Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 21 de maio de 2022

5 de maio de 2020

05/05 – negociação no Ensino Superior, live na Agência Sindical, o prazo para pagamento do dissídio – e mais.

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Em nova rodada de negociação nesta segunda-feira, 04/05,, os dirigentes sindicais e os mantenedores do ensino superior discutiram a renovação da convenção coletiva de professores e auxiliares na vigência do estado de calamidade pública. E ouviram um sonoro ‘não’ à pretensão de suspender direitos durante a pandemia.

Leia matéria completa aqui: https://bit.ly/3fl7ZDG


Hoje, 05 de maio: negociação no Ensino Superior, live na Agência Sindi
cal, o prazo para pagamento do dissídio – e mais.

 


Para volta às aulas, escolas propõem medição de temperatura, sapato extra e uso de máscara
Folha de S. Paulo; 04/05
https://bit.ly/2z9YeaQ

Com municípios e estados brasileiros analisando a retomada das aulas, as escolas particulares montaram um plano com medidas sanitárias e de distanciamento para evitar o contágio pelo coronavírus dentro das unidades. A proposta prevê que os alunos levem sapato extra para entrar nas salas, troquem de máscara a cada 3 horas e guardem ao menos um metro de distância um dos outros.

O plano foi elaborado pela Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), que representa cerca de 42 mil colégios no país, e será apresentado às secretarias de educação municipais, estaduais e ao Ministério da Educação (MEC). Segundo Ademar Pereira, presidente da entidade, as medidas dão segurança jurídica às unidades para a reabertura.

 

Hoje, 16h30, Live com Celso Napolitano na Agência Sindical

Facebook @agenciasindical
Agência Sindical; 05/05

https://www.facebook.com/agencia.sindical/

Nesta terça (5), às 16h30, o coordenador da Agência Sindical, João Franzin, bate um papo com o presidente da Fepesp – Federação dos Professores do Estado de SP e do Diap, Celso Napolitano. Não perca!


Secretaria de Educação de SP abre processo seletivo para professores
R7; 04/05
https://bit.ly/2SBh41i

Inscrição pode ser feita para profissionais da rede até a próxima sexta-feira (8); selecionados vão receber gratificação e vão atuar no Centro de Mídias.


Estudantes de universidades particulares pedem redução de mensalidades
Rede Brasil Atual; 04/05

https://bit.ly/3b4Z5H5

Sem aulas presenciais e com alunos em dificuldade financeira campanha #ReduzMackenzie quer “preço justo”. Ação se espalhou para outras universidades.

Dissídio coletivo: escolas têm até hoje, dia 05, para pagar diferenças salariais de 2019
Sinpro SP; 03/05
https://bit.ly/35zNVJk

As escolas de educação básica que ainda estão devendo diferenças salariais do dissídio coletivo têm até o dia 05 de maio para pagar os professores. As diferenças se referem ao reajuste devido em março de 2019.O prazode pagamento foi definido no Comunicado Conjunto Fepesp-Sieeesp.

O dissídio coletivo, julgado em fevereiro de 2020, definiu reajustes salariais para os anos de 2019 e de 2020. O percentual para março de 2019 foi  de 3,9%. Em março de 2020, o índice foi de 5,04%, aplicado sobre o salário já reajustado em 3,90%.

 

O impacto da covid-19 na Educação
Estadão; 04/05

https://bit.ly/2YC1bf9

Pessoas assintomáticas, contágio acelerado, ausência de vacina e necessidade de isolamento social. Todos esses fatores, que resumem de forma superficial o vírus covid-19, foram recebidos pelo mundo tal qual o efeito de uma bomba atômica.

As rotinas tiveram que ser alteradas, as necessidades pessoais também, a estação de trabalho deixou o escritório e foi parar no meio da sala, da cozinha ou do quarto. Nunca se falou tanto em VPN, Sala Virtual e Videoconferências.

Mas, e a sala de aula? Quais os desafios para levar tudo o que é necessário para dentro da sala de estar da própria casa?



