Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 14 de abril de 2024

17 de dezembro de 2020

17/12 – São Paulo planeja volta às aulas em fevereiro, Paraná quer modelo híbrido, DF vem com homeschooling – e mais: tudo sobre a Idade Média, para a sua aula.  

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Na Agência Sindical: ‘pandemia da Covid-19 agravou a situação de todos os trabalhadores. Na Educação, foi um terremoto. O sindicalismo do setor, já agredido por ataques a direitos e pela própria recessão, precisou ocupar várias frentes de batalha ao mesmo tempo’. Leia entrevista de Celso Napolitano a João Franzin aqui: http://bit.ly/3r5wJFX

 

 

 

São Paulo: Prefeitura tem expectativa de retomar aula presencial em fevereiro
Estadão; 17/12
http://bit.ly/38dCetn

A gestão Bruno Covas (PSDB) anunciou nesta quarta-feira, 16, que o ano letivo de 2021 da rede municipal vai começar no dia 4 de fevereiro, com “muita expectativa” para a retomada de aulas presenciais. Segundo a Prefeitura, as escolas já estariam preparadas para receber de volta os alunos, mas o retorno ainda dependeria de autorização da área de Saúde.

Com o novo avanço de casos de covid-19 em São Paulo, Covas paralisou o plano de abertura na educação no mês passado. Desde o dia 3 de novembro, as escolas públicas e particulares só tiveram autorização de retomar aulas presenciais para o ensino médio. Para educação infantil e fundamental, o aval é apenas para atividades extracurriculares.


Paraná: Governo do Paraná anuncia modelo híbrido de educação a partir de 18 de fevereiro de 2021
G1; 16/12
http://glo.bo/3gSCZw4

O Governo do Paraná anunciou, nesta terça-feira (15), que a partir do dia 18 de fevereiro de 2021 a educação na rede estadual funcionará no modelo híbrido – com as turmas divididas em um revezamento entre alunos em aulas presenciais e remotas.

O planejamento foi informado em uma coletiva que contou com a participação do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), do ministro da Educação, Milton Ribeiro, e do secretário estadual da Educação, Renato Feder.

Com a proposta, um grupo de estudantes acompanha a aula presencialmente, na escola, e os outros alunos da turma participam da mesma aula, simultaneamente, de maneira remota.



Distrito Federal: ‘Homeschooling’, lei que autoriza educação em casa é sancionada no DF e vale a partir de fevereiro de 2021
G1; 16/12
http://glo.bo/3nG13Fb

O governador Ibaneis Rocha (MDB – na foto acima, com apoiadores) sancionou, nesta quarta-feira (16), a lei que institui o “homeschooling” – ensino em casa – em Brasília. A norma começa a valer em fevereiro de 2021, ao completar 45 dias após a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF).

Os pais e responsáveis adeptos ao ensino domiciliar deverão se cadastrar junto à Secretaria de Educação, que vai avaliar os alunos periodicamente. O GDF tem até três meses para publicar uma regulamentação, detalhando a dinâmica da nova modalidade.

O Sindicato dos Professores do DF (Sinpro) entrou na Justiça com um pedido para anular a lei. A entidade defende que o tema só poderia ser transformado em lei pelo Congresso Nacional.

 

Minas Gerais: Escolas particulares descartam descontos caso ensino continue virtual
Estado de Minas; 16/12
http://bit.ly/34o8Hfz

As matrículas, que normalmente começam a ser renovadas em novembro, neste ano estão sendo feitas com atraso. Alguns colégios preveem só para janeiro. Se neste ano a contratação de um serviço presencial foi o grande argumento dos pais para requererem reduções e até mesmo exigir quebra de contratos – o que ocorreu em grande escala no ensino infantil –, para o ano que vem ele cai por terra. Pelo menos é o que se desenha.

O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) orientou as escolas quanto ao novo formato de contrato. “Indicamos a cláusula para que houvesse equilíbrio contratual e não tivéssemos de passar por esse problema que vivemos, em casos fortuitos ou de força maior. Assim, as famílias estariam cientes da flexibilização da escola com relação ao regime de aula: presencial, não presencial ou híbridas. Bem como com relação à carga horária e ao calendário”, explica a presidente da entidade, Zuleica Reis.

