Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 23 de abril de 2024

19 de fevereiro de 2019

Mudança na aposentadoria revolta docentes | Assembleia nacional na Praça da Sé | Servidores realizam novo ato da greve em SP | Principal meta do MEC é a caça às bruxas | Ações de Kroton e Estácio seguem queda pós-notícia da “Lava Jato da Educação”| Bebianno, ‘Lava Jato da Educação’ e desavença com governadores turvam chegada da nova Previdência | E mais.

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Na Educação Básica, a hora é agora

A Como todos sabem, no próximo dia 28 de fevereiro será realizadaassembleia da Educação Básica com falta abonada, isto é: professores e auxiliares não irão à escola, mas à assembleia do sindicato. No dia 28 não haverá aulas na rede de ensino privada do Estado de São Paulo. Esse direito é garantido em convenção coletiva, assinada pelos sindicatos da Fepesp e pelos representantes dos donos de escola.
Saiba mais em: https://fepesp.org.br/noticia/campanha-salarial-2019-ja-comecou/

 

 

Mudança na aposentadoria para professores,
que iguala homens e mulheres, revolta docentes

MSN; 18/02
http://bit.ly/2DWH8vV

A proposta da Reforma da Previdência que Jair Bolsonaro deve apresentar nesta quarta-feira (20) ao Congresso estipula idade mínima de 60 anos para professores se aposentarem, com 30 anos de contribuição, independentemente do sexo. A equiparação na idade entre homens e mulheres também deve ocorrer para outras classes que contam com regras especiais, como policiais civis e federais, cuja idade mínima deve ser de 55 anos. Para as demais, no entanto, o governo estabeleceu a diferenciação na idade mínima, com 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens.

 

Assembleia nacional na Praça da Sé 
prepara resistência à reforma da Previdência
Rede Brasil Atual; 18/02
http://bit.ly/2Sdt9XA

No mesmo dia em que o governo Bolsonaro deve enviar ao Congresso Nacional a sua proposta de emenda à Constituição (PEC) que pretende restringir o acesso às aposentadorias dos setores público e privado, os trabalhadores realizam assembleia nacional, aberta ao público em São Paulo nesta quarta-feira (20), para definir um plano unitário de lutas contra a chamada reforma da Previdência.

 

Trabalhadores ocuparão Praça da Sé contra reforma da Previdência
SP Bancários; 13/02
http://bit.ly/2XbW7uH

Em defesa da aposentadoria e da Previdência Social, no dia 20 de fevereiro, a partir das 10h, na Praça da Sé, no centro de São Paulo, os trabalhadores realizarão uma Assembleia Nacional para definir um plano de lutas unitário contra a proposta de reforma da Previdência 2019 do governo de Jair Bolsonaro (PSL/RJ).


Servidores realizam novo ato da greve em SP. 
Sindicatos reagem a pressão de Covas

Rede Brasil Atual; 18/02
http://bit.ly/2ScKdgy

O Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep) publicou nota na tarde de ontem (17) repudiando as ameaças e tentativas de coação contra os trabalhadores que aderiam à greve iniciada no dia 4, pela revogação da Lei Municipal 17.020, que aumentou a contribuição previdenciária do funcionalismo de 11% para 14% e criou o Sampaprev. “Há várias ilegalidades na conduta das chefias, muitas vezes coagidas pelas instâncias superiores. O governo Bruno Covas, em desespero para derrubar a greve em crescimento, atenta contra as leis e os direitos. A greve é uma garantia constitucional, prevista no artigo 9º da Constituição de 1988. A Lei 10.806/1989, no seu Artigo 4º, também assegura o direito de greve aos servidores públicos municipais”, defende a entidade.

 

Artigo | A Previdência em números
Folha de S. Paulo; 17/02
http://bit.ly/2SOMUdr

Por Samuel Pessôa: Uma correção: na coluna da semana passada, afirmei que o RGPS (Regime Geral de Previdência Social) urbano foi deficitário de 2002 até hoje. Não é verdade. De 2009 a 2015, foi superavitário. Entre 2016 e 2018 esse déficit, mesmo incluindo na receita as renúncias fiscais, foi de, respectivamente, R$ 107 bilhões, R$ 139 bilhões e R$ 149 bilhões.