STF reconhece Covid como acidente de trabalho
Agora; 04/05

https://bit.ly/35z9w4w

Pouco mais de um mês após ser criada a medida provisória 927/2020, o Supremo Tribunal Federal decidiu, em liminar julgada no dia 29 de abril, que o fato de o trabalhador ser contaminado por Covid-19 é considerado como doença ocupacional, o que, por sua vez, equipara-se a acidente de trabalho.

Na sessão virtual, feita por videoconferência, os ministros do Supremo julgaram em conjunto sete ADis (Ações Diretas de Inconstitucionalidade), apresentadas por partidos políticos e confederações de trabalhadores para discutir dispositivos da MP do governo. A maioria dos ministros votou a favor do relator, Marco Aurélio Mello, e suspendeu os artigos 29 e 31 da medida provisória do governo. O primeiro artigo restringia as possibilidades de considerar a contaminação por Covid-19 como doença ocupacional. Já o artigo 31 tratava da atuação de auditores fiscais do trabalho.

Artigo: ‘Trabalho docente e ensino a distância nas escolas privadas’
Le Monde Diplomatique ; 04/05
https://bit.ly/2KYYgoL

Por Andrea Harada: ‘A crise provocada pelo coronavírus poderia ser diferente se os governos, que devem oferecer respostas para a crise, estimulassem saídas mais consistentes que improvisadas. Mas estamos diante de um governo, cuja única resposta para a crise é mais crise, cuja preocupação central está em manter a economia e não em salvar vidas. Em proteger empresários e não trabalhadores.

Por isso, a edição das medidas provisórias 927 e 936 por Jair Bolsonaro provocam um ambiente em tudo desfavorável aos trabalhadores de modo geral e aos professores e professoras em particular’.

 

 Sem internet, merenda e lugar para estudar: veja obstáculos do ensino à distância na rede pública durante a pandemia de Covid-19
G1; 05/05

https://glo.bo/2xCoQkv

Por causa da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), escolas suspenderam as aulas presenciais e passaram a buscar formas alternativas de manter o processo de ensino-aprendizagem durante a quarentena: usam principalmente aplicativos e plataformas on-line.

 

A estratégia adotada, no entanto, escancara a desigualdade e as dificuldades enfrentadas pelos estudantes e professores de colégios públicos – acesso limitado à internet, falta de computadores e de espaço em casa, problemas sociais, sobrecarga de trabalho docente e baixa escolaridade dos familiares.

Nesta reportagem, conheça a história de alunos, pais e professores que relatam os obstáculos da educação remota.

 

Startups de educação crescem com quarentena

Valor Econômico; 04/05

https://glo.bo/3djGOr3

Procura traz desafios, como acelerar projetos e facilitar acesso. João Leal, presidente e cofundador da Árvore Educação: base de alunos passou de 140 mil para 1 milhão e deve aumentar mais até o fim do ano

Quando fechou uma rodada de captação de R$ 5,5 milhões no segundo semestre do ano passado, a Árvore Educação, que desenvolve tecnologias para incentivo à leitura nas escolas, projetava um crescimento acelerado de sua base de alunos em 2020: passar de 140 mil para 500 mil. Tudo caminhava dentro do previsto até a chegada da pandemia.

 

 Sem vacina, mundo pode ter constante “abre-e-fecha”, diz biólogo
Valor Econômico e Brasil247; 05/05
https://bit.ly/2yunZmi

Doutor em virologia pela USP e com pós-doutorado em Yale, o biólogo Atila Iamarino avalia que o mundo pode não viver em situação contínua de emergência, mas provavelmente farão estados alternados, em que países abrem e fecham atividades e fronteiras conforme enfrentam novos ciclos de contaminação. “Permanente não sei, mas alternando ciclos de abertura e fechamento é muito provável”, diz ao jornal Valor Econômico.

De acordo com o estudioso, “o Brasil ruma para ser líder em casos e óbitos”. “Não sabemos o que está acontecendo no Brasil. Estamos tropeçando em corpos”, afirma. “A humanidade caminha para ser cada vez mais fácil criar uma pandemia nova. A covid está trazendo reflexões importantes sobre fragilidades sistêmicas financeiras, educacionais e sanitárias”.

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