 

Final de ano letivo: guia de orientação trabalhista para professoras e professores
SinproSP; 16/12
https://bit.ly/37kYdiV

Como o 13º Salário é calculado? Qual o prazo pra demissão? A carga horária pode ser alterada de um ano pra outro? Como pedir demissão sem perder o recesso? A resposta a essas e outras dúvidas próprias do encerramento do ano letivo você encontra aqui.

 

Pesquisa da Unicamp, Fiocruz e UFMG mostra que adolescentes têm piora no sono, no humor e no aprendizado durante a pandemia
Folha de S. Paulo; 16/12
http://bit.ly/37omPaC

A Convid Adolescentes – Pesquisa de Comportamentos foi realizada com 9.470 adolescentes, de 12 a 17 anos, de todo o país. O levantamento foi feito entre 27 de junho e 17 de setembro por meio de questionário preenchido pelo adolescente por celular ou computador, após autorização do responsável.

De acordo com os resultados publicados no site da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, o percentual de adolescentes que tiveram diagnóstico de Covid foi de 3,9%. Na comparação por sexo, o percentual para o sexo masculino foi de 4,3% e, para o feminino, de 3,6%.  Na comparação por faixa etária, foi de 4,9% entre os de 16 a 17 anos e de 3,5% entre os de 12 a 15 anos.  Diferenças por região também foram encontradas. O percentual de diagnóstico da doença variou de 2,1% na região sul do país a 6,1% na região norte.

Sobre o isolamento social, a maioria (71,5%) aderiu às medidas de restrição social, com 25,9% em restrição total e 45,6% em restrição intensa, saindo apenas para supermercados, farmácias ou casa de familiares.

 

Vacinação contra covid-19 deve ser obrigatória, mas não à força, diz Lewandowski­
Rede Brasil Atual; 17/12
http://bit.ly/3gUlZp4

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski (foto abaixo) votou nesta quarta (16) pela obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19 para toda a população. No entanto, ele frisou que imunização obrigatória não significa o uso de força contra a pessoa que não quer ser vacinada. E sim que sejam impostas restrições de direitos, como o de participar de concursos públicos, receber benefícios etc.

O ministro destacou que a o interesse coletivo não pode ser prejudicado pelos individuais. “A saúde coletiva não pode ser prejudicada por pessoas que se recusam a ser vacinadas, acreditando que, ainda assim, serão beneficiárias da imunidade de rebanho”.

 

Crescem em SP casos e internações por Covid-19 entre crianças de até dez anos
Folha de S. Paulo; 16/12
http://bit.ly/2K4gRmA

Hospitais públicos e privados de São Paulo registraram em novembro um aumento de casos e internações por Covid-19 em crianças, em relação a outubro, acendendo um alerta para o impacto da infecção também no público infantil. Nos meses anteriores, não houve variações significantes.

Embora os pequenos de até dez anos representem apenas 1,43% do total de internações e 0,31% das mortes por Covid no país, os especialistas chamam a atenção para o fato de eles não estão tão imunes como muita gente imagina.

 

A plataforma digital que reúne trabalhos sobre a Idade Média
Jornal USP; 16/12
http://bit.ly/3ajQ9Rj

Mil anos da era que foi da queda do Império Romano à era das descobertas reunidos em um site completo e pronto para sua aula

A plataforma Guia Medieval (clique aqui ou na arte acima) reúne conteúdos sobre a história da Idade Média (476 a 1453), como materiais didáticos, pesquisas acadêmicas, livros e videoaulas, voltados tanto para estudantes e pesquisadores da área quanto para o público geral interessado no tema.

A iniciativa, criada por pesquisadores da USP, busca divulgar a produção científica de autores latino-americanos sobre a história medieval, mesmo que tratem de eventos que ocorreram em outras regiões do mundo.

É possível navegar pelo site usando as categorias como cronologia, região geográfica ou tema de estudo. Outra opção é buscar pelo formato dos conteúdos, que incluem artigos, vídeos, podcasts e catálogos de filmes sobre o assunto de interesse.

O podcast da plataforma, “Estudos medievais”, trata de temas como games e Idade Média, a invenção das Cruzadas e a história africana antes da Era Moderna, quando o colonialismo teve início. Os episódios, publicados desde julho, estão disponíveis nos principais tocadores.

A iniciativa foi criada por integrantes do Laboratório de Estudos Medievais da USP (Universidade de São Paulo). A equipe do projeto inclui professores e pesquisadores da pós-graduação e da graduação. A plataforma tem apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da Pró-Reitoria de Pesquisa da USP.

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