12 de junho de 2019

12/06 – Professores da rede privada vão parar no 14J, Brasil lidera índice de violência contra professores, audiência pública contra os cortes na Educação, e mais.

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Previdência, Educação, Justiça
Greve geral de 14 de junho é em defesa da Soberania nacional! Veja – e compartilhe – o vídeo de orientação para a greve nacional de sexta:https://bit.ly/2WBsc2q

 

 


Professores de escolas e universidades particulares 
também vão parar dia 14
CUT; 12/06
http://bit.ly/2F5vNuR

Contra a reforma da Previdência, professoras e professores de escolas e universidades particulares de todas as regiões do país confirmaram a adesão à Greve Geral do dia 14 de junho, chamada pela CUT e demais centrais sindicais.

 

Veja balanço nacional preparatório para a Greve Geral, na sexta
Agência Sindical; 11/06
http://bit.ly/2IavWyQ

A três dias da greve que promete parar o País, as mobilizações aumentam com novas adesões em diferentes Estados brasileiros. Transportes: Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Ferroviário e Metroviário dos Estados da Bahia e Sergipe (Sindiferro); Comunicação: Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo; Bancários: Os bancários de Salvador, Porto Alegre, Belo Horizonte, Aracaju e Rio de Janeiro votaram pela adesão ao movimento; Educação: Apeoesp, Contee e CNTE; e Petroleiros: A categoria decidiu pela adesão à greve em todo o território nacional, com apoio das Federações do setor, a FUP e FNP.

 

Greve geral: na sexta-feira, professores também vão parar 
em defesa da Previdência, diz Bebel
Rede Brasil Atual; 11/06
http://bit.ly/2WyzVJH

A deputada estadual Maria Izabel Noronha, a Bebel (PT), não tem dúvida em afirmar que a classe trabalhadora será a mais atingida pela “reforma” da Previdência proposta pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). Ela ressalta a importância da greve geral convocada pelas centrais para esta sexta-feira (14). Também presidenta do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Bebel diz não ser contra a “reforma” da Previdência apenas por “ser contra”, mas alerta para o impacto altamente negativo. “Quem vai pagar o preço dessa reforma é a classe trabalhadora”, afirma, em entrevista ao jornalista Rafael Garcia, na Rádio Brasil Atual. lembrando a economia prevista pelo governo, em torno de R$ 1,3 trilhão em 10 anos.

 


Greve Geral: veja no mapa quem vai parar 
e os locais de manifestação pelo Brasil
Reconta Aí; 11/06
http://bit.ly/2EZTMvt

Confira os locais de concentração e manifestação e as entidades que vão parar na Greve Geral da próxima sexta-feira, dia 14 de junho.

 

#14J: Metrô e CPTM conseguem liminar contra greve na capital paulista
Folha de S. Paulo; 12/06
http://bit.ly/2IcijiV

A Justiça concedeu liminar (decisão provisória) à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do estado de SP para barrar a paralisação de metroviários e ferroviários nesta sexta-feira (14), quando deverá ocorrer uma greve geral no país. Segundo a secretaria, 80% dos funcionários de Metrô e CPTM devem trabalhar nos horários de pico e 60% nos demais horários. Metroviários e ferroviários estão entre as 16 categorias que definiram adesão à greve geral. A mobilização é contra a reforma da Previdência, além dos contingenciamentos na educação.
O coordenador-geral do Sindicato dos Metroviários, Wagner Fajardo, mantém a paralisação. “Nós decidimos fazer greve e não podemos mudar uma decisão que a categoria já tomou. Liminar sempre tem. Estamos acostumados”, afirmou.

 

Novo parecer do simples trabalhista afasta sindicato da negociação
Diap; 11/06
http://bit.ly/2I9LaEl

A proposta conhecida pelo movimento sindical reduz encargos sociais e permite a flexibilização de direitos dos trabalhadores para promover o programa, que conforme substitutivo apresentado, nesta segunda-feira (10) pelo relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), afastou a representação sindical dos trabalhadores, diferentemente do texto inicial que previa a participação dos sindicatos nos acordos e convenções coletivas de trabalho para qualquer negