Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 14 de abril de 2024

6 de novembro de 2023

Proposta de pagamento suspende greve na Van Gogh

Ontem (5) à tarde, aconteceu audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP) a respeito de dissídio solicitado pelo Sinpro SP. A solicitação foi motivada por greve na Faculdade Van Gogh, que não paga salários e também atrasa encargos.

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Ontem (5) à tarde, aconteceu audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-SP) a respeito de dissídio solicitado pelo Sinpro SP. A solicitação foi motivada por greve na Faculdade Van Gogh, que não paga salários e também atrasa encargos.

Nosso diretor Ailton Fernandes participou da audiência. O Desembargador Marcelo Freire Gonçalves, vice-presidente do TRT-SP, presidiu a audiência e construiu a proposta de pagamento dos débitos salariais em três parcelas: 12 de dezembro, 12 de janeiro e 12 de fevereiro. Companheiras e companheiros acataram a proposta durante assembleia dirigida pelo Sindicato no final da tarde.

Os trabalhadores, ante a necessidade de fiscalizar a conduta da Faculdade, decidiram pelo estado de greve. Uma nova assembleia acontecerá dia 13. Os professores querem ter o holerite em mãos para checar o cumprimento da proposta nascida na audiência.

O Jurídico do Sinpro SP também se movimenta pra fazer valer os direitos. “A audiência ontem no TRT foi elucidativa. O Tribunal cobrou de modo incisivo a instituição acerca do não-pagamento, mesmo com a empregadora alegando não ter possibilidade de fazer o pagamento, pois é sucessora de outra mantenedora. Por fim, foi proposto que todo débito remuneratório seja pago até fevereiro de 2024 e as demais pendências, logo em seguida, sejam colocadas em algum plano de pagamento”, explica nosso diretor.

Histórico – Falta de pagamento e benefícios adicionais, como férias, PLR retroativo, INSS, FGTS, entre outros, fizeram com que os companheiros entrassem em greve dia 13 de novembro. A empregadora apresentou propostas anteriores, que propunham pagamento futuro, após o fechamento das notas. Mas os professores rejeitaram.

MAIS – Site do Sinpro SP.

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