Fepesp - Federação dos Professores do Estado de São Paulo

segunda-feira, 1 de junho de 2020

Por Beth Gaspar em 1 de junho de 2020

01/06 - SP flexibiliza mas não volta às aulas, Weintraub calado na PF, 500 mil casos na pandemia, - e mais: #somos70porcento.

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Assista agora, na TV Fepesp:   https://bit.ly/2XNwtxv

 

Debate: ‘Com a pandemia, os alunos da rede pública deveriam ser aprovados automaticamente?’
Folha de S. Paulo; 30/05

Sim - Mozart Neves Ramos, Instituto de Estudos Avançados da USP
https://bit.ly/2ZYofFs
Precisamos ter bom senso, pois reprovar estudantes em um ano de pandemia significa aumentar ainda mais a crise social e econômica pela qual vamos passar. É hora de acolher nossos estudantes e professores com doçura e carinho no retorno às aulas.

Não – Fred Amancio, Secretário de Educação e Esportes de Pernambuco
https://bit.ly/3eEwF8Y
Diante disso, as redes não medem esforços para desenvolver diversas ações pedagógicas para minimizar os danos causados pela suspensão das atividades presenciais. Todas essas estratégias são suficientes? Provavelmente não, mas a grande preocupação deve ser com a aprendizagem de nossos estudantes.

 

Prefeitura de SP publica decreto que prorroga quarentena na cidade até 15 de junho
G1; 30/05
https://glo.bo/2XkdfjS

Embora plano do governo estadual tenha permitido a flexibilização na capital, abertura de atividades só será realizada após aprovação pela prefeitura de propostas apresentadas pelos setores econômicos.

 

Flexibilização da quarentena em SP preocupa pais que voltarão ao trabalho com creches e escolas ainda fechadas
G1; 28/05
https://glo.bo/3dpk1ul

Primeira fase da reabertura da economia na capital paulista, após mais de 60 dias de quarentena para tentar conter o coronavírus, não vai contemplar escolas e creches. Pais que precisam voltar ao trabalho reclamam que não têm com quem deixar os filhos.

Em nota, a Secretaria Estadual da Educação disse que a volta às aulas será gradual e regionalizada, seguindo o que os dados científicos de saúde indicarem em cada região do estado, e que diretrizes devem ser publicadas nas próximas semanas.

 

PF vai ao Ministério da Educação para ouvir Weintraub; ministro fica calado em depoimento
G1; 30/05
https://glo.bo/2XmtvB2

O ministro Abraham Weintraub se manteve em silêncio em depoimento na manhã desta sexta-feira (29) no Ministério da Educação. Durante o interrogatório, ele não respondeu a perguntas. Disse que desejava fazer uso do direito constitucional de permanecer calado. O depoimento era parte das investigações do chamado "inquérito das fake news", aberto pelo Supremo Tribunal Federal.

A ordem para que Weintraub prestasse depoimento partiu do ministro Alexandre de Moraes, do STF, responsável pelo inquérito, que apura a disseminação de notícias falsas e ameaças aos ministros do tribunal. O objetivo do depoimento era esclarecer a manifestação de Weintraub na reunião ministerial de 22 de abril, cujo conteúdo se tornou conhecido na semana passada.

 

Artigo: ‘De uma vez por todas, fora Weintraub’
Folha de S. Paulo; 31/05
https://bit.ly/3gJu4fO

Por Tabata Amaral: Não temos um Ministro da Educação. Temos é um militante que representa aquilo que há de pior, mais intolerante, autoritário e ignorante no governo Bolsonaro. Não podemos ter um segundo ano perdido para a educação. Recorremos à decisão do STF de não acatar nosso pedido de exoneração de Abraham Weintraub e precisamos continuar pressionando por sua saída imediata.

A educação, que é o principal pilar de desenvolvimento de qualquer país, será ainda mais crucial se quisermos superar o desemprego e o aumento da pobreza que vêm pela frente. É para que uma geração inteira não seja condenada que nós estamos lutando.


Professor sofre com as MPs, critica presidente do Sinpro-SP
Agência Sindical; 28/05
https://bit.ly/36NHNh2

Há séculos, o aluno vai à escola. O professor vai à sala de aula. Ali se cria o ambiente para a educação e a formação. Isso mudou, devido ao isolamento social forçado pela pandemia do novo coronavírus e também pelas MPs do governo, como as 927 e 936. No momento, professores dão aula de casa e alunos assistem à distância. Isso mexe com as condições de trabalho, reduz salários e, no caso do professor, põe em risco a jornada legal de 800 horas por ano ou 200 dias letivos.

O alerta é de Luiz Barbagli, presidente do Sindicato dos Professores, Sinpro-SP. Ele participou da live da Agência Sindical, nesta quinta, dia 28. Clique aqui e  assista à live na íntegra.

 

Medida Provisória 936 é aprovada na Câmara, veja as principais mudanças
Sinpro SP; 30/05
https://bit.ly/3clTg90

O plenário da Câmara dos Deputados concluiu, na noite de 28 de maio, a votação da Medida Provisória 936, que permite acordos de redução de salário e jornada e também a suspensão do contrato de trabalho, durante o estado de calamidade pública. O relator da medida provisória, deputado Orlando Silva (PCdoB/SP) apresentou uma proposta substitutiva discutida com o movimento sindical e negociada com todos os partidos políticos. Alguns deles mudaram o voto na última hora.

