Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Por Beth Gaspar em 14 de fevereiro de 2022

14/02 - O Consind da Federação, orçamentos de Educação caem a níveis de 2000, RIP Di Genio, e mais: mulheres na ciência tem seu dia

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No Conselho Sindical da Fepesp, no sábado, dia 12, prevaleceu o espírito de solidariedade: os sindicatos de maior capacidade financeira concordaram em assumir a maior parte do custo de funcionamento da Federação, favorecendo a participação dos sindicatos mais vulneráveis. Leia tudo aqui 


Fepesp se prepara para as batalhas do futuro reunindo seu conselho de entidades sindicais

Radio Peão Brasil; 12/02
https://bit.ly/3sD7egO

A Federação dos Professores de São Paulo -Fepesp realizou neste sábado, 12/02, a décima segunda edição do seu Conselho de Entidades Sindicais, o Consind, para discutir a atuação da representação sindical neste momento de crise e atualizar a estrutura de sustentação financeira da entidade.

O Conselho Sindical da Fepesp concluiu pelo estabelecimento de valores para a contribuição de cada um dos seus sindicatos integrantes ao orçamento da entidade, de acordo com as disposições estatutárias da Federação, em decisão por consenso dos delegados e delegadas ao Consind.

“Essa decisão é um verdadeiro marco na nossa história”, diz Celso Napolitano. “Foi uma proposta construída com a participação dos sindicatos integrantes, aperfeiçoada e afinada durante o nosso Consind e decidida por unanimidade, de forma consensual. Isso reforça o nossa disposição de luta e nos prepara para o futuro”, conclui Napolitano.

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

Orçamentos para investir em educação e ciência voltam a níveis dos anos 2000
Época Negócios; 13/02
https://glo.bo/3rPlO5M

Estudo de pesquisadores da UERJ compara verbas para comprar equipamentos ou obras em 2020, 2021 e 2022 com os planos de gastos propostos por gestões anteriores.

Os recursos reservados para investimentos em educação e ciência pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020, 2021 e 2022 foram os mais baixos no Brasil desde os anos 2000. Mesmo com aumento nos valores este ano, o orçamento para investir do Ministério da Ciência (R$ 720 milhões) fica 78% abaixo do registrado em 2010 (R$ 3,34 bilhões), que teve pico dessa verba para pesquisa.

O MEC tem este ano R$ 3,45 bilhões para investimentos, ante R$ 3,12 bilhões em 2021, mas muito aquém de números entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões de 2009 a 2015 (em valores corrigidos pela inflação). O maior valor proposto pela gestão Bolsonaro foi de R$ 4,63 bilhões, em 2020.



Novo Ensino Médio dará flexibilidade na formação, mas pode aumentar desigualdade entre escolas públicas e privadas
Zero Hora; 11/02
https://bit.ly/3sFWnCB

Estudiosos que pesquisam a reforma do Ensino Médio desde sua concepção, em 2017, estão preocupados com as novidades que chegam com o ano letivo de 2022. Os alunos dos primeiros anos da etapa que chegarem às escolas no dia 21 de fevereiro conhecerão um currículo bem diferente do existente até então, com uma carga horária menor das disciplinas antigas, a fim de abrir espaço para a entrada de componentes curriculares novos.

Em 2023 e 2024, esses estudantes também precisarão optar por áreas de conhecimento a serem aprofundadas, em detrimento de outras. A projeção dos pesquisadores é de que essa mudança ampliará a desigualdade entre escolas públicas e privadas.

 

"Precisamos buscar alunos que estão fora da escola", diz chefe do Unicef
UOL; 13/02
https://bit.ly/3gLM1vq

A volta às aulas quase dois anos de pandemia de covid-19 trouxe um desafio para o Brasil: levar criança e adolescentes de volta para a escola. O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) atua na busca desses estudantes que deixaram a escola em 2020 e 2021.

A busca ativa do Unicef por esses alunos ocorre hoje em 3.142 municípios do país. O programa já existia antes da pandemia, mas "passou a ser ainda mais fundamental nesse contexto", diz Bauer. De acordo com ela, no período da pandemia, essa busca ativa já reintegrou mais de 80 mil crianças e adolescentes que voltaram para a escola.

