Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 27 de fevereiro de 2024

17 de novembro de 2022

17/11 – Policia Federal investiga fraudes na FGV, ensino domiciliar discutido no Senado e barrado em Porto Alegre, neurociência ajuda educação, e mais: dos 8 bi no mundo, 301 mi falam português

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Ensino Superior: sete perguntas e respostas sobre o pagamento imediato do reajuste do salário e os seus direitos nesta série de perguntas e respostas preparada pelo SinproSP. Veja aqui:  https://bit.ly/3EfIYXU

 

Senado debate impacto da regulamentação da educação domiciliar A Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal promoveu, nesta quarta-feira (16), a segunda de seis audiências públicas  para discutir a possibilidade da legalização do homeschooling (educação domiciliar) no Brasil. Além disso, no debate, conduzido pelo senador Flávio Arns de forma remota, representantes de organizações não governamentais, conselhos e associações educacionais discutiram o impacto da regulamentação da medida no ensino público.

“Autorizar a educação domiciliar seria também desconsiderar os avanços do campo da pedagogia, da psicologia escolar, das licenciaturas e vários campos da ciência, ainda colocando no lugar da criança o espaço de ser “autodidata”, a responsabilidade com a educação – esse sistema é, portanto, essencialmente meritocrático, altamente irresponsável em um país tão desigual”, ressaltou a coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda. Correio Braziliense 16/11  https://bit.ly/3EGQFb8

 

 

  

Sindicato em Porto Alegre consegue barrar decisão da prática do ensino domiciliar – O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul deu parecer favorável à Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) movida pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP/RS) para barrar o ensino domiciliar, conhecido como homeschooling.

 

No último dia 31 de outubro, a prefeitura de Porto Alegre publicou um decreto que regulamenta na capital a prática do homeschooling. A medida previa que famílias interessadas pudessem aderir a esse tipo de ensino a partir do ano letivo de 2023. CNTE 16/11  https://bit.ly/3EiVjur

 

ENSINO SUPERIOR

Sete respostas importantes sobre o dissídio no ensino superior – Quando o reajuste de 10,78% deve ser pago? E as diferenças retroativas? Os professores podem ser demitidos? As respostas a essas e outras perguntas estão aqui. Fepesp 17/11  https://bit.ly/3EfIYXU

 

O NEGÓCIO DA EDUCAÇÃO

PF deflagra operação que investiga fraudes na FGV e família Simonsen, diz TV – A Polícia Federal (PF) informou, em comunicado essa manhã, ter deflagrado hoje no Rio de Janeiro a “Operação Sofisma”. A ação visa apurar suposto esquema de corrupção, com atos de fraudes a licitações; de evasão de divisas e de lavagem de dinheiro. Segundo apuração do portal “g1” e da TV Globo, a instituição de ensino alvo da operação é a Fundação Getulio Vargas (FGV). Ainda de acordo com as apurações do portal e da TV, entre os investigados estão membros da família Simonsen, parentes do ex-ministro da Economia Mario Henrique Simonsen, falecido em 1997. Simonsen ajudou a fundar a FGV. Valor Econômico 17/11  http://glo.bo/3Enq1Tk

  

Com vitória de Lula, rede da Estácio expande ensino a distância – O grupo vai anunciar um novo polo educacional a distância em Lavras do Sul (RS) como parte de sua expansão para cidades do interior. Segundo a empresa, seu total de matriculados em todas as modalidades e unidades chega a 1,3 milhão de alunos. Ainda não há projeções para a variação desse número no próximo ano.

Com o novo polo, o grupo chega a marca de 2.500 municípios contemplados pela rede —quase metade do país. Painel S/A FSP 16/11  https://bit.ly/3hQwNt5

 

 EaD: faculdade de longe e sem financiamento – Com a expansão do mercado de educação privada, cresce ano a ano o número de brasileiros formados por ensino a distância. Hoje, quatro em cada dez universitários estudam de casa – uma proporção que dobrou de 2016 para cá. Um dos reflexos disso é que o país está formando uma geração de professores sem contato com a sala de aula: 61% dos estudantes de cursos de licenciatura fazem a graduação a distância.

