Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo

quinta-feira, 3 de março de 2022

Por Beth Gaspar em 3 de março de 2022

03/03 - A defasagem de salários na educação privada, Educação é o tema da Campanha da Fraternidade de 2022, 32 universidades brasileiras recebem refugiados, e mais: a desmilitarização da Ucrânia e as sanções na economia

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Professores e técnicos de ensino do Sesi/Senai de São Paulo aprovaram a renovação por mais um ano do Acordo Coletivo de Trabalho, com a manutenção de todas as cláusulas!

Esse Acordo engloba reajuste salarial, a partir de 1º de março, com a reposição integral do INPC dos últimos 12 meses. “A inflação disparou e deve ultrapassar os 10% no período. Por isso, é muito significativa a defesa da reposição integral”, diz Celso Napolitano. “Menos da metade das categorias profissionais conseguiram repor a defasagem inflacionária nas campanhas deste ano”, segundo indica estudo recente do DIEESE, o Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos. Leia tudo aqui. 

 

 

Decisão sobre flexibilizar máscara em escolas de SP pode ocorrer em 2 semanas, diz secretário
Estadão; 02/03
https://bit.ly/3puQis0

O secretário de Educação de São Paulo, Rossieli Soares, disse nesta quarta-feira, 2, que uma decisão sobre flexibilizar o uso de máscaras pelas crianças em escolas pode ocorrer nas próximas duas semanas. O tema, afirmou o secretário, está em debate no governo paulista.  “Acho que essa é uma tendência aqui, mas essa discussão está sendo feita pelo comitê científico do governo”, disse o secretário.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda máscaras para crianças acima de 5 anos quando há alto risco de transmissão da covid no local.

 

Educação será tema da Campanha da Fraternidade em 2022
Folha de São Paulo; 02/03
https://bit.ly/3IEKLa3

A Campanha da Fraternidade da Arquidiocese de São Paulo terá o tema educação, anunciou nesta quarta-feira (2) o cardeal dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo.

O tema será abordado sob o impacto da pandemia de Covid, que afastou as crianças das escolas e aprofundou a desigualdade no acesso à educação. Grande parte dos estudantes enfrentam defasagem na volta às aulas presenciais por falta de acesso ao ensino a distância.

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

Estudo mostra defasagem de salários de professores da rede particular
Agência Brasil; 24/02
https://bit.ly/35lGDNN

Levantamento mostra que, em média, professores de escolas particulares recebem salários inferiores ao novo piso nacional do magistério em escolas públicas, que neste ano chegou a R$ 3.845. As menores médias salariais nas particulares estão entre professores da educação infantil, com salários de R$ 2.250.

O levantamento foi feito pelo Grupo Rabbit, que presta consultoria em gestão educacional, entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022, de forma amostral, com 332 escolas com perfis diversos.

Para professores do ensino Infantil e do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, os salários giram em torno de R$ 2.250 a R$ 2.638, respectivamente, para jornadas integrais, de 40 horas semanais.

No ensino médio e nos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano, os salários são baseados em valores por hora/aula. A média da hora/aula para o ensino fundamental gira em torno de R$ 22 e, para o ensino médio, cerca de R$ 30.

A maior parte das escolas participantes do levantamento, 43%, está localizada no estado de São Paulo, seguida por 10% no estado do Rio de Janeiro. As demais instituições estão distribuídas entre estados da região Nordeste (18%), Sul (11%), Sudeste (9%) e Norte e Centro-Oeste, que juntas somam 9% da amostra.

 

Sistema Nacional de Educação tem votação adiada para 9 de março
Agência Senado; 24/02
https://bit.ly/33N2ugf

O projeto que cria o Sistema Nacional de Educação (SNE) deve ser votado no dia 9 de março. De autoria do senador Flávio Arns (Podemos-PR), o Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019 seria votado no Plenário do Senado na tarde desta quarta-feira (23), na forma de um substitutivo apresentado pelo senador Dário Berger (MDB-SC), mas teve sua apreciação adiada. A matéria já havia sido aprovada na Comissão de Educação (CE), em novembro do ano passado.

 

O Sistema Nacional de Educação é o melhor caminho?
Estadão; 27/02
https://bit.ly/3pxhDtu

Por Celso Niskier, presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES): “A despeito dos graves desdobramentos da pandemia na esfera educacional, a aprovação de um sistema nacional de educação não pode se dar pelo calor do momento. Inclusive, tanto o Ministério da Educação (MEC) quanto o Conselho Nacional de Educação (CNE) estiveram pouco envolvidos na discussão e não têm ampla convergência com a proposta. A conjuntura pede calma, reflexão, ação e foco na direção correta. Caso contrário, corremos o risco de colocar por água abaixo mais um esforço para ofertar uma educação de melhor qualidade e mais igualitária para a população brasileira”.