Ainda assim, o texto teve mudanças expressivas. Foram garantidos às gestantes o pagamento de salário-maternidade pela remuneração integral que elas recebiam antes de fazer acordo de redução salarial e a ampliação do período de estabilidade (a garantia de salários prevista na medida provisória só começa a valer ao final do período de estabilidade (que, para as professoras, é de sessenta dias após o término da licença maternidade).

Um outro avanço importantíssimo foi a ultratividade, ou seja, a manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva até a assinatura de nova Convenção.

Artigo: ‘Votação da MP 936: quando 1 x 0 é goleada’
Fepesp; 29/05
https://bit.ly/3evEzS3

Por Orlando Silva: O governo cravou 315 votos contra os nossos honrados 155 apoios, retrato nítido da correlação de forças no parlamento brasileiro – mas mesmo assim conseguimos avançar em pontos importantes para os trabalhadores

 

Brasil bate 500 mil casos de coronavírus e ultrapassa Espanha em mortes
Carta Capital; 28/05
https://bit.ly/3eDtT3N

Sem ver sinais de qualquer diminuição da pandemia em território nacional, o Brasil registrou neste domingo 31 cerca de 501.985 casos de coronavírus, segundo o informado pelas secretarias estaduais de saúde para o portal G1, responsável pelo levantamento. O número de mortes já chega a 28.872 vítimas, cifra que colocou o País como quarto no ranking global.

No levantamento feito pela americana Universidade Johns Hopkins, o Brasil está abaixo dos Estados Unidos, Reino Unido e Itália no que diz respeito ao número de vítimas da covid-19. Entre esses, apenas os EUA têm população maior do que a brasileira. Em casos, depois de ultrapassar a Rússia na semana passada, a posição ainda é a segunda no ranking.

Meio milhão

  • Em fim de semana de aglomerações, o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Já são mais de 29 mil mortes, o que torna o país o quarto com maior número de óbitos pela covid-19 no mundo. / estadão

Flexibilização da quarentena

  • Apesar do aumento constante de casos, algumas cidades e estados, como é o caso de São Paulo, começam a reabrir gradualmente o comércio e a reduzir regras de distanciamento social. Este texto trata dos riscos de flexibilizar a quarentena agora. / nexo

 

Vida escolar remota
Estadão; 31/05
https://bit.ly/2TYllNk

Por Rosely Sayão: ‘Os trabalhos escolares de seu filho estão conturbando a vida familiar e a pessoal dele? Converse com a escola, apresente a situação sem rodar a baiana e peça sugestões. Este é um bom momento para recriarmos em outras bases a parceria escola-famílias.

Seu filho não consegue ficar atento às aulas? Saiba que na escola isso também ocorre, com a diferença de que, lá, há um enquadre pedagógico e, em casa, não. Outras crianças da mesma sala conseguem? Lembre-se que as crianças são diferentes, o que não significa que sejam piores ou melhores na aprendizagem.

Em resumo: não se estresse, nem estresse ainda mais seus filhos com a vida escolar remota’.

 

Quarentena deixa rotina de vestibulandos ainda mais estressante
Folha de S. Paulo; 30/05
https://bit.ly/3drSNTW

A pandemia somou outras incertezas à habitual pressão sentida pelos vestibulandos. Além das dúvidas em relação à realização das provas, eles precisam se ajustar na marra à nova rotina familiar e de estudo, o que tem elevado mais o nível de estresse.

 

Campanha #Somos70porcento ganha redes, e ‘Fora Bolsonaro’ ganha impulso no fim de semana
Rede Brasil Atual; 31/05
https://bit.ly/2XS4lZU

O economista Eduardo Moreira comemorou neste sábado (30) a adesão popular à campanha #Somos70porcento, lançada por ele. “A hashtag #Somos70porcento imediatamente após o lançamento subiu para o primeiro lugar no Brasil. Fomos terceiro no mundo num dia onde muitas coisas estão acontecendo”, afirmou. Além da adoção imediata nas redes por pessoas conhecidas do campo democrático , a campanha rompeu a bolha e foi replicado por celebridades como Xuxa Meneghel.

Ato organizado pela Gaviões da Fiel une torcedores de todos os times contra fascismo de Bolsonaro

A apresentadora levantou a hashtag #Somos70porcento em seu perfil no instagram ao lado de um vídeo antigo, de 1998, quando estava grávida de sua filha Sasha. A barriga à mostra exibe uma bandeira do Brasil e a apresentadora, com figurino e cenário com as cores da bandeira, canta “Estamos chegando”. A postagem tem amplo apoio de seguidores.

Já neste domingo (31), alguns dos principais jornais do país publicam manifesto de página inteira. No texto, intitulado “Basta!”, os juristas afirmam que “o Brasil, suas instituições, seu povo não podem continuar a ser agredidos por alguém que, ungido democraticamente ao cargo de presidente da República, exerce o nobre mandato que lhe foi conferido para arruinar com os alicerces de nosso sistema democrático.”

Também neste domingo, uma articulação de torcidas organizadas de futebol pela democracia fará ato de repúdio aos “ativistas” bolsonaristas. Coletivos do Corinthians, Palmeiras, Santos, São Paulo – se reuniram durante a semana para organizar um ato antifascista, com concentração a partir do meio-dia, no Masp..

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