Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de fevereiro de 2024

19 de julho de 2022

19/07 – Ofício da Fepesp ao Semesp para colocar nos trilhos negociação no Ensino Superior, defensores do homeschooling defendem castigos físicos, e mais: cem anos de rádio no Brasil

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Ensino Superior – Fepesp formaliza em ofício: qual é a posição do patronal? Até agora, só impasse: quando vão reconhecer defasagem salarial, quando vão negociar seriamente? Leia aqui:   https://bit.ly/3RMLEST

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

Defensores do homeschooling no Brasil recomendam castigos físicos de crianças  Contrariando a lei, grupos influentes promovem violência física como ferramenta educativa – enquanto ensino domiciliar está prestes a ser regulamentado pelo Senado. Carta Capital; 18/07    https://bit.ly/3uZoS01 


Com o maior programa de alfabetização do país, Piauí é alvo da ‘indústria da denúncia’ –
 Com o maior programa de alfabetização do país e reconhecido na área da educação, o Piauí virou alvo da chamada “indústria da denúncia”. Com saudade do tempo em que faziam assessoria de imprensa para a Operação Lava Jato, alguns veículos passaram a divulgar reportagem ao estilo golpista.  Rede Brasil Atual; 18/07    https://bit.ly/3cmL0Lt


Professores homens têm menor espaço na educação infantil, aponta pesquisa –
 Professoras da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) resolveram pesquisar como é a aceitação de homens como professores na educação infantil e especial em Mato Grosso do Sul. Aparentemente, apesar de terem a mesma formação profissional, a sociedade não costuma aceitar eles em sala de aula por medo do contato com alunos mais vulneráveis.  Campo Grande News; 17/07   https://bit.ly/3zgL7RH


Revista “Malba” reúne desafios matemáticos para estudantes da educação básica –  Elaborada por alunos do Instituto de Matemática e Estatística da USP, a publicação é parte das atividades da Virada Malba Tahan, que é feita anualmente no dia nacional da matemática. Jornal da USP; 18/07    https://bit.ly/3Oh6jeQ

 

ELEIÇÕES 2022

  
TSE rebate em tempo real declarações falsas de Bolsonaro a embaixadores sobre urnas –   Em tempo real, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) rebateu, por meio do presidente da Corte Eleitoral, Edson Fachin, as suspeitas que o presidente Jair Bolsonaro (PL) levantou sobre o sistema eleitoral brasileiro durante conversa com diplomatas nesta segunda-feira (18). O encontro ocorreu no Palácio do Alvorada e foi transmitido pela TV Brasil, rede de televisão pública. Após o encontro, em que os embaixadores entraram mudos e saíram calados, Fachin, sem mencionar o nome de Bolsonaro, rebateu o que chamou de grave “acusação de fraude e má-fé”.Contee; 18/07    https://bit.ly/3ocR1wS
Em 20 anos, Brasil ganhou mais de 40 milhões de eleitores. Votantes adultos crescem acima dos jovens –   Grupo mais numeroso está na faixa de 45 a 59 anos.  Desde a eleição de 2002, o Brasil ganhou mais de 41 milhões de eleitores, chegando agora a um total de 156.454.011, de acordo com os dados divulgados na última sexta-feira (15) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O aumento foi de 35,7%. O ritmo de crescimento foi mais intenso entre 2002 e 2012 (22,04%) do que nos 10 últimos anos (11,24%).  Rede Brasil Atual; 18/07  https://bit.ly/3IMNYVL


Como Anitta opera o apoio a Lula longe da lógica partidária – Cantora reitera voto no ex-presidente, mas dá ‘chega para lá’ no PT. Episódio desperta críticas e elogios. Entenda como a artista conduz suas intervenções e que resultado elas podem produzir. Parte dos apoiadores do PT reclamou, dizendo que não adianta eleger um presidente sem apoio no Congresso. O ex-presidente Lula, por sua vez, interagiu com ela, e ambos concluíram uma conversa de forma simpática. O fato é que Anitta, mais uma vez, protagonizou um episódio político. Nexo; 18/07  https://bit.ly/3Pi7Rqj

 

SAÚDE

Cidade de SP começa a vacinar contra a Covid crianças acima de 3 anos com comorbidades nesta quarta  Crianças com deficiência ou indígenas desta faixa etária também poderão ser imunizados. Prefeito Ricardo Nunes informou que capital tem pouco estoque da vacina. G1; 19/07  http://glo.bo/3v0izt8

 

 

Cem anos do rádio no Brasil: caráter educativo marca história da mídia
Agência Brasil; 18/07
https://bit.ly/3Oh7SJK

Durante a pandemia de covid-19, um dos principais temores dos 471 professores da cidade de Benjamin Constant (AM), que tem cerca de 45 mil habitantes e um dos cem piores índices de escolarização do país (89,5%, segundo o IBGE), era que mais alunos desistissem de estudar. Por isso, os docentes puseram-se a caminhar. Batiam de porta em porta para pedir que os estudantes ligassem os seus rádios em alto e bom som. As aulas chegariam por lá. As vozes dos professores ficariam em uma sintonia de proximidade, mesmo a distância.

Outros municípios pelo país adotaram essa estratégia para chegar a casas em que o rádio faria um papel de manter as aulas mesmo naquele momento de adversidade. O que pode ser que os alunos não saibam é que o papel educativo do rádio é tão antigo quanto a própria implementação do veículo no Brasil. Desde o começo, o rádio no Brasil tem a educação como pedra fundamental.

Democratização da educação – A historiadora Maria Gabriela Bernardino explica que a Rádio Sociedade, fundada em abril de 1923 por Edgard Roquette-Pinto, tinha um cunho educativo predominante. “Não era um rádio como conhecemos as rádios de hoje. A emissora tinha aulas de disciplinas escolares e uma ideia de democratização da educação muito forte”.

Não era à toa. A chegada do rádio foi um fato novo para um país, que na época tinha mais de 80% de analfabetismo. Pelas ondas do rádio, a educação poderia chegar longe e prestar um serviço público de valor inimaginável. “Uma das frases do Roquette-Pinto era que a rádio poderia ser a escola dos que não têm escola. Nesse período, o veículo já consegue levar educação para os confins do Brasil. Em 1936, a Rádio Sociedade foi transferida para o MEC e mudou de nome”, explica Maria Gabriela Bernardino.

Educação no ar – A partir da década de 1940, o programa Colégio no Ar foi sucesso de audiência, com aulas de português, inglês, espanhol, francês, italiano, história do Brasil, geografia e ciências naturais. “Por exemplo, em 1954, foram matriculados 6,5 mil alunos, que eram também atendidos pelos Correios, por onde recebiam o material. E esse programa, o Colégio no Ar, era diário e era apresentado às 7h e às 20h. Então os alunos se acomodavam conforme as suas necessidades. Foi um programa muito importante na história da Rádio MEC”, relembra Liana Milanez.

O historiador Thiago Gomide, presidente da Rádio Roquette-Pinto, aponta que a ideia de rádio escola não nasceu no Brasil e foi inspirada em experiências de outros países. “Mas Roquette-Pinto e outros pensadores levantaram a importância desse veículo ser utilizado na educação – não para substituir as salas de aula, mas funcionando como um pólo de apoio aos professores”, esclarece.

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