Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de fevereiro de 2024

2 de agosto de 2021

02/08 – 80% temem contágio por covid na volta às aulas, vacinação chega a pessoas de 28 anos, os 40 anos da Conclat, e mais: ouro e prata na ginástica, bronze em natação e tênis de duplas

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Sua contribuição negocial, uma vez por ano, contribui para a força e a independência do Sindicato na negociação dos seus direitos. A quem pode interessar se opor a isso? Veja agora: https://youtu.be/iwghV0TqPUA

 

 


80% temem contágio por Covid na volta às aulas presenciais em São Paulo, diz pesquisa
Agora; 31/07
https://bit.ly/3foqQPP

Uma pesquisa encomendada pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) ao Instituto Vox Populi aponta que, em média, 80% dos professores, alunos e pais têm medo de serem contaminados pela Covid-19 na volta às aulas presenciais na rede pública do estado de São Paulo, prevista para a próxima segunda-feira (2).

A sondagem foi realizada entre junho e julho deste ano e ouviu 3.600 pessoas, sendo 1.500 professores, 1.500 pais de alunos e 600 estudantes de ensino médio.

Segundo a pesquisa, 85,6% dos docentes têm o receio de contrair a doença, assim como 81,8% dos pais e 75,1% dos alunos. Além disso, apenas 25% dos entrevistados afirmam que o governo tem dado condições adequadas para o retorno seguro.

 

Volta às aulas: especialistas explicam em 10 pontos como fazer um retorno mais seguro
G1; 01/08
https://glo.bo/3flPAbF

A volta às aulas das redes pública e privada e do ensino superior podem acontecer no modo presencial a partir da segunda-feira (2) em algumas cidades. Para evitar que a transmissão do coronavírus aumente com o reinício das aulas, o G1 conversou com especialistas para entender quais os cuidados necessários para um retorno seguro.

Apesar dos avanços da vacinação no país, a imunização em menores de 18 anos de idade ainda não começou.

Nesta reportagem, veja as respostas para as seguintes questões:

1.A quais protocolos de segurança adotados pelas escolas os pais devem ficar atentos antes de decidir autorizar ou não o retorno presencial de seus filhos?
2. Em quais casos os pais não devem enviar os filhos às escolas?
3. Qual máscara os estudantes, no geral, devem utilizar?
4. Escalonamento das turmas é uma boa ideia?
5. Como deve ser organizado o intervalo/ hora do recreio?
6. Qual o distanciamento seguro contra o vírus?
7. Devo me preocupar com a transmissão do vírus ao tocar em maçanetas, mesas e cadeiras?
8. Quais devem ser os cuidados sanitários, caso o estudante queira ir ao banheiro?
9. Devo me preocupar caso o estudante toque em uma superfície contaminada e, em seguida, leve a mão ao rosto?
10.Utilizar álcool gel é importante?

 

Professores vão de casa em casa para trazer alunos de volta à escola em SP
Folha de S. Paulo; 29/07
https://bit.ly/3A0ivd1

A uma semana do início do segundo semestre letivo, diretores e professores de escolas públicas de São Paulo têm feito uma maratona de ligações, mensagens e visitas domiciliares para chamar os alunos de volta à sala de aula e recuperar o estrago de quase um ano de escolas fechadas na capital paulista.

“Encontramos tantas situações diferentes durante a pandemia, como o caso de crianças que acompanham as aulas remotas e estão vivendo na rua com as famílias, meninas grávidas, jovens que estão trabalhando”, diz Márcia Bonifácio, coordenadora do Naapa (Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem), da secretaria municipal de Educação.


Empresas monitoram vacinação de Covid-19 de funcionários, mas ainda não sabem se vão exigir imunização
O Globo; 29/07
https://glo.bo/3xkaTjG

Com avanço da vacinação contra Covid-19, empresas controlam a imunização dos funcionários e tentam definir como agir se houver recusa sistemática de se proteger do vírus.

