Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 06 de dezembro de 2023

30 de outubro de 2020

30/11 – patronal nega saúde e direitos, o alerta do Procon sobre a mensalidade das particulares, as escolas militarizadas no Paraná – e mais.

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“Enquanto os educadores demonstravam empenho e generosidade, se adaptando da forma possível ao trabalho remoto em suas casas, só encontramos truculência e brutalidade por parte do Sieeesp. A única preocupação manifesta foi e tem sido com a comercialização da educação”. Leia aqui e compartilhe:   https://bit.ly/31QrmiQ
 

 

‘Escolas na pandemia: patronal nega saúde, direitos e justiça’: a repercussão da Nota Pública da Fepesp

Rádio Peão Brasil; 29/10
https://bit.ly/3ebs9zO
“Em um cenário de inquietação e medo, resultante do elevado grau de proliferação e letalidade do vírus , os dirigentes patronais limitam-se a emitir notas hipócritas queixando-se da atuação da Fepesp em defesa dos educadores e da preservação da vida – o que, em última análise deveria ser a sua obrigação enquanto representantes das escolas”.

Agência Sindical; 29/10
https://bit.ly/3oJWnPw
“Sem interlocução séria e responsável, a Fepesp teve que recorrer à Justiça no intuito de conter os efeitos maléficos de orientações levianas, sem respaldo científico, para resguardar os direitos de professoras, professores e auxiliares de administração escolar”.

 

Brasília: Câmara Federal discute valorização dos profissionais de educação
O documento; 30/10
https://bit.ly/3ebs9zO

A Câmara dos Deputados promoverá audiência virtual na quarta-feira (4) para discutir a valorização dos profissionais de educação. O evento faz parte do ciclo de debates sobre a regulamentação do novo Fundo de Manutenção de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), promulgado em agosto.

A regulamentação do Fundeb ainda depende da aprovação de uma lei para definir a distribuição dos recursos entre estados e municípios.



É na próxima quarta, dia 4: educadores de SP avaliam em assembleias proposta do ensino superior

Agência Sindical; 28/10
https://bit.ly/3jFkDhCSindicatos de professores e auxiliares do Estado de SP do ensino superior privado convocam nesta semana assembleias: o objetivo é colocar em votação a proposta patronal de renovação da Convenção Coletiva de Trabalho. 

Artigo: ‘Escolas cobram conteúdo de alunos como se a pandemia não existisse’
Folha de S. Paulo; 30/10
https://bit.ly/3e7aSb6

Por Laura Mattos: “Se 2020 já parecia ter dado toda a sua cota de bizarrice, o fim do ano letivo é a cereja do bolo nesse mundo surreal da pandemia. Depois de permanecerem fechadas praticamente o ano inteiro no Brasil, escolas particulares cobram dos estudantes notas e engajamento nas atividades como se o mundo não estivesse de pernas pro ar.

De crianças em fase de alfabetização a adolescentes no auge do alvoroço hormonal, estão todos há oito meses trancados em casa, ligados a aulas on-line, a maioria chatíssima. Isso quando já não desistiram, esgotados com um formato que se provou ineficiente na educação básica.

O impacto emocional desse confinamento sem fim é assustador e fica cada vez mais claro em pesquisas e em relatos de profissionais da saúde e de famílias. Crianças e jovens estão ansiosos, tristes, deprimidos. Em casos mais graves e não tão raros, têm síndrome do pânico e tendências suicidas.

Mas, claro, vamos cobrar deles todas as fórmulas decorebas de matemática, todos os poetas secundários do barroco e a conjugação do pretérito imperfeito do subjuntivo”.


Se nada mudar, ensino remoto em 2021 também será marcado por frustração
UOL/Tilt; 28/10
https://bit.ly/3mHIn73

Nesse cenário incerto, alunos e professores devem continuar convivendo com problemas como a falta de acesso a equipamentos, como notebooks e smartphones; a ausência de internet em casa ou de plano de dados adequado para suportar os conteúdos; e as instabilidades constantes das redes.

Os professores, por sua vez, tem feito jornadas de trabalho mais longas porque ganharam o trabalho extra de adaptar suas aulas para o ambiente digital. Eles tiveram que aprender a usar as tecnologias para subir os conteúdos —por exemplo, montar formulários online e criar slides para as apresentações no Google Classroom. Além disso, terminada a aula, precisam checar e responder os emails dos estudantes e comentários na própria plataforma.

 

Na hora da matrícula, Procon diz que contrato de escola deve especificar condição das aulas em 2021
Folha de S. Paulo; 30/10
https://bit.ly/37PBlsC

O Procon-SP determinou que as escolas particulares prevejam nos contratos de rematrícula para o próximo ano letivo em que modelo serão as aulas caso a pandemia se estenda em 2021.

