3 de maio de 2019| ,

Mobilização, resistência: educadores na linha de frente

30 de Maio: Segundo Dia Nacional em Defesa da Educação. Nossa resistência segue com mobilizações e vem mais: já começou a preparação para a greve geral de 14 de junho.

A volta do #TsunamidaEducação: 30 de maio

O Segundo Dia Nacional em Defesa da Educação ocorrerá em 30 de Maio.  Nossa confederação, a CONTEE, além da CNTE (escolas públicas) e a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) programaram atuação conjunta: todos às ruas, em defesa da aposentadoria e da educação de qualidade, contra o governo entreguista e anti-trabalhador de Bolson… ah, nem vale repetir o nome!

15 de maio foi o esquenta, 30 de maio será o repeteco – e tudo em preparação para a greve geral de 14 de junho!

 

 

Organização do 30 de maio – Segundo a Agência Sindical, na manhã desta segunda (20), estiveram reunidos dirigentes das Centrais Sindicais e representantes da UNE. O encontro serviu para articular a greve geral contra a reforma da Previdência do dia 14 de junho. Como demonstração de apoio e convergência de pautas, os sindicalistas aprovam o movimento do dia 30 de Maio.

No dia 15 de Maio, primeiro Dia Nacional em Defesa da Educação, estima-se que mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas. Professores, cientistas, trabalhadores, sindicalizados, alunos de instituições públicas e particulares, universitários e secundaristas, tomaram o Brasil. Por todos os estados, em capitais e interior, compuseram a luta contra o desmonte da educação brasileira, a perseguição ideológica do governo e a ‘reforma’ da Previdência.

 

Veja aqui lista de manifestações já confirmadas em Capitais:

São Paulohttps://www.facebook.com/events/2425750947706729/

Rio de Janeirohttps://www.facebook.com/events/2034838143487414/

Porto Alegrehttps://www.facebook.com/events/392259398038989/

Belo Horizontehttps://www.facebook.com/events/678014102637522/

Brasíliahttps://www.facebook.com/events/283860272496429/

Salvadorhttps://www.facebook.com/events/2298692520346814/

Curitibahttps://www.facebook.com/events/611119619389683/

Fortalezahttps://www.facebook.com/events/613004579207564/

Belémhttps://www.facebook.com/events/294062414878238/

Recifehttps://www.facebook.com/events/851047115272181/

Manaushttps://www.facebook.com/events/2239254829661109/

Natalhttps://www.facebook.com/events/335740263810833/

São Luíshttps://www.facebook.com/events/360650647767439/

 

 

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Como foi o 15 de Maio

Ao ver as imagens das manifestações deste 15 de maio em todo o país, Bolsonaro, escondido em Dallas, nos Estados Unidos, jogou mais lenha na fogueira: “São idiotas úteis”, ele disse. Será?

As manifestações deste 15 de maio foram, na verdade, o começo do fim do estado de descaso e provocação contra trabalhadores.

As manifestações em defesa da aposentadoria, contra a proposta de reforma da Previdência, pela educação de qualidade, pelo respeito ao trabalhador, continuarão. E, daqui para a frente, irão alimentar nossa preparação local, escola por escola, rumo à grande demonstração nacional, já marcada para o dia 14 de junho: será a grande greve nacional contra o abuso do desgoverno que testa a paciência de professores e de todos os trabalhadores.

 

ASSISTA AGORA, NA TV FEPESP:

 

Você estava lá: os sindicatos integrantes da Fepesp engrossaram as manifestações de 15 de maio em todo o Estado, galeria de fotos.

 

 

Fotos de todo o estado de São Paulo:

Ordem: Sinpro Jundiaí, Sinpro Santos, Sinpro Vales, Sinpro Taubaté, SinprOsasco, Sinpro Campinas, Sinpro Guarulhos, Sinpro Sorocaba, Sinpro Bauru.