O controle passa por aviso aos empregados, individualmente, da data da vacinação e da segunda dose, de pesquisas entre funcionários para mapear quem já concluiu as duas etapas e pedidos que enviem o cartão de imunização, mas sem imposição explícita.

A advogada trabalhista Juliana Bracks lembra que há duas decisões judiciais que confirmaram a demissão por justa causa (sem direito à indenização) de uma funcionária de hospital que recusou a vacina, mas há comportamentos variados nas empresas.

Há os que entendem que interesse coletivo se sobrepõe ao individual e que a justa causa se aplica. “Recusar a vacina seria ato de insubordinação, por não estar zelando pela coletividade”. Entende a advogada.


Campinas: Justiça nega liminar sobre afastamento de 185 profissionais da educação com comorbidades e sem segunda dose
G1; 30/07
https://bit.ly/2Wr3K4r

A Justiça trabalhista negou o pedido de liminar feito pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) para exigir que a Prefeitura de Campinas (SP) afaste 185 profissionais da educação municipal que possuem comorbidades da Covid-19 e ainda não completaram o esquema vacinal. O MPT informou que vai recorrer.

A decisão da juíza do trabalho Olga Regiane Pilegis é de quarta-feira (28). Pilegis afirma que a concessão da liminar impediria que a prefeitura pudesse apontar as medidas adotadas para proteção destes profissionais.

 

TRABALHO

Conclat faz 40 anos e debate sobre sindicalismo se impõe novamente, escrevem líderes sindicais
Poder 360; 31/07
https://bit.ly/3jusCjV

Por Miguel Torres, Ricardo Patah e Adilson Araujo: “Um novo ânimo no movimento sindical, como ocorreu há 40 anos, na 1ª Conferência da Classe Trabalhadora, a Conclat, é fundamental para avançarmos. A Conclat de agosto de 1981 inseriu os trabalhadores no debate sobre a volta da democracia, além de discutir a estrutura sindical e de lançar as bases para as centrais contemporâneas.

Desta forma afirmamos que o debate sobre o sindicalismo deve se situar no contexto nacional e não se limitar à uma lógica interna. A situação do trabalhador e das relações de trabalho deve ser considerada sob uma ideologia progressista e, como há 40 anos, quando o Brasil atravessava um período de abertura e redemocratização, sendo a Conclat parte importante daquele processo, hoje a realidade que nos cerca exige que nos posicionemos para que este seja também um momento de travessia e superação. Para que estejamos de fato em um caminho de retomada de uma situação de prosperidade, esperança, paz”.

POLÍTICA EDUCACIONAL

Ministro da Educação marcou agenda em Noronha e aproveitou para esticar em férias
Metrópoles; 31/07
https://bit.ly/3fnujye

Milton Ribeiro, o ministro da Educação, visitou Fernando de Noronha duas vezes durante seu primeiro ano à frente do cargo e, nas duas ocasiões, foi à ilha de Pernambuco por motivo de trabalho às vésperas de um feriado e, da segunda vez, há duas semanas, na véspera do começo de suas férias.

O ministério não respondeu quem bancou as viagens.

 

CORONAVÍRUS 

Cidade de SP vacina contra Covid pessoas com 28 anos ou mais nesta segunda-feira
G1; 02/08
https://glo.bo/3fmp5Tq

A cidade de São Paulo vacina nesta segunda (2) e nesta terça-feira (3) contra a Covid-19 quem tem 28 anos, grupo composto por cerca de 145 mil pessoas. Para se imunizar é obrigatório apresentar comprovante de residência na capital e um documento de identificação.

Pelo Filômetro (De olho na fila, aqui), é possível acompanhar a situação de espera nos postos de vacinação contra Covid-19 que estão em funcionamento na cidade.