 Cinco anos atrás, eram 42%. Os dados constam no Censo da Educação Superior, publicado esta semana pelo Inep e que serve de base para este =igualdades. O censo também mostra como o financiamento universitário está numa baixa histórica. Nas faculdades privadas, a proporção de matrículas com algum tipo de financiamento é a menor desde 2013. Piauí 14/11  https://bit.ly/3tDGptW

 

  

 13ª Tribuna Livre para trabalhadores da Educação Metodista – O coletivo de sindicatos representantes dos trabalhadores da Educação Metodista convida os profissionais para a 13ª Tribuna Livre, que será realizada na sexta-feira (18/11), das 17h às 18h, por meio da plataforma Zoom (link: https://us02web.zoom.us/j/88670898873). Em pauta, informes para a assembleia da Recuperação Judicial do dia 22 de novembro.. Sinpro Campinas 16/11

 

Bahema vê potencial para dobrar o número de escolas premium – A Bahema, holding de 11 bandeiras de escolas de educação básica, enxerga potencial para abertura de pelo menos uma nova unidade de seus colégios que, normalmente, tem um ou dois endereços em cada praça. Hoje, o grupo tem 13,5 mil alunos e receita líquida de R$ 348,5 milhões. Em São Paulo, a Bahema é dona das escolas da Vila, Viva e Brazilian International School (BIS) e o curso preparatório Intergraus. Valor Econômico 17/11  http://glo.bo/3Ao030v

 

SAÚDE

A neurociência surge como instrumento para melhorar a educação e torná-la mais eficaz – Ao compreender melhor o funcionamento do cérebro e suas especificidades, os professores podem “se aproximar mais de situações-problema que são vivenciadas em sala de aula, tendo uma compreensão sobre aquilo que realmente pode atingir os alunos, para que a aprendizagem aconteça aproveitando as habilidades cognitivas em sua plenitude”. Dessa forma, a professora enfatiza que reconhecer esses processos neurobiológicos é importante para “conhecer, de fato, os limites e as potencialidades das práticas educativas”.  Jornal da USP, 16/11  https://bit.ly/3GmNuGQ


Baixa escolaridade e hipertensão estão entre principais fatores para demência, diz estudo – Publicada no periódico científico Alzheimer’s & Dementia, a pesquisa indica a baixa escolaridade como o principal fator de risco para a população em geral. Os outros quatro principais fatores são: hipertensão, perda auditiva e obesidade na meia-idade (entre 45 e 65 anos), e falta de atividade física na velhice.

“A educação é um marcador de reserva cognitiva. Isso quer dizer que quanto mais estimulado intelectualmente o indivíduo é, maior resistência ele tem frente às lesões, por exemplo, da doença de Alzheimer e da demência vascular”, afirma a pesquisadora Claudia Kimie Suemoto, médica geriatra pela USP. Folha de S. Paulo, 16/11  https://bit.ly/3X7Fi2Z

 


INTOLERÂNCIA

STF: [ministra] diz que liberdade de expressão ‘não abriga agressões e manifestações de ódio’– A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quarta-feira, 16, Dia Internacional da Tolerância, que liberdade de expressão não abriga agressões e manifestações que incitem ao ódio e à violência, inclusive moral. A magistrada ainda destacou que o exercício da tolerância é ‘premissa fundamental para a concretização dos fundamentos’ da República, em especial ‘a dignidade da pessoa humana e o significado da noção de pluralismo, que compõem o conceito de Estado Democrático de Direito’. Estadão, 16/11  https://bit.ly/3XcUMmg

 

 

8 bilhões no mundo: países lusófonos somam 301 milhões
Folha de S. Paulo, 16/11
https://bit.ly/3E8JYNe

Brasil e Portugal prezam por difusão da língua, e africanos como Angola e Moçambique buscam parcerias estratégicas.

Um mundo com 8 bilhões de pessoas coloca desafios consideráveis sobre a mesa da comunidade lusófona, formada por Brasil e outros oito países. Alguns, claro, são de âmbito doméstico, enquanto outros envolvem o conjunto dessas nações.

Um dos principais reside no alinhamento de expectativas dos objetivos centrais de uma comunidade que tem a língua como traço identitário. Enquanto para alguns dos países a difusão do idioma ainda é prioridade, para outros é a parceria econômica o que mais interessa.

Dentro do todo, o tamanho da lusofonia até parece tímido: a população dos nove países que têm o português como uma de suas línguas oficiais soma 301,6 milhões –3,7% do total do planeta. É como se, a cada mil pessoas no planeta, 38 vivessem nas nações lusófonas.

Em 50 anos, esse número saltará para 426 milhões (4,1% do todo), caso se confirmem as projeções da ONU. E, no final deste século, a lusofonia terá 442 milhões de pessoas. Com seus atuais 215,8 milhões, o Brasil segue como o mais populoso do grupo, mas o crescimento ao longo das próximas décadas é puxado por dois africanos: Angola e Moçambique.

Nem todas essas pessoas falam português, no entanto. Em Angola, apenas 71% são fluentes na língua, por exemplo. No Timor Leste, mais de 20% falam português, mas são poucos os que o têm como língua materna. Na Guiné Equatorial, o idioma é dominado por 1% dos habitantes.

As cifras colocam o português muito atrás das línguas mais faladas no planeta. Cerca de 1,5 bilhão de pessoas são nativas em inglês ou o têm como segunda língua. Os que têm como idioma principal o mandariam são 1,1 bilhão. Na sequência estão o hindi e o espanhol, com 600 milhões cada um.

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