Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 02 de outubro de 2022

4 de fevereiro de 2020

04/02 – negociações no ensino superior, Bolsonaro não quer saber do Enem, coronavírus e o preconceito.

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Campanha Salarial 2020:  patronal do Superior vem querendo cortar direitos; nossa campanha é por melhores condições de trabalho, contra a precarização de empregos.
Veja detalhes aqui:  http://bit.ly/36XC4UD


ENSINO SUPERIOR: MOBILIZAÇÃO PARA FAZER VALER NOSSOS DIREITOS
Fepesp; 03/02
http://bit.ly/36XC4UD

Em um ambiente formal, o patronal das instituições de ensino superior recebeu nesta segunda-feira, 03/02, as comissões de negociação de professores e auxiliares de administração escolar com as pautas de reivindicações desta Campanha Salarial 2020.

Mas a formalidade foi só uma casca, que não veio acompanhada de respeito: pelo lado patronal, os representantes das IES também apresentaram suas pretensões, pela retirada pura e simples de uma série de direitos já consagrados em anos de negociações e luta. Restrições às bolsas de estudo, retirar a garantia semestral de salários, eliminar garantias aos profissionais em vias de aposentadoria, manutenção da data base de 1º de março são apenas alguns dos itens que o patronal quer ver riscados de nossa convenção.

Em primeiro lugar, nosso compromisso será o de garantir nossa data base, como já fizemos em negociações passadas, seja no convencimento ou seja na justiça.

E, mais importante, iremos defender nossa convenção acima de tudo – com nossa mobilização e empenho.

Professores de escolas particulares querem reajuste de salários
Jornal da Região; 03/02
http://bit.ly/31nTFne

‘Direitos, dignidade, unidade’ é o mote da campanha salarial de profissionais da educação – professores e funcionários administrativos – nas escolas da rede privada de ensino do Estado de São Paulo em 2020. As três categorias representadas pela Fepesp (Educação Básica, Ensino Superior e Sesi/Senai) estão nesta campanha salarial.

 

Mais de três mil protestam em SP contra desemprego e desindustrialização

Agencia Sindical; 03/02
http://bit.ly/2Ups57C

Apesar da chuva insistente que caiu sobre São Paulo na manhã desta segunda (3), mais de três mil trabalhadores convocados pelas Centrais Sindicais participaram de ato em defesa do empregos, dos direitos e contra a desindustrialização.

INSS – Dia 14/02, a partir 10 horas, as Centrais Sindicais promovem ato em frente às superintendências da Previdência Social. O protesto será contra a situação que a população enfrenta.

 

Aos 64 anos, Dieese terá novo diretor técnico
Rede Brasil Atual; 03/02
http://bit.ly/2RYUVtS

O Dieese terá novo diretor técnico a partir desta terça-feira (4): o cientista social Fausto Augusto Junior, 45 anos, à direita na foto, assume o cargo no lugar do sociólogo Clemente Ganz Lúcio, que permaneceu na função durante 16 de seus mais de 35 anos no instituto. Clemente foi o segundo diretor técnico mais longevo do Dieese. Ficou menos tempo apenas que o economista Walter Barelli (22 anos), que morreu em julho do ano passado.

Segundo Clemente, a mudança “será fundamental para o Dieese percorrer esse período de graves adversidades. “Nos últimos três anos reestruturamos o Departamento para dotá-lo de capacidade para enfrentar os enormes desafios que já passamos e os que virão”, afirmou, em mensagem por rede social. “Continuarei refletindo sobre o futuro do trabalho, do sindicalismo e das políticas públicas para o desenvolvimento. E principalmente, continuarei lutando para promovermos transformações sociais no sentido da justiça, da igualdade e solidariedade.”



Bolsonaro pediu para não ver dados sobre falha no Enem por estar de ‘cabeça cheia’
Estadão; 03/02
http://bit.ly/36Z1tgC

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira, 3, que pediu para não ver dados sobre falhas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por estar com a “cabeça cheia”. “Ele (o ministro da Educação, Abraham Weintraub) queria apresentar para mim os dados. Eu não quis, (estava) com a cabeça cheia. Hoje eu saturei. Não conversei”, disse o presidente.

Bolsonaro e Weintraub viajaram juntos a São Paulo nesta segunda – uma ofensiva, tanto de parlamentares como de aliados do presidente, para a demissão do ministro se intensificou após a série de erros no Enem.

 

Escolas de SP voltam às aulas nesta quarta (5) com a manutenção ameaçada
Agora; 04/02
http://bit.ly/2SmhOqa

As escolas da rede municipal de ensino de São Paulo vão iniciar as aulas nesta quarta-feira (5) sem contrato para serviços de manutenção, como limpeza de caixas-d’água, dedetização e corte de mato. As escolas também terão de usar recursos próprios para a manutenção. Segundo funcionários, as unidades só foram comunicados sobre a situação há cerca de duas semanas.

O orçamento e o Fundeb
Folha de S. Paulo; 04/02
http://bit.ly/2SmhOqa

Em 2020, o Fundeb expira e precisa ser reeditado, mas há certo consenso quanto a necessidade de renovação. A discussão, no entanto, é mais ampla e entra na discussão sobre como melhor estruturar o orçamento. As vinculações obrigatórias devem continuar, ou precisamos de um orçamento mais flexível?

 

Quarentena e emergência: o plano do governo brasileiro para o coronavírus
Nexo; 03/02
http://bit.ly/2RYWrMA

O governo do presidente Jair Bolsonaro decidiu na segunda-feira (3) declarar estado de emergência em saúde pública pela ameaça do novo coronavírus. A decisão visa facilitar medidas administrativas, como a repatriação de cidadãos brasileiros que estão em Wuhan, cidade na China considerada o epicentro do surto da doença.

O Ministério da Saúde trabalha com três níveis de alerta. O primeiro tem como objetivo preparar a rede de saúde para a ameaça do vírus. O segundo, no qual o país se encontrava desde 28 de janeiro, indica um risco iminente de chegada da doença. O nível 3, de emergência, só seria declarado quando o primeiro caso do coronavírus fosse confirmado no Brasil, mas o governo decidiu se antecipar a isso.

Lei da quarentena
Estadão; 03/02
http://bit.ly/2ualkw2

O governo deve enviar uma medida provisória ao Congresso para criar a figura de quarentena sanitária no país. A idéia é usar locais em cidades específicas para isolar pessoas que voltem de Wuhan, cidade chinesa que é epicentro da epidemia do coronavírus.

Como o racismo aflora diante do medo do coronavírus
Nexo; 03/02
http://bit.ly/3bfUJ1l

Chineses e outros indivíduos de origem asiática têm sido alvo de ofensas e constrangimento em espaços públicos desde o agravamento do surto da doença.  A hostilidade afeta não só a população do país, mas cidadãos e descendentes de outras nações do leste da Ásia, e se expressa em insultos contra essas pessoas em espaços públicos e restrições à sua entrada em estabelecimentos.

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