 

Fotos da manifestação no MASP,
em São Paulo, Capital:

 

Veja o que a mídia está falando sobre a Greve:

 

 

 

 

 

15 de maio: começamos logo cedo (movimentação de Sinprovales, Campinas, ABC, Guarulhos)

 

 

 

 

Nos jornais: Greve da Educação marca o fim da ‘lua de mel’ de Bolsonaro

Do jornal Valor Econômico destas segunda, 13/05:  ‘Um dia de paralisação e protestos do setor de educação, marcado para esta quarta-feira (15), deverá ser o primeiro grande teste do governo Jair Bolsonaro nas ruas. Analistas avaliam que a greve marca o fim do período de “lua de mel” do novo governo após as eleições e poderá abrir as portas para mobilizações de outras categorias, em meio à fraqueza da economia e à perda de popularidade do presidente. A paralisação também deverá servir de termômetro para a greve geral contra a reforma da Previdência, convocada para 14 de junho’.

Valor Econômico; 13/05
http://encurtador.com.br/tEGI3

 

Cartas pela Educação: veja aqui um agregado de noticias e manifestações de educadores, pais e alunos em defesa da educação de qualidade.

 

Assista agora, na TV Fepesp:

 

 

Recado dos sindicatos integrantes:

 

A reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 – do Governo Bolsonaro prejudica os mais pobres, as mulheres, as professoras, os camponeses, as pessoas com deficiência e tira da seguridade os desempregados e os mais jovens. A PEC também tira da Constituição o direito à seguridade social, um crime contra os trabalhadores.

O governo diz que quer cortar privilégios, mas só corta direito de trabalhadores, que terão baixa remuneração quando aposentados, e perdoa sonegadores e devedores da Previdência. Quer acabar com a contribuição de empregadores e do próprio governo e forçar que os trabalhadores tenham uma poupança própria (capitalização), com pouco rendimento, favorecendo os banqueiros. A PEC transfere para leis complementares regras como idades de concessão, carências, formas de cálculo de valores e reajustes, violando a Constituição.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino – Contee, as centrais sindicais e entidades filiadas denunciam que a proposta vai acabar com a proteção social e jogar a velhice na miséria, retirando direitos duramente conquistados pela sociedade. No dia 15 de maio, faremos Greve Nacional na Educação e manifestações em defesa da aposentadoria.

 

 

Ataque às trabalhadoras e trabalhadores em educação

A proposta corta direitos de professoras e professores da educação básica e de vários assalariados, entre os quais os técnicos administrativos que atuam nas escolas privadas, bem como dos que se socorrem da assistência social — e não há privilegiados nestes segmentos. É especialmente cruel com as professoras e as trabalhadoras urbanas e rurais. Para as professoras que comprovarem tempo de trabalho exclusivamente na educação infantil e no ensino fundamental e médio, haverá idade mínima de 60 anos para a aposentadoria.

A reforma amplia as idades mínimas e tempo de contribuição. O tempo mínimo de contribuição será de 40 anos para o homem e de 35 para a mulher. Se esses trabalhadores contarem com menor tempo de contribuição, deverão ter mais de 60 anos para aposentar.

Exige idades de 61 anos para o homem e 51 para a mulher que contar apenas com os tempos de contribuição mínimos exigidos (30 ou 25, respectivamente). Quem, no setor privado de ensino, atinge tantos anos de trabalho exclusivo no setor?

Todos nós, professoras, professores, técnicas e técnicos administrativos devemos enviar aos deputados federais e senadores, por mensagens de texto ou de vídeo, pelas redes sociais, por telefonemas ou visitas aos seus gabinetes em Brasília ou escritórios nas cidades ou capitais de estados e Distrito Federal, nosso repúdio a esse prejuízo à imensa maioria das brasileiras e brasileiros. Vamos aos debates no Congresso, nas assembleias legislativas, nas câmaras municipais e entidades sindicais e populares.

 

VAMOS GARANTIR NOSSA APOSENTADORIA!

VAMOS DERROTAR ESSA PROPOSTA, QUE SÓ FAVORECE OS BANQUEIROS!

DIA 15, GREVE NACIONAL E MANIFESTAÇÕES DOS TRABALHADORES NA EDUCAÇÃO!

 

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