6 de julho de 2020

06/07 – as privadas e a volta às aulas, indicado de Bolsonaro recusa indicação para o MEC, Fundeb na pauta da Câmara – e mais.

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Repercussão da campanha ‘É preciso ouvir o educador!’  – veja aqui:  http://fepesp.org.br/noticia/8503/

 

Rio: Enquanto professores fazem ‘greve pela vida’, escolas particulares pressionam pelo retorno à sala de aula
Extra; 06/07
https://glo.bo/2Z27hF7

Professores da rede privada decidiram no último sábado em assembleia que não vão voltar a dar aulas presenciais neste momento. A categoria se reuniu duas vezes com donos de colégios e a prefeitura na semana passada para negociar o retorno às atividades, mas não houve consenso. Enquanto isso, escolas particulares pressionam pela reabertura das salas de aula.

A prefeitura chegou a publicar um protocolo de segurança para a retomada. As medidas serviriam para as redes particular e municipal. O prefeito Marcelo Crivella anunciou que a volta das escolas privadas seria facultativa a partir do dia 10, mas nem isso foi deliberado.

 


Escolas privadas podem retomar aulas antes das públicas, recomenda CNE
Valor; 03/07
https://glo.bo/2Z27hF7

O Conselho Nacional de Educação (CNE) está recomendando que escolas e instituições de ensino superior privadas possam retomar as aulas antes das públicas. Os governos do Maranhão, Rio de Janeiro e do Distrito Federal já flexibilizaram as medidas de distanciamento social e o retorno parcial às aulas está programada para agosto.

“Desde atendidas as condições de segurança, o setor privado pode voltar antes. As escolas particulares estão investindo para que haja um retorno seguro, de forma gradual. Além disso, há muitas escolas de educação infantil fechando e demitindo”, disse a socióloga e professora Maria Helena Guimarães, conselheira do CNE.

Ela explica que o processo de reabertura das escolas públicas e particulares “deverá seguir obrigatoriamente” as decisões das autoridades municipais e estaduais. “O CNE organiza normas e orientações nacionais , no âmbito de suas competências, sem de forma alguma sobrepor-se às autonomias do sistema educacional brasileiro. “

 

 

 

Opine: ‘O plano de volta às aulas não tem professor’
Rádio Peão Brasil: https://bit.ly/2CSvCok
Site Contee: https://bit.ly/3gm3Cbn
Agência Sindical: https://bit.ly/3iqWoon
Folha de S. Paulo: https://bit.ly/38g4BqC

 

 

 Atacado por apoiadores de Bolsonaro, Feder diz recusar convite para o MEC
Folha de S. Paulo; 05/07
https://bit.ly/2ZJSKgq

Após dias de ataques nas redes sociais por parte de apoiadores ligados ao escritor Olavo de Carvalho e a políticos evangélicos, Renato Feder afirmou neste domingo (5) que recusou o convite de Jair Bolsonaro (sem partido) para assumir o Ministério da Educação (MEC). No final de semana, CNN e Globonews noticiaram que o governo já havia desistido do convite.

“Recebi na noite da última quinta-feira uma ligação do presidente Jair Bolsonaro me convidando para ser ministro da Educação. Fiquei muito honrado com o convite, que coroa o bom trabalho feito por 90 mil profissionais da Educação do Paraná. Agradeço ao presidente Jair Bolsonaro, por quem tenho grande apreço, mas declino do convite recebido. Sigo com o projeto no Paraná, desejo sorte ao presidente e uma boa gestão no Ministério da Educação”, escreveu Feder.

Secretário de Educação no Paraná, Feder já havia sido cotado desde a saída de Abraham Weintraub. No entanto, ele acabou sendo preterido, e o comando foi entregue a Carlos Alberto Decotelli.

 

Gasto federal em educação cai desde 2016 e pressiona estados e municípios
Folha de S. Paulo; 05/07
https://bit.ly/2Z3u2c4

Afetados pelo enxugamento dos recursos da União para a área, os gastos públicos com educação vêm caindo nos últimos anos. De 2016 a 2018, o governo federal reduziu, em valores nominais, R$ 10,5 bilhões de seus dispêndios com o setor, segundo relatório do MEC (Ministério da Educação). Ao atualizar o valor pela inflação do período, a redução é de R$ 18 bilhões.

Apesar de ter a maior capacidade de arrecadação, a União sempre arcou com os menores montantes no financiamento, principalmente na educação básica.

A situação se intensificou nos últimos anos, marcados por crise política e econômica, e inspira maior preocupação diante dos efeitos da pandemia de coronavírus. A União respondia, em 2016, por 30,3% dos gastos totais com educação no país. Em 2018, o percentual foi reduzido a 28,1%.

