos
Estadão; 08/07
https://bit.ly/2W2OsQr

Com a revelação de que contraiu o novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro também fez questão de dizer que está fazendo uso da hidroxicloroquina, medicamento sem eficácia comprovada contra a doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Após o anúncio, o presidente publicou um vídeo em rede social mostrando que estava tomando a terceira dose da hidroxicloroquina.

“Estou tomando a terceira dose da hidroxicloroquina. Estou me sentindo muito bem. Estava mais ou menos no domingo, mal na segunda-feira. Hoje, terça, estou muito melhor do que sábado. Com toda certeza, está dando certo”, disse.

A OMS excluiu a cloroquina, em maio, da lista de opções em análise para o tratamento da covid-19. Nos Estados Unidos, em junho, a agência de controle de drogas dos Estados Unidos, a FDA, revogou a autorização de uso emergencial de cloroquina (CQ) e hidroxicloroquina (HCQ) como tratamento para pacientes com covid-19.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copyright © 2018 FEPESP - Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por: PWI WebStudio