Segundo Fernando Capez, diretor do órgão, os contratos devem trazer a previsão de como serão as atividades letivas considerando as possíveis alterações nas condições de saúde e determinações governamentais. No início do mês, o CNE (Conselho Nacional de Educação) estendeu até o fim do ano que vem a permissão para atividades remotas no ensino básico e superior em todo o país.

 

Sorocaba: Após reabertura, escolas da rede particular registram casos de Covid-19
G1; 28/10
https://glo.bo/3mChscu

Cinco casos de coronavírus foram confirmados em alunos e funcionários de escolas de Sorocaba (SP) desde que as aulas presenciais foram retomadas, no início de setembro.

Segundo a prefeitura, todos os casos foram registrados em escolas da rede particular, sendo que dois deles são um funcionário e um aluno da mesma unidade.

 

Segunda onda de covid-19 já ameaça Manaus de novo colapso na saúde. Situação se agrava na Europa
Rede Brasil Atual; 29/10
https://bit.ly/2TQeOnr

Autoridades alertam para esgotamento de leitos em Manaus. Na Bélgica, médicos infectados não são dispensados, pois faltam profissionais. Nos EUA, quase todo o país tem a pandemia em descontrole.

Uma segunda onda da covid no Brasil é dada como certa por cientistas como Miguel Nicolelis e alertam médicos como o ex-ministro Alexandre Padilha. O país já soma 158.969 mortos e 5.494.376 casos de covid-19 desde março. Nas últimas 24 horas, foram 513 vítimas e 26.106 infectados, segundo boletim desta quinta (29) do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde, o Conass.

 

Paraná faz consulta popular para implantar modelo cívico-militar em 10% das escolas
Folha; 30/10
https://bit.ly/3oFMLVQ

O governo do Paraná abriu consulta pública para implantar um modelo cívico-militar em 216 colégios em todo o estado. A votação começou na terça-feira (27) e deve seguir até esta sexta (30), podendo ser ampliada em algumas instituições em que o quórum não seja atingido.

Só no primeiro dia, 75% dos votantes foram favoráveis à proposta. A Secretaria de Educação confirmou que 52 escolas já aprovaram o modelo, que depende de vontade da maioria, mas só pode ser implantado se mais da metade da comunidade participar da votação.

A APP-Sindicato que representa professores, entrou terça com uma ação para tentar suspender a consulta pública, alegando ilegalidades no processo denúncias de eleitores sendo constrangidos a votar a favor do modelo.

 

Contee repudia militarização do ensino no Paraná
Contee; 29/10
https://bit.ly/2TzDhx4

A militarização das escolas deve ser analisada no contexto da violência policial do país. Afronta as principais diretrizes internacionais de proteção a crianças e adolescentes, especialmente a Convenção sobre os Direitos da Criança, de 1989, ratificada e promulgada no Brasil na década de 1990. Não será a militarização da educação civil que responderá aos problemas da educação, como indisciplina, evasão, violência no ambiente escolar, dentre outros, que são reais, mas para os quais existem outras e melhores soluções.

 

Entenda como devem funcionar as escolas cívico-militares no Paraná
G1; 29/10
https://glo.bo/3jHTivl

O Governo do Paraná divulgou na segunda-feira (26) uma lista com 215 colégios em 117 cidades que passarão para o modelo cívico-militar a partir de fevereiro de 2021. O número de escolas subiu para 216 por causa da inclusão de mais uma em Paranaguá, no litoral do estado. Veja a lista completa.

Com o novo modelo, a rotina de alunos e professores dos ensinos fundamental e médio terá mudanças. Confira abaixo as principais:

Gestão – Dois diretores passarão a comandar a escola: um civil, que vai cuidar da parte pedagógica, e um militar da reserva para tratar de questões como disciplina e hierarquia.

Os dois gestores serão escolhidos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), sem participação da comunidade escolar na escolha. Segundo a secretaria, o diretor civil é quem terá poder de decisão. A orientação disciplinar deve ser mais rígida, mas não tão severa quanto nos colégios do Exército, por exemplo.

Uniforme e monitoramento – Os alunos vão passar a usar uniformes específicos, uma farda azul que será fornecida pelo governo. Haverá monitores militares participando da rotina escolar. Serão de três a cinco policiais da reserva, a depender do tamanho do colégio.

Currículo – O currículo dos estudantes também vai mudar. Eles vão passar a ter uma sexta aula para reforço de matemática, de português e estudo da Constituição Federal, além de bases do direito e cidadania. Professores da rede estadual continuarão dando aulas nesses colégios, que não terão professores militares.

Ingresso – O governo estadual informou que o modelo é inspirado em colégios militares. Apesar disso, o ingresso nos cívico-militares não terão processo seletivo.

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