14 de março de 2019| , , ,

Ação nacional: Rede Metodista chamada às falas

Coletivo sindical nacional define política conjunta de enfrentamento da Rede Metodista e exige manifestação do seu Conselho Geral.

Nesta quinta-feira, 14 de março, sindicatos de professores e de auxiliares de administração escolar das regiões onde atua a rede Metodista de ensino se reuniram em São Paulo para continuar a discussão sobre a estratégia de enfrentamento da instituição, que tem sua reputação erodida por desrespeito crônico a direitos trabalhistas dos seus docentes e demais funcionários. No encontro (foto), foi solidificado o aspecto unitário da luta federal e decidido envolver o Conselho de Gestão da Metodista (Gogeime) na resolução das pendências.

 

Metodista: histórico de desrespeito a direitos trabalhistas –  e de mobilização e greve de professores e funcionários administrativos. Ver mais aqui, aqui, e aqui

 

 

 

 

 

 

“Notamos práticas comuns da Rede Metodista, como desrespeito aos direitos dos professores e funcionários e o silêncio como tratativa, como uma política arquitetada. Formulamos um novo documento e enviaremos aos membros do COGEIME (Conselho Geral Instituições Metodistas Ensino), na expectativa de que eles se abram ao debate”, disse professor José Jorge Maggio, presidente do Sinpro ABC, participante do encontro que, além do Sinpro ABC, contou com representações do Sinpro Campinas e Região, Sinpro Juiz de Fora, Sinpro/MG, Sinpro Pará, Sinpro/RS e Sintae/RS, além Contee – Confederação Nacional de Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino e a Fepesp.

“Há anos a Rede Metodista enfrenta uma crise que vem se agravando com atrasos de pagamento de salários, não recolhimento de FGTS, não pagamento de verbas rescisórias, o que ensejou a constituição deste coletivo de sindicatos. Nesta segunda reunião, estamos, em primeiro lugar, socializando as informações e as diversas ações que estão sendo tomadas pelas entidades sindicais e definindo uma política conjunta diante do cenário de crise”, diz o professor Marcos Júlio Fuhr, do Sindicato dos Professores do Rio Grande do Sul.

Em dezembro de 2018 os sindicatos decidiram, como primeiro ato de resistência aos descumprimentos dos direitos trabalhistas, criar um documento solicitando um diálogo com os representantes da Rede Metodista, encaminhando-o ao Conselho Administrativo da instituição (veja aqui). Como a Metodista manteve sua prática anti-laboral, a ação agora está sendo direcionada diretamente ao seu Conselho de Gestão nacional

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