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Dia S: assembleias em todo o Estado definem as reivindicações dos professores e auxiliares do Sesi/Senai

05/02/2016

Mais de 2.000 professores do Sesi e do Senai de todo o Estado se reuniram ontem, 04 de fevereiro, em 23 encontros organizados pelos sindicatos integrantes da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp). As assembleias, chamadas de “Dia S”, tiveram como objetivo definir as reivindicações mais importantes da categoria nas várias regiões de São Paulo.

O balanço das assembleias é de imediato positivo. A participação dos professores e técnicos de ensino foi massiva, chegando próximo dos 650 participantes nas regiões de São Paulo, ABC e Osasco. Em Franca, por exemplo, o comparecimento dos professores e professoras do Sesi foi de 100%.

“A ideia neste ano, de assembleias simultâneas em todo o Estado, é de planejar a Campanha Salarial com um maior número de pessoas”, disse Celso Napolitano, presidente da Fepesp. Os sindicatos integrantes da Federação já vêm fazendo várias tentativas para que todos os professores e professoras sejam ouvidos. Em 2015, por exemplo, a eleição da pauta foi feita de forma on-line para que todos pudessem responder a pesquisa.

Ao longo da próxima semana, os resultados das assembleias serão unificados para que a pauta da Campanha seja finalizada. As reivindicações e observações trazidas pelos professores e técnicos de ensino nos encontros com os sindicatos serão consideradas nessa compilação.

A primeira rodada de negociação entre a Fepesp, os sindicatos e os representantes patronais do Sesi/Senai está agendada para o dia 24 de fevereiro. É importante que professores e técnicos de ensino acompanhem e divulguem cada passo da Campanha e se mostrem comprometidos como aconteceu nas assembleias. O tamanho da conquista é do tamanho da mobilização.

Durante os encontros, um outro tema também mobilizou os professores: a caixa-preta do Sesi e Senai. Imbuídos de um sentimento de luta, a categoria fez coro para que as contas do Sistema S sejam abertas. A Campanha Salarial 2016 promete ser barulhenta e deve exigir muito da mobilização dos professores e professoras contra as possíveis manobras que podem ser tentadas pelo patronato.

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