 

 

  

O NEGÓCIO DA EDUCAÇÃO

Startup indiana de educação infantil quer tornar Brasil seu 2º maior mercado
CNN; 29/07
https://bit.ly/3ijQZBg

A edtech BYJU’s é a maior startup da Índia e acaba de chegar ao Brasil com planos de tornar o país seu segundo maior mercado no mundo. A empresa, fundada há cerca de dez anos pelo professor Byju’s, começou exatamente pela vontade do docente de ensinar — e ensinar cada vez mais pessoas.

A expansão da BYJUU’s está dividida em duas fases. Na primeira delas, a edtech foi para países de língua inglesa, como Estados Unidos, Austrália e Reino Unido. Na segunda, o objetivo é pisar firme no Brasil, na Indonésia e no México. Tudo com um investimento de cerca de US$ 1,5 bilhão adquirido nos últimos 18 meses.

 

6 grupos empresariais que ‘sacodem’ o setor da educação
Yahoo; 29/07
https://bit.ly/37g39ow

A educação básica é um setor que movimenta cerca de R$ 80 bilhões ao ano. De olho nesse mercado lucrativo, grupos empresariais do ramo educacional, iniciaram 2021 com estratégias de aquisição de novas escolas, com o objetivo de expandir seus negócios, tanto em volume de alunos quanto em expansão geográfica, com mais escolas no país.

Para garantir a compra de escolas e posicionamento de mercado junto a investidores, os grupos empresariais chegam propondo diferenciais como gestão profissionalizada, ensino através de plataformas de tecnologia, além de educação bilíngue que se tornou uma tendência no ensino de escolas particulares voltadas às classes de maior poder aquisitivo.

Confira os 6 maiores players que movimentar o setor educacional:
1. Eleva Educação
2. Inspira – Rede de Educadores
3. Grupo SEB
4. Bahema Educação
5. Cognita
6. Arco Educação

 



 Rebeca leva ouro e é 1ª brasileira com 2 medalhas numa só Olimpíada
Nexo; 29/07
https://bit.ly/3rNUL93

O Brasil conquistou mais pódios no fim de semana em Tóquio. A dupla Luisa Stefani e Laura Pigossi levou um bronze inédito no tênis. O nadador Bruno Fratus também foi bronze nos 50 metros. E a ginasta Rebeca Andrade ganhou ouro no salto, tornando-se a 1ª brasileira com duas medalhas numa só Olimpíada.

Após conquistar a prata no individual geral, um feito inédito para a ginástica brasileira, Rebeca Andrade, de 22 anos, fez história mais uma vez na madrugada deste domingo (1) ao ganhar o ouro na disputa de salto na Olimpíada de Tóquio. Além de trazer as primeiras medalhas olímpicas da ginástica artística para o Brasil, Rebeca quebrou um outro recorde ao se tornar a primeira brasileira a conquistar duas medalhas em uma única edição dos Jogos. Antes dela, apenas atletas brasileiros homens atingiram essa marca.

Rebeca escolheu movimentos de alta complexidade para a disputa final e chegou a trocar um dos saltos que havia escolhido nas classificatórias pelo Amanar, de duas voltas e meia, que lhe rendeu a nota 15.000 e garantiu a vitória. Ela também executou um outro salto difícil, o Cheng, e fechou a disputa com 15.083 pontos. No segundo lugar, ficou a americana Mykayla Skinner (14.916 pontos), e em terceiro a sul-coreana Yeo Seojeong (14.733).

O salto é a grande especialidade de Rebeca, mas sua vitória não deixa de surpreender. A ginasta paulistana já passou por três cirurgias para reconstruir um ligamento do joelho direito, e os saltos exigem muito dos membros inferiores no momento da aterrissagem. Uma das cirurgias foi feita antes do Mundial de 2019 e Rebeca poderia não ter participado dos Jogos de Tóquio se eles tivessem acontecido em 2020. O adiamento para 2021,por causa da pandemia de covid-19, garantiu sua participação e as vitórias históricas para a modalidade no Brasil.

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