Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 27 de fevereiro de 2024

29 de julho de 2022

29/07 – Volta às aulas e volta à campanha do Superior na segunda, Datafolha mostra vitória de Lula no 1º turno, reitores querem bancada no Congresso, e mais: um livro sobre a história da Educação e como se tornar professor

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Segunda-feira, 1º de Agosto, o Ensino Superior não só volta às aulas mas volta também a mobilização da Campanha Salarial 2022. Fique de olho: assembleia vem aí! Saiba mais: https://bit.ly/3RMLEST

 

ELEIÇÕES 2022

Datafolha: Lula tem 47% e mantém chance de vitória no primeiro turno –  A pouco mais de dois meses das eleições, novo levantamento do instituto Datafolha, divulgado no início da noite desta quinta-feira (28), mostra que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém vantagem e chance de vencer no primeiro turno. Ele aparece com 47% das intenções de voto, 18 pontos à frente de Jair Bolsonaro (PL), que oscilou dentro da margem de erro, para 29%. O resultado daria ao petista 52,8% dos votos válidos. Rede Brasil Atual, 28/07    https://bit.ly/3bcUbOj


Ex-reitores de universidades tentam criar bancada da educação e da ciência no Congresso – Juntos na SBPC, eles assinaram um documento para defender pautas como a garantia da autonomia universitária e a recomposição dos recursos destinados à pesquisa científica e às universidades públicas —que têm despencado nos últimos anos. É uma espécie de “bancada da ciência e da educação” com pré-candidatos de partidos como PT, PDT e PSOL.  Folha de S. Paulo, 28/07  https://bit.ly/3zDFbm6

 

Lula diz que fará “revogaço” para quebrar sigilos decretados por Bolsonaro –  O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou na manhã de hoje, durante evento promovido pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), na Universidade de Brasília (UnB), que vai fazer um “revogaço”, caso eleito, dos sigilos decretados pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). Valor Econômico, 28/07    http://glo.bo/3JeZvNO


Estudantes convocam ato dia 11 de agosto em defesa da Educação e da Democracia   “O dia 11 de agosto será fundamental para enterrarmos o plano golpista de Bolsonaro. Vamos às ruas para mostrar que juventude não vai se sujeitar a este governo corrupto e que não possui qualquer compromisso com o nosso país”, disse Lucca Gidra, presidente da UMES. Hora do Povo, 28/07     https://bit.ly/3cLFS3M

 

CNTE: é preciso de eleger a educação como prioridade no pleito de 2022  A Confederação Nacional dos(as) Trabalhadores(as) em Educação lançou um jornal mural focado no período eleitoral e na importância de eleger políticos(as) e partidos comprometidos com a escola pública, a valorização dos(as) educadores(as) e serviços públicos de qualidade. “O ano eleitoral é uma oportunidade ímpar de mudar. Mas, para isso, é preciso fazer escolhas bem informadas e olhar além das promessas eleitoreiras”. CNTE, 28/07      https://bit.ly/3bcenjB https://bit.ly/3cLFS3M

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

34% dos estudantes estão com dificuldade de controlar emoções, diz pesquisa – Além da dificuldade em controlar as emoções, 24% dos alunos estão se sentindo sobrecarregados e 18% estão tristes ou deprimidos, de acordo com os pais. Ainda segundo a pesquisa, só 40% dos estudantes estão recebendo algum tipo de apoio psicológico nas escolas. Folha de São Paulo, 27/07    https://bit.ly/3oDYeX9

 

‘Não investir na educação é dar um tiro no futuro’ – Vivemos um novo ciclo, científico e tecnológico, “que está sacudindo o planeta”, segundo o sociólogo e professor Glauco Arbix, especialista em inovação. “O estrago feito na educação básica no Brasil vai ser sentido em 10 a 15 anos”. Valor Econômico, 28/07    http://glo.bo/3S4obN7

 

SAÚDE

Conferência Popular de Saúde vai propor ações para fortalecimento do SUS Entidades, organizações e coletivos que compõem a Frente pela Vida realizam no próximo dia 5 de agosto, em São Paulo, a etapa nacional da Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde. O objetivo é definir o conjunto de propostas para uma Agenda Nacional de Fortalecimento do Sistema Único de Saúde, o SUS. Essas propostas já vinham sendo discutidas nas etapas regionais. Rede Brasil Atual,  28/07   https://bit.ly/3BqabHv

 

 

 

 

Livro sobre História da Educação discute as diferentes formas de se tornar professor no Brasil
Jornal da USP; 28/07
https://bit.ly/3vpgveA

Em meio às dúvidas sobre como será a escola no pós-pandemia, uma publicação da Faculdade de Educação da USP apresenta a importância da história da educação na formação docente.

No livro, autores e organizadores se posicionam como aqueles que defendem a educação formativa dos profissionais da educação básica, “diante dos interesses em torno da educação como mercadoria”. O e-book está disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos da USP.

“História da Educação: formação docente e a relação teoria-prática” foi organizado por pesquisadoras da Faculdade de Educação (FE) da USP e da Universidade Federal da Paraíba, e reúne artigos destinados a docentes em formação, já na ativa, docentes universitários – que formam os formadores – e pesquisadores da área.

De acordo com as organizadoras, a formação teórica de professores estar desconectada da prática é uma discussão que se agravou na atualidade. “Para  nós,  historiadoras  e  historiadores  da  educação,  o  argumento  da  suposta dicotomia teoria-prática é bastante conhecido e tem servido de pretexto quando se trata de avaliar a qualidade do ensino e destinar recursos públicos à  formação  de  professores”, destaca a publicação.

Para rebater este argumento, o livro compartilha o conceito de práxis e a experiência de  professoras e professores, do Ensino Superior à Educação Básica, e suas reflexões sobre a História da Educação. Os artigos também refletem sobre a docência e a relação teórico-prática na sala de aula em diversos eixos, como: gênero e raça, infância e juventude, educação de surdos, ensino na Amazônia, pesquisa na periferia e a visibilidade de intelectuais negros, entre outros.

No lançamento da obra, durante uma cerimônia on-line no dia 22 de junho, Fabiana Garcia Munhoz, professora doutora em educação pela USP, comentou a respeito do capítulo que redigiu: “Contribuições da história da educação para problematizações sobre as questões de gênero, raça e classe no magistério na educação básica”. Nele, a pesquisadora aborda a importância da história da educação para entender o perfil e a realidade dos educadores hoje em dia.

“Um estudo sobre o perfil docente no Brasil, com autoria de Maria Regina Viveiros Carvalho, demonstra que em 2017, 81% do magistério nas etapas iniciais da educação básica era composta por mulheres. Sendo que 42% dessas mulheres eram da cor/ raça branca, 25% eram pardas, 0,6% indígenas e 0,7% amarelas. A proposta foi justamente problematizar esse cenário destacando que ele foi e é construído historicamente. Portanto, ele não está dado. Para isso, eu retomei o início da escolarização feminina no Brasil, em 1827, com a Lei Geral. Lei que abriu a possibilidade de criação de Escolas Femininas de Primeiras Letras”, explica Fabiana, que também integra o Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em História da Educação, da USP.

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