 

Artigo: ‘O Brasil só fala do MEC’
Estadão; 05/07
https://bit.ly/3dYt2tS

Por Renata Cafardo: “Há mais de duas semanas o Brasil fala do Ministério da Educação (MEC). Esta poderia ser uma frase positiva, mostrando que finalmente a sociedade compreendeu a importância da educação para que o País se desenvolva. Mas não. Como acontece desde o início do governo Bolsonaro, falar sobre o MEC significa discutir decisões que mudam a cada minuto, tuítes cheios de ofensas, jogo político e ideológico. Infelizmente, foi esse o papel que o atual governo estabeleceu à educação e é difícil imaginar que o quarto ministro a ocupar a cadeira vá mudar a situação”.

 

Opinião: ‘Sugestão ao futuro ministro da Educação seja ele quem for: água para beber e lavar as mãos é pedir demais?Veja; 05/07
https://bit.ly/3gIedh1

Por Ricardo Noblat: “Em meio à pandemia onde a ordem planetária é para que se lavem as mãos com água e sabão ou com álcool gel, o quarto ministro da Educação de Bolsonaro no curto período de 18 meses poderia se comprometer logo de saída pelo menos com uma coisa: garantir água potável para os quase 2 milhões de alunos sem acesso a ela.

Seria pedir muito? Lavar as mãos com água suja – e pior, bebê-la – não detém o Covid-19 e ainda atrai um monte de outras doenças. Segundo dados do Censo Escolar de 2019 citados pelo O GLOBO, de um total de 139 mil escolas públicas estaduais e municipais espalhadas pelo país, falta água potável em 10.685 delas.

Em 8% das escolas que atendem 800 mil alunos não há também ligação com esgoto público e nenhum tipo de fossa. Em 4% das escolas (614 mil alunos) não há banheiro. E em 3% (148 mil alunos) não há energia elétrica. Não é, pois, de espantar que apenas 25% das escolas liberam a internet para os alunos”.

 


Sem ministro da educação, faltam 182 dias para expirar Fundeb
Extra Classe; 03/07
https://bit.ly/2BL49F1

O último dia de junho marcou o início de uma contagem regressiva para a educação brasileira. A partir de hoje, 2, em exatos 182 dias acaba a vigência do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica, o Fundeb. O debate sobre o que deve acontecer com o fundo que foi criado em 2007 se arrasta há pelo menos cinco anos no Congresso Nacional, sem nenhuma decisão. A única certeza é: se até 31 de dezembro não houver uma definição, as escolas públicas não deverão abrir em 2021.

Concentrando mais de 60% dos recursos investidos na educação básica, o Fundeb ainda é responsável pela equalização no atendimento escolar em mais de 70% dos municípios brasileiros.


Maia diz que pretende votar novo Fundeb na próxima semana
Estadão; 05/07
https://bit.ly/3dYsIeE

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou em entrevista à GloboNews, neste domingo, 5, que vai levar à votação no plenário, na próxima semana, a proposta que institui um novo Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no Brasil.

 

 

Brasil tem 1,6 milhão de casos de covid-19 e quase 65 mil mortes; 16 mil em São Paulo
Rede Brasil Atual; 05/07
https://bit.ly/2Z2Atfh

Brasil e EUA atrasaram estratégias de combate e antecipam flexibilização equivocadamente. Internados em estado grave crescem 13,6% em uma semana em São Paulo.


Confinamento deve sugerir novo modelo de escola para o mundo pós-pandemia
Rede Brasil Atual; 06/07
https://bit.ly/2Z30xXK

Especialista em Educação da Unesco defende novos modelos: menos controle e punição e mais autonomia e desenvolvimento das crianças.

 

 

 

História: ‘EUA deveriam indenizar descendentes de escravos, diz pesquisador’
Folha de S. Paulo; 05/07
https://bit.ly/3iK36pA

A exploração do trabalho escravo pelos Estados Unidos gera injustiças sociais até hoje, e a melhor forma de remediar esse passado é indenizando os descendentes daqueles que foram escravizados.

Essa é a premissa da pesquisa de William Darrity, professor de políticas públicas na Universidade Duke, na Carolina do Norte (na foto), e coautor de “From Here to Equality: Reparations for Black Americans in the Twenty-First Century” (daqui até a igualdade: indenizações para americanos negros no século 21).

A onda de protestos que tomou conta dos Estados Unidos após o assassinato de George Floyd pode dar o impulso necessário à criação de um programa federal de indenizações para essas famílias, segundo o pesquisador.

William Darity é professor da universidade Duke, em Durham, na Carolina do Norte; ele desenvolveu pesquisa sobre indenizações a descendentes de negros escravizados pelos EUA – Universidade Duke

As manifestações seguem os debates de 2019, um ano decisivo para essa proposta. “Tivemos dois pré-candidatos democratas defendendo abertamente o pagamento de indenizações. Foi a primeira vez que esse tema recebeu tanta atenção desde o período da Reconstrução [1865–1877, após a Guerra Civil].”

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