 

SinproABC | Assembleia sobre contribuição e 
sustentação financeira do Sindicato: 23/02
Sinpro ABC; 18/02
http://bit.ly/2DR7Jum

 

Sinpaae Ribeirão Preto | Palestra: 
“Só a Convenção Coletiva de Trabalho garante seus direitos”
Sinpaaerp; 18/02
http://bit.ly/2BGjGT6

 

 

Raquel defende que vá para educação básica 
R$ 76 mi de delatores da Lava Jato
Isto É; 18/02
http://bit.ly/2GxAtMf

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, reiterou pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que R$ 76,1 milhões decorrentes de multas referentes aos acordos de delação premiada firmados com os marqueteiros João Santana e Mônica Moura e André Luis Reis Santana, todos alvos da Operação Lava Jato, sejam aplicados integralmente na educação básica.

 

Com mensalidade a partir de R$ 1.000, 
ensino bilíngue chega até a periferia de SP
Folha de S. Paulo; 17/02
http://bit.ly/2tsB5u4

Junto com o crescimento do setor, aumenta a apreensão de educadores em relação à falta de parâmetros de qualidade e de avaliações de resultado, especialmente em um mercado muito heterogêneo. Não há estatísticas oficiais, mas a disseminação de escolas bilíngues no país tem sido puxada tanto por franquias como por sistemas de ensino, que oferecem às escolas um pacote completo com metodologia, material didático e treinamento de profissionais.

 

Artigo | A educação pela treva
Folha de S. Paulo; 17/02
http://bit.ly/2tuGcdb

Por Antonio Prata: Como se educa um filho num país desses? Como dizer “e eles viveram felizes para sempre, agora dorme tranquilo, papai e mamãe tão na sala”, quando na sala papai e mamãe não estão nada tranquilos vendo que a história caminha para longe de um final feliz? Como dizer “não precisa ter medo do escuro”, “monstro não existe”, quando papai e mamãe são obrigados a sussurrar ou falar outra língua ao conversar na frente das crianças?

 

 

Principal meta do MEC é a caça às bruxas
Extra Classe; 19/02
http://bit.ly/2XasMRo

Protocolo de intenções interministerial anuncia devassa nas universidades federais, Pronatec e Prouni a partir de supostas irregularidades em gestões anteriores. O ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez, que está a frente do MEC, aproveitou a crise gerada em torno de Gustavo Bebbiano, para atrair os holofotes para si e apontar  novos inimigos do governo. Ao anunciar a Lava jato da Educação, o ministro mira, entre outras instituições, nas universidades públicas. Para justificar a iniciativa, o ministro alega investigação feita pela sua gestão sobre supostas irregularidades praticadas em gestões anteriores.

 

Ações de Kroton e Estácio seguem queda pós-notícia
da “Lava Jato da Educação”; 

Infomoney; 18/02
http://bit.ly/2T0YhxT

Após a derrocada de até 7% das ações na sexta-feira em que foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro a “Lava Jato da Educação”, os papéis das empresas do setor seguem em queda na bolsa. Na sexta, Bolsonaro defendeu a operação, batizada com este nome pelo ministro da área, Ricardo Vélez Rodríguez, sobre as investigações de medidas adotadas em gestões anteriores. A afirmação ocorre um dia depois da assinatura de um protocolo de intenções para apurar indícios de irregularidades no âmbito do Ministério da Educação.

 

 

Bebianno, ‘Lava Jato da Educação’ e desavença com governadores
turvam chegada da nova Previdência
Folha de S. Paulo; 19/02
http://bit.ly/2GSVVe3

A nova Previdência desembarca no Congresso, nesta quarta (20), em mar revolto. Além da condução da crise que derrubou Gustavo Bebianno, o governo deflagrou duas operações que desagradaram aliados. A “Lava Jato da Educação” deixou a direção do DEM de cabelo em pé –Mendonça Filho, chefe da pasta na era Temer, é da sigla. Já a decisão de desidratar o impacto das mudanças nas aposentadorias sobre a folha dos estados irritou tanto os governadores que a equipe econômica recuou.

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