 

O NEGÓCIO DA EDUCAÇÃO

Stoodi: o serviço online da Cogna que concorre com cursinhos por R$ 24,90
Exame; 28/02
https://bit.ly/3vwoE1H

A empresa de educação Cogna já tem uma atuação forte na educação superior – por meio da Kroton -- e na educação básica – por meio da Vasta. Agora, está reforçando sua presença nos cursos preparatórios para o ensino superior, .  A atuação nessa frente ocorre por meio da Stoodi, serviço preparatório para o vestibular que está dentro do guarda-chuva da Kroton.

Uma das novas frentes de atuação é a oferta de serviços para escolas particulares. Por meio da plataforma Stoodi, a escola tem acesso a mais de 6 mil vídeo aulas, mais de 30 mil exercícios, e simulações de redação. A plataforma também fornece ferramentas para professores e diretores acompanharem o desempenho de cada aluno e turma.

O próprio aluno também pode aderir ao serviço da Stoodi de forma individual. Nessa modalidade, o cursinho online custa a partir de 24,90 por mês, podendo chegar a 89,90 por mês no caso do preparatório focado em medicina.

 

CORONAVÍRUS

Brasil ultrapassa 650 mil mortos por Covid; ainda sob influência do feriado, média móvel cai para 509
G1; 02/03
https://glo.bo/3702n24

O Brasil registrou nesta quarta-feira (2) 335 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 650.052 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 509. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -39%, indicando tendência de queda nos óbitos decorrentes da doença pelo segundo dia seguido.

A análise da média móvel deve ser feita com cautela devido ao feriado de carnaval. Como em muitos municípios há equipes trabalhando em escala de feriado, é comum que os registros sejam menores do que o esperado, o que gera um reflexo de acúmulo para os dias úteis posteriores. Na terça-feira da última semana, por exemplo, foram 839 mortes registradas em 24 horas (mais de 3 vezes o total desta terça).

 

 

 

 

Uma semana de guerra: o avanço militar, as sanções e a diplomacia
Nexo; 02/03
https://bit.ly/3hwejdY

A “invasão total” prevista pela Ucrânia não ocorreu em uma semana de guerra, mas a Rússia continua avançando pelo território do país vizinho. Enquanto isso, as sanções econômicas contra o governo de Vladimir Putin crescem. Nas Nações Unidas, a Assembleia-Geral condenou a investida militar russa, enquanto as partes envolvidas conversam sobre um possível cessar-fogo. O “Durma com essa” desta quarta-feira (2) resume o que aconteceu desde 24 de fevereiro no conflito do leste europeu. O repórter especial João Paulo Charleaux fala sobre o grande comboio russo que está a caminho de Kiev, capital ucraniana.

 

Neutralidade e desmilitarização da Ucrânia são cruciais para fim da guerra
Estado de Minas; 02/03
https://bit.ly/3hwejdY

O presidente russo, Vladimir Putin, em telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, nesta segunda-feira (28), condicionou o fim da invasão à Ucrânia com o reconhecimento da Crimeia como um território russo e a  ‘desmilitarização’ do Estado ucraniano. As informações são da AFP.

Putin exigiu “o reconhecimento da soberania russa sobre a Crimeia, o fim da desmilitarização e da desnazificação do Estado ucraniano e a garantia de seu status neutro” como pré-requisitos para qualquer acordo, informou o Kremlin em um comunicado divulgado após o telefonema.

 

Brasil já conta com 32 universidades com vagas específicas para refugiados
Folha de São Paulo; 02/03
https://bit.ly/3vAQLg0

Pelo terceiro ano consecutivo, a Unifesp engrossa um movimento que já envolve 32 instituições públicas e privadas de ensino superior do país e oferece em seus cursos vagas específicas para refugiados, apátridas e pessoas com visto humanitário.

Neste ano, a graduação em medicina da universidade, uma das mais conceituadas e disputadas do país, dedicou uma cadeira à ação inclusiva.

Os convênios com as universidades têm sido possíveis por meio da Cátedra Sérgio Vieira de Melo, programa implementado pelo Acnur (Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), uma homenagem ao diplomata brasileiro morto em 2003 durante um atentado a bomba no escritório das Nações Unidas em Bagdá, no Iraque.

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