Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de fevereiro de 2024

17 de junho de 2020

17/06 – escola particular quer voltar antes das públicas, rodízio de alunos pós-pandemia, redução de jornada e salário aprovada no Senado, Weintraub cai-não-cai – e mais.  

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Mantenedoras apresentam contraproposta que não modifica maior parte da Convenção Coletiva mas que representa retrocesso, rejeita reajuste. Ainda há muito a ser negociado. Veja aqui: https://bit.ly/2N41vfp

 

 


Escolas particulares querem volta às aulas antes das públicas
Folha de S. Paulo; 16/06
https://bit.ly/37A2gGL

Donos de escolas particulares têm pressionado governos estaduais e municipais para receber permissão para retomar as aulas presenciais antes da rede pública. Eles defendem ter mais recursos e condições de adotar protocolos de higiene e saúde mais rapidamente.

“A escola pública já tem diversos problemas, uma série de questões que foram acumuladas ao longo dos anos. Não podemos ser colocados na mesma situação e esperar que elas tenham condições para que nós possamos reabrir”, disse Ademar Pereira, presidente da Federação Nacional de Escolas Particulares (Fenep).


MEC autoriza aulas a distância até o fim do ano para ensino superior
Valor Econômico; 17/06
https://glo.bo/2YEskwe

O Ministério da Educação (MEC) vai publicar decreto autorizando aulas a distância no ensino superior até 31 de dezembro deste ano e também flexibilizando o estágio prático. Até então, havia um decreto autorizando as aulas virtuais até meados do ano.

“Não imaginávamos que a pandemia fosse durar tanto.  Então, ao invés de publicar um decreto todo mês, decidimos prorrogar até 31 de dezembro”, disse Marcio Coelho, diretor de política regulatória da Seres – Secretaria de Regulação e Supervisão de Ensino Superior do MEC, durante live promovida pela Associação das Mantenedoras do Ensino Superior (Abmes), que aconteceu nesta terça-feira (16).

 

Senado dá aval para governo prorrogar redução de jornada e salário até o fim do ano
Estadão; 17/06
https://bit.ly/3d4Xjqs

O Senado deu aval para o governo prorrogar a suspensão de contratos de trabalho e a redução de jornadas e salários, prevista na MP 936, enquanto durar o período de calamidade pública, ou seja, até o fim do ano. O período de adiamento, porém, dependerá de decisão do presidente Jair Bolsonaro. Os senadores aprovaram nesta terça-feira, 16, a medida provisória sobre o tema por 75 votos favoráveis e nenhum contrário.

A proposta seguirá direto para sanção do presidente Jair Bolsonaro, o que deve ocorrer nos próximos dias. A MP 936/2020 foi assinada por Bolsonaro em abril e é vista como essencial para a preservação de empregos e um alívio financeiro às empresas durante a pandemia de covid-19.

 

Novo ministro foi a favor de saída de Weintraub e diz a aliados que demissão está decidida
Painel FSP; 17/06
https://bit.ly/2AJnPZl

O ministro Fábio Faria (Comunicações) é um dos defensores da demissão de Abraham Weintraub da Educação. Em conversa com parlamentares, disse que Bolsonaro não voltará atrás e já bateu o martelo da demissão. Faria justificou seu posicionamento por estar em busca de pacificação entre as instituições.

Em conversa com parlamentares, Fábio Faria disse que Bolsonaro já bateu o martelo.


Ação da PF aumenta pressão de filhos de Bolsonaro para manter Weintraub
FSP; 17/06
https://bit.ly/2UUnt95

A operação da Polícia Federal contra alvos ligados ao bolsonarismo fez aumentar a pressão dos filhos do presidente Jair Bolsonaro em favor da manutenção de Abraham Weintraub na pasta da Educação.

Weintraub é um expoente da dita ala ideológica do governo, que professa no discurso a ideia de uma revolução política de destruição da política tradicional.

Ele e o chanceler Ernesto Araújo são os principais ministros associados ao grupo, que é liderado pelos filhos do presidente, especialmente o vereador carioca Carlos (Republicanos) e o deputado federal paulista Eduardo (PSL), e emula ideias do escritor Olavo de Carvalho, hoje crítico do governo.


MEC deverá continuar sob influência ideológica olavista com ou sem Weintraub
Paulo Saldaña; 17/06
https://bit.ly/2zJt6Qe

Uma eventual troca no comando do MEC (Ministério da Educação) pode tirar a pasta do centro de polêmicas, movimento provocado pela postura do ministro Abraham Weintraub, mas não há perspectiva de alterações na influência ideológica no órgão.

A ala mais ideológica dentro do governo Jair Bolsonaro, com apoio dos filhos do presidente, foi a maior responsável pela chegada de Weintraub ao MEC. Ele assumiu o cargo em abril de 2019, após demissão de Ricardo Vélez Rodríguez.

Foi exatamente a disposição de Weintraub de manter um papel ativo na chamada “guerra cultural”, com acenos estratégicos à militância de direita mais fiel ao presidente, o principal motivo de sua permanência no MEC até agora.

 

 

Sinpro Campinas: atendimento remoto das 10 às 16h
Sinpro Campinas; 16/06
https://bit.ly/37AJe2O

O Sinpro Campinas e região informa que sua sede, na cidade de Campinas, permanecerá fechada no momento. A decisão foi tomada em respeito à saúde dos funcionários e dos professores que frequentam o local. Dado o alto nível de contágio do coronavírus e a escassez de leitos no sistema de saúde do município, o Sindicato considera prudente manter o isolamento social.

Por enquanto, o atendimento continuará remoto, pelo telefone (19) 99777-6548 ou pelo e-mail sinprocampinas@sinprocampinas.org.br, das 10h00 às 16h00.  O Sindicato está realizando assembleias e encontros virtuais quando necessário.

O Sindicato retomará as atividades presenciais quando considerar seguro e seguirá as orientações de higiene da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Bebel questiona contratação de empresa que fornece aplicativo do ensino à distância no Estado
Tribuna Piracicabana e Região Hoje; 17/06
https://bit.ly/2URrafS

A deputada estadual Professora Bebel (PT) está cobrando informações à Secretaria da Educação para que esclareça denúncia sobre a contratação da empresa pelo governo de São Paulo que forneceu o aplicativo para o ensino à distância no Estado, assim como ingressou com representação junto ao Procurador Geral de Justiça para que seja aberto inquérito e apure se há ato de improbidade e crime, além de ter ingressado com ação popular no Ministério Público.

 

Escola com partido: aulas online obriga milhões a usar app de criadora da TV Bolsonaro
The Intercept BR; 1/06
https://bit.ly/2AMKZ11

UMA EMPRESA com sede numa sobreloja sem identificação na Região dos Lagos do Rio de Janeiro é a responsável por aplicativos usados por 7,1 milhões de alunos e professores de São Paulo, Paraná, Amazonas e Pará para aulas à distância. A empresa, pouco conhecida mesmo no meio em que atua, é ligada a políticos bolsonaristas e a um acusado de participar de uma rede de prostituição de menores de idade.

Contratados a toque de caixa por conta da pandemia, os aplicativos têm problemas: apresentam defeitos de transmissão de som e imagem e não funcionam em celulares mais antigos. Mais grave, entregam à IP.TV, a empresa que os desenvolveu, uma série de dados pessoais de estudantes menores de idade e seus professores. E, em um dos apps, os alunos são expostos diretamente a mentiras e teorias da conspiração bolsonaristas.

 


Secretários de Educação preveem refeitório com lugar marcado e rodízio de alunos na volta às aulas
Estadão; 17/06
https://bit.ly/2AMo85z

Quando forem retomadas, as aulas presenciais nas escolas terão menos alunos por sala e só atividades individuais, nada de trabalhos em grupo. Haverá rodízio entre estudantes em sala e em casa, com continuidade das atividades online. No intervalo, refeitórios terão lugares marcados para que estudantes mantenham a distância entre si. Cada um deverá ter a própria garrafinha de água. Podem ocorrer aulas de reposição aos sábados ou em outros períodos. Professores e alunos devem usar máscaras o tempo todo.

Essas são algumas das diretrizes elaboradas pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) para o retorno às aulas presenciais no País. Os secretários estaduais não têm previsão de datas para a volta, mas elaboraram a cartilha nacional para que Estados façam adaptações às realidades locais, principalmente em relação às ações sanitárias.


Avanço da pandemia expõe falta de planos e previsões falhas da equipe de Guedes
Folha de S. Paulo; 15/06
https://bit.ly/2CdB3hj

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fabio Kanczuk, afirmou recentemente que a autoridade monetária não previa uma crise tão grande. O ceticismo continuava mesmo após uma reunião emergencial do Fed (o banco central americano), convocada em 3 de março para reduzir os juros em 0,5 ponto percentual.

“Quando o Fed reduziu os juros em março, todo o mundo disse: ‘Que loucura, por que estão fazendo isso? Eles estão sabendo de algo que não sabemos? Estão criando pânico’. Pensamos que no Brasil atingiria parte da economia, algo similar com a greve dos caminhoneiros, que atingiu a economia por um período. Não era esperado que fosse grande”, disse há pouco mais de uma semana, reconhecendo que o entendimento mudou ao longo daquele mês.

Na reunião com congressistas, em 11 de março, Guedes disse que, no pior cenário, haveria avanço de 1%. Hoje, o Focus já prevê uma queda de 6,48% para o PIB brasileiro.

 


Pesquisadores da USP desenvolvem mapeamento de casos da covid-19: rua por rua em São Paulo, Capital
Agência Sindical; 17/06
https://bit.ly/37AgoQg

Pesquisadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (Usp) criaram um mapeamento de casos de hospitalizações e até óbitos causados pela Covid-19. Neste mapa é possível verificar a quantidade de infectados em toda a região metropolitana da Capital.

O mapeamento criado pelos pesquisadores mostra, além dos casos notificados pelo Ministério da Saúde, a ferramenta de ilhas de calor, representada pela cor roxa, que determina os locais com maior incidência da doença. A cor laranja representa o número de óbitos.

Acesse – Para verificar a quantidade de casos nas proximidades de sua casa ou de parentes, acesse aqui o mapa.

 

 

Máscaras são cruciais para evitar uma segunda onda da pandemia de coronavírus, aponta estudo
El País; 15/06https://bit.ly/2Bi5liIModelos matemáticos indicam que uso maciço da proteção, combinado com medidas restritivas pontuais, impediria novo surto da doença.Uma simulação com 60 milhões de pessoas mostra que se todos usassem máscara na maior parte do tempo não haveria segunda ou terceira ondas da pandemia de coronavírus. Mesmo em percentagens muito mais baixas, a propagação da covid-19 cairia de seu índice de reprodução (número básico de reprodução ou R0) sem a necessidade de medidas de contenção mais extremas. Segundo os autores desse estudo, na ausência de ferramentas mais tecnológicas e avançadas, se a população em massa cobrir o rosto isso daria o tempo necessário para encontrar uma vacina. No entanto, ainda há cientistas céticos.

O senso comum diz que usar uma máscara protege você contra quaisquer partículas ou patógenos transportados pelo ar. Mas para a ciência isso não está tão claro. Até o surgimento da atual pandemia, havia poucos estudos sobre a eficácia de cobrir a boca e o nariz para impedir a propagação de vírus.

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