Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 09 de agosto de 2022

9 de abril de 2020

09/04 – Estados decidem sobre quarentena diz STF, cloriquina sim ou não, CNE prepara orientação a escolas, a imagem do vírus – e mais

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As escolas agora estão obrigadas a negociar com o Sindicato qualquer proposta de redução de salário ou jornada. Acordos já assinados são nulos juridicamente. Nenhum acordo individual tem valor. Leia tudo aqui:   https://bit.ly/2yKq2T4

 

 

STF proíbe governo Bolsonaro de contrariar ações de estados contra pandemia
Rede Brasil Atual; 09/04
https://bit.ly/2yMGsu8

O governo Bolsonaro não pode contrariar ações de estados e municípios de combate à pandemia de coronavírus sobre quarentena e isolamento social, incluindo atividades de ensino, comércio e circulação de pessoas. A determinação é do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em medida cautelar concedida nesta quarta-feira (8) em ação apresentada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A OAB pediu ao STF o reconhecimento e a legitimidade de estados e municípios na adoção de medidas restritivas durante a pandemia. A entidade argumentou que o governo federal “nem sempre tem feito uso adequado das prerrogativas que detém para enfrentar a emergência de saúde pública, atuando constantemente de forma insuficiente e precária”.

 

Artigo: Uma poção milagrosa de bolsonarismo na veia
Valor Econômico; 09/04
https://bit.ly/2RmBquG

Por Maria Cristina Fernandes: “Com a pregação pela hidroxicloroquina, presidente parece ter uma saída ao alcance das mãos, mas é apenas o atalho para o fim da quarentena e o caos social”.

 

Ministério da Saúde já mandou 500 mil comprimidos de cloroquina a estados
Folha de S. Paulo; 09/04
https://bit.ly/2UVSLNq

O Ministério da Saúde distribuiu 500 mil comprimidos de cloroquina entre estados do Brasil. A decisão foi no dia 27 de março, antes da discussão sobre o uso do remédio chegar ao atual nível de politização.

A recomendação da pasta autoriza a utilização do medicamento em casos críticos e graves (internados que não estejam ainda intubados). A maioria dos secretários estaduais decidiu adotar a droga, segundo o presidente do conselho que reúne os representantes da Saúde do país.

 

Covid-19: suecos param o uso da cloroquina após efeitos colaterais
Olha Digital; 08/04
https://bit.ly/2XlvVQJ

Hospitais na região sueca de Västra Götaland pararam de administrar o medicamento antimalárico cloroquina aos pacientes com coronavírus após relatos de efeitos colaterais adversos. Cãibras e perda de visão periférica são os principais sintomas. Ainda é muito cedo para saber se tais medicamentos antimaláricos são suficientemente eficazes para tratar a Covid-19.  Opiniões divergem em todo o mundo, enquanto testes clínicos tentam encontrar a solução para travar a pandemia.

 

 

Opinião: ‘Enfrentamento à pandemia é, hoje, central para a luta de classes’
Brasil de Fato; 08/04
https://bit.ly/34ofvbI

Por Ricardo Gebrim: ‘A questão central que se coloca para que as esquerdas retomem sua capacidade de incidir no cenário da luta política é recompor sua relação com o proletariado, abalada desde o período que antecedeu o golpe de 2016. Não será um processo simples, exigindo adequação estratégica e capacidade de mudar métodos e culturas políticas profundamente arraigados nas últimas décadas’.

 

 

Mais de 30 institutos de educação lançam juntos plataforma pública de ensino on line
Estadão; 09/04
https://bit.ly/2yFrYfo

Trinta e cinco institutos e fundações ligadas à educação lançam juntas uma plataforma de ensino on line e gratuita, que pode ser usada por professores e famílias durante o fechamento das escola por causa da pandemia do coronavírus. A plataforma Aprendendo Sempre reúne ferramentas e aplicativos como o Aprendizap, um robô que dá dicas de estudo, vídeo aulas e exercícios pelo Whats App, segundo a série e idade  do estudante.

A plataforma é focada em alunos de redes públicas de ensino, mas qualquer pessoa pode usar. Diferentemente das escolas particulares, as escolas estaduais e municipais do País, em geral, deram férias nesse início de isolamento e só devem começar com experiências de aulas on line no fim de abril. Muitas não têm estrutura ou recursos para ter projetos próprios de educação a distância. “A ideia não é que cada rede crie sua plataforma, por isso estamos disponibilizando para todas”, explica o diretor executivo da Fundação Lemann, Denis Mizne.

Além da Lemann, fazem parte do grupo entidades como Itaú Social, Movimento pela Base, Instituto Natura, Instituto Península, Porvir, Unicef, Instituto Sonho Grande, Fundação Telefônica Vivo, Oi Futuro, Nova Escola, entre outras.

 

 

Conselho Nacional de Educação prepara documentos para orientar escolas
Agência Brasil; 09/04
https://bit.ly/2VeJbE3

Aulas online contam ou não contam como dia letivo nas escolas? O conteúdo repassado por meio remoto pode ou não ser considerado dado pelos professores? Para orientar as redes de ensino e ajudar a responder a essas e outras questões, o Conselho Nacional de Educação (CNE) prepara uma resolução e um parecer sobre educação remota e retomada das aulas após a suspensão das atividades presenciais para o combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

De acordo com a conselheira do CNE, que está à frente da discussão das medidas, Maria Helena Guimarães de Castro, a intenção é que uma primeira versão das normas seja finalizada ainda esta semana para serem submetidas a consulta pública.

 


Estados adotam plataformas online e aulas na TV aberta para levar conteúdo a estudantes em meio à pandemia de coronavírus
G1; 09/04

https://glo.bo/2yO75yT

Um levantamento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) aponta que até esta quarta-feira (8) ao menos 10 estados adotam exclusivamente plataformas online com conteúdo educativo para transmitir aulas neste período. Outros 3 transmitem aulas pela TV aberta. No Pará e no DF, há um misto das duas tecnologias.

Em meio ao avanço da pandemia, o governo federal determinou que as instituições de ensino estão isentas de cumprirem o mínimo de dias letivos, mas manteve a carga horária necessária para completar o ano de estudo. Uma das formas de atender esta previsão é adotar a educação a distância, seja pela TV, pela internet, ou ainda adaptando trabalhos escolares escritos para aqueles que não têm acesso à tecnologia.

 

 

Vício em celular e redes sociais? Saiba o que é e como fazer um detox digital
Nexo; 07/04

https://bit.ly/2Xn5OJ6

A pessoa com dependência tecnológica geralmente apresenta sinais que apontam para a existência do problema. Irritabilidade, ansiedade, isolamento e angústia por ficar desconectado ou distante do celular, computador ou videogame são alguns deles. Esses sinais, aliás, muito se aproximam dos já conhecidos em casos de dependentes químicos.

A psicóloga Sylvia van Enck, que trabalha no grupo de dependências tecnológicas do Ambulatório Integrado do Controle dos Impulsos (Pro-Amiti), ligado ao Instituto de Psiquiatria da USP no Hospital das Clínicas, diz ao Nexo que é possível encontrar correlação até em sintomas mais graves, como os de alucinação ou fantasia. “O dependente tecnológico pode sofrer com as ‘chamadas fantasmas’, que é quando ele sente ou ouve o celular tocar ou vibrar, mas nada realmente está acontecendo.”

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