3 de abril de 2019| , , , , , ,

Universidades fazem guerra de preços em busca de matrículas

Mercado não engrena e universidades privadas praticam a tática da venda por atacado

Conteúdo | Folha de S. Paulo

 

O Ministério da Educação continua incerto devido a sua crise, repleta de polêmicas, demissões e morte política de seu ministro, enquanto o mercado da educação superior privada se debate em uma guerra de preços. A liquidação é mais agressiva no ensino a distância.

Na gigante Laureate, dona de marcas como FMU e Anhembi Morumbi, há cursos a partir de R$ 159 com matrícula grátis ou 40% de bolsa. Na Estácio, é possível pagar R$ 49 nos três primeiros meses. A Cruzeiro do Sul também tem o primeiro mês pela pechincha de R$ 49.

Estas grandes corporações se utilizam de um marketing voraz baseado na oferta de preços baixos, de maneira que seu projeto pedagógico ou a oportunidade de entrada de alunos para a pesquisa e academia, por exemplo, ficam em segundo plano em suas propagandas virais, no processo de sedução do aluno.

A expectativa era que o mercado engrenasse e a captação de alunos voltasse a crescer em 2019, segundo o consultor Carlos Monteiro. “Como isso não se concretizou, as instituições têm praticado descontos a granel.”

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