Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo

quinta-feira, 21 de julho de 2022

Por Beth Gaspar em 21 de julho de 2022

21/07 - 6 em cada 10 docentes se formaram à distância, novo bloqueio no orçamento de Educação, SAAE Rio Preto versus Invictus, e mais: em Bueno Aires “e”, “@” e “x” estão proibidos na linguagem inclusiva

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EaD permite elevar a relação entre o número de alunos por professor, além de reduzir custos de infraestrutura física e humana. Com isso, viabiliza aos grandes grupos educacionais um forte incremento em suas margens de lucro. Leia aqui:  https://bit.ly/3zOBOJp

 



Maior parte dos acordos tem reajustes salariais abaixo da inflação. Índice é negativo há quase 2 anos
-  Apesar do resultado melhor em junho, os acordos salariais no primeiro semestre tiveram, na maior parte, reajustes abaixo da inflação (INPC-IBGE), segundo levantamento feito pelo Dieese e divulgado nesta terça-feira (19). A média no ano é de -0,80%. Há quase dois anos não se registra variação positiva mensal – a última vez que isso aconteceu foi em setembro de 2020.  Rede Brasil Atual, 20/07    https://bit.ly/3aYmLCT


Governo prepara novo bloqueio no Orçamento e valor pode passar de R$ 5 bi - O governo deve ampliar o bloqueio de recursos no Orçamento de 2022 para não correr risco de descumprir a regra constitucional do teto de gastos, que impede despesas federais de crescerem além da inflação.  Na Educação, a tesourada foi de R$ 1,6 bilhão de um total de R$ 22,2 bilhões em discricionárias (7,2% do total). Já a Saúde recebeu um corte de R$ 1,2 bilhão de um total de R$ 17,4 bilhões (também 7,2% do total). Folha de S. Paulo, 20/07  https://bit.ly/3PJiTVfEstado de emergência: o que há e o que não há de risco democrático -  Especialistas em direito consideram que texto da PEC das bondades não abre brecha para presidente restringir direitos individuais às vésperas da eleição, mas se preocupam com inclusão de nova figura de excepcionalidade na Constituição). Jornal Nexo, 20/07   https://bit.ly/3PnxfdX

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

6 em cada 10 docentes se formaram à distância; número mais que dobrou em 10 anos, diz Todos Pela Educação -    Em média, 6 a cada 10 alunos que concluíram cursos de formação inicial de docentes (Pedagogia e Licenciatura) entre 2010 e 2020 fizeram educação a distância (EAD). É o que mostra um novo estudo do Todos Pela Educação que analisou dados do Censo da Educação Superior e que será divulgado nesta quinta-feira (21). O levantamento mostra que em 2010, 231.581 pessoas concluíram cursos voltados à formação de professores. Em 2020, foram 235.055, o que representa um crescimento de 1,5% em 10 anos.  G1  20/07   http://glo.bo/3RLm4xD


Programa de educação em tecnologia pode impactar 10 mil alunos em vulnerabilidade social – Em ciclo de formação patrocinado pelo NuBank, 100% on-line, com aulas gravadas e ao vivo, os jovens terão 100 horas de aulas de desenvolvimento web (com CS e JavaScript) e de FrontEnd (com design thinking, UX, CSS, HTML, entre outros). Além disso, o curso vai abordar assuntos relevantes para o mercado de trabalho, como Diversidade, Soft Skills e Gestão de Projetos. Para facilitar o acesso aos conteúdos, há uma parceria com uma operadora de internet, que garante que alunos não utilizem seu pacote de dados para acessar o material da plataforma. As inscrições começam no dia 27 de julho, pelo site do programa.  Valor Econômico 20/07  http://glo.bo/3v5aJOV


Professor desenvolve tabela periódica interativa -   André Galina, professor do Departamento de Química da Unicentro desenvolveu uma tabela periódica que permite acesso a informações sobre elementos de química através de aplicativo para celular. O projeto foi desenvolvido junta grupo de alunos de sua disciplina. “Basta apontar a câmera do celular e os elementos já pulam na tela, você consegue ver quantos elétrons tem a distribuição eletrônica. É muito fácil de usar”, diz o professor.  Correio do Cidadão  20/07    https://bit.ly/3ROGZQc

 

  

 

O NEGÓCIO DA EDUCAÇÃO

Traders Club investe R$ 2 milhões na escola de gestão Galícia -  O acordo dará ao TC a opção de aumentar a sua participação até o fim de 2023 a um valor adicional de até R$ 2,5 milhões. Fundada em 2020 por executivos com mais de 20 anos de experiência em educação, a Galícia possui forte presença em educação à distância (EAD), é reconhecida pelo MEC e atua em três frentes de negócios: a Escola de Gestão, com cursos digitais de MBA,; Escola de Coaching; e a Lugo, com aprendizagem no metaverso e realidade virtual. Valor Econômico  21/07   http://glo.bo/3cx8bTt


Opinião: ‘Parcerias na educação’ -  O jornal Valor Econômico levanta exemplos em cidades remotas de Pernambuco e do Ceará para defender parcerias com o setor privado: “têm ajudado a aprimorar o ensino básico no Brasil e apontam caminhos efetivos para a inserção de jovens em um mercado de trabalho com demandas que se renovam rapidamente no cenário de ebulição tecnológica”. Valor Econômico  21/07   http://glo.bo/3csbdby

 

 

SAÚDE

Vacinas da Pfizer e da Moderna protegem contra Covid por mais tempo, diz pesquisa -    Segundo os autores, enquanto a mediana do tempo para infecção após a vacinação com doses da Moderna e da Pfizer é de 29,6 meses, a observada com as vacinas da AstraZeneca e da Janssen é de 22,4 e 20,5 meses, respectivamente. No caso das infecções naturais, a mediana é de 21,5 meses. Folha de S. Paulo  21/07   https://bit.ly/3ISsnLJ

 

 

 

 

Prefeitura de Buenos Aires proíbe pronome neutro nas escolas
Pleno News; 19/07
https://bit.ly/3Poadnj

Argentinos dizem que a medida visa combater o mau desempenho escolar

A prefeitura de Buenos Aires, na Argentina, proibiu o uso da chamada linguagem inclusiva, como o pronome neutro, nas escolas sob sua jurisdição. Assim, certas palavras terminadas com “e”, “@” e “x” estão proibidas.

A decisão, que foi publicada no Boletim Oficial da cidade de Buenos Aires na última sexta (10), determina o seguinte: “Os professores de estabelecimentos de ensino devem desenvolver as atividades de ensinar e realizar comunicações institucionais de acordo com as regras da língua espanhola”.

Entre as considerações para essa decisão, segundo o jornal Clarín, está a determinação da ministra da Educação da cidade, Soledad Acuña, que apresenta relatórios da Real Academia Espanhola e da Academia Argentina de Letras.

– O uso incorreto da língua espanhola faz com que as crianças tenham obstáculos – disse a secretária da Educação da capital, Soledad Acuña, citada pela agência estatal Télam.

As autoridades de Buenos Aires afirmaram ainda que a proibição da linguagem inclusiva faz parte das medidas para responder ao mau desempenho escolar. Mas a decisão foi recebida com críticas, porque, para muitos, a aparente correlação entre resultados ruins e linguagem inclusiva não é clara.

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