29 de abril de 2019| , ,

Ninguém mexe nas nossas férias

Governador do Estado resolve, de forma autoritária, atrapalhar férias dos professores na rede publica; na rede privada nada muda

Os professores da rede pública de ensino no Estado de São Paulo terão suas férias picotadas. O governador, no ‘exercício de suas funções’, resolveu complicar a vida dos docentes sem consultar nenhuma professora ou professor, reduzindo as férias de julho para 15 dias e jogando os outros quinze para abril e outubro. Autoritário, como sempre foi.

Na rede privada de ensino, no entanto, as férias não mudam. Na educação básica, as escolas obedecem ao que está nas convenções coletivas de trabalho, que determina férias coletivas de trinta dias corridos em julho de 2019 – além do recesso de fim de ano entre dezembro e janeiro.

O direito a férias coletivas, na rede privada, foi conquistado em sucessivas campanhas salariais e negociações com o setor patronal. Tem uma função importante: casar as férias de casais em que os dois cônjuges (ou conges…) são professores na rede privada, permitir que as famílias programem seu descanso com as férias de seus filhos em idade escolar.

Veja as convenções e acordos coletivos de professores e auxiliares de administração escolar na rede privada do Estado de São Paulo aqui (educação básica), aqui  (ensino superior) e aqui  (Sesi/Senai).

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