 

O NEGÓCIO DA EDUCAÇÃO

COGNA (Kroton) anuncia mudanças na gestão e recompra de até 103 milhões de ações
Monitor do Mercado; 11/02
https://bit.ly/3gHtiBt

A Cogna Educação empresa de educação que controla diversas operações como a Kroton, de ensino superior, e a Vasta, de ensino digital  informou que Roberto Valério e Rodrigo Galindo assumem as posições de CEO da companhia e presidente do conselho de administração da

O Conselho de administração da Cogna aprovou ainda o programa de recompra de até 103 milhões de ações (cerca de R$ 250 milhões), o que representa 5,5% do total de ações em circulação. O Programa será concluído em até 12 meses, a partir de 16 de fevereiro, segundo a Companhia.

 

GENTE

João Carlos di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo, morre aos 82 anos
Folha de S. Paulo; 13/02
https://bit.ly/3LvVC7Y

O professor, médico e empresário João Carlos di Genio, fundador do grupo Unip/Objetivo, morreu de causas naturais, na noite deste sábado (12), em sua casa nos Jardins, na zona oeste de São Paulo. Ele completaria 83 anos no próximo dia 27.

Di Genio começou sua carreira de professor quando ainda era um estudante universitário. Aprovado em primeiro lugar em duas faculdades de medicina, ele dava aulas de física em um curso pré-vestibular no Cescem (Centro de Seleção de Candidatos às Escolas Médicas).

Em dezembro de 1965, ele e outros colegas e professores da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) resolveram abrir o próprio curso, chamado de Objetivo. Di Genio formou-se médico, mas, por causa do sucesso dos alunos nos vestibulares para medicina, resolveu continuar como professor.

A carreira na educação e área empresarial acabou ganhando força rapidamente. O Colégio Objetivo foi fundado em 1971, e as faculdades Objetivo, em 1972. Em 1988, elas se transformaram na Unip (Universidade Paulista).

Hoje, a universidade e colégio Objetivo somam cerca de 600 mil alunos.

 

CORONAVÍRUS

SP estabelece novas recomendações para isolamento em caso de Covid-19
R7; 13/02
https://bit.ly/3oOr1IV

Assintomáticos deverão ficar em isolamento até sétimo dia após data da realização do teste. Objetivo é conter transmissão da Ômicron.

Com o rápido avanço na transmissão da variante Ômicron na cidade de São Paulo, a Secretaria Municipal de Saúde publicou na sexta-feira (11), no Diário Oficial, a portaria 070/2022, que atualiza as recomendações de tempo de isolamento para os casos confirmados da Covid-19. O objetivo é conter a disseminação da doença na capital.

A Ômicron se tornou a principal variante do coronavírus em circulação. De acordo com a nova portaria, fica estabelecido que, uma vez confirmado o caso de Covid-19, o paciente assintomático com RT-PCR detectável ou teste de antígeno reagente para Sars-CoV-2 deverá iniciar imediatamente o isolamento, que só poderá ser suspenso no sétimo dia após a data da realização do teste. A medida só valerá para a pessoa que tiver permanecido assintomática por todo o período do isolamento.

 


 

 

SINDICATOS

 

 

Mulheres na Ciência: alunas e professoras lideram projetos para incentivar participação feminina na tecnologia
G1; 11/02
https://glo.bo/3oJ8P3h

Esta sexta-feira (11) marcou o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2015, com o objetivo de promover a inclusão e manutenção de mulheres e meninas nesses estudos.

Mesmo com avanços nos últimos anos, elas ainda são minoria em áreas exatas e de tecnologia. Diante desse cenário, o g1 conversou com alunas e professoras de dois projetos da Universidade de Brasília (UnB) que incentivam mulheres cientistas.

As iniciativas são focadas na importância de promover a inclusão das mulheres e das meninas nessas áreas, e do ensino de tecnologia desde a educação básica.

Segundo dados da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), as mulheres correspondem a 51,6% dos estudantes matriculados nos cursos de pós-graduação, no Distrito Federal.

No entanto, nas áreas das ciências exatas, engenharias e computação, os homens ainda são maioria. De acordo com a Capes, dos 329 alunos bolsistas nessas áreas, no DF, 202 são homens, o que representa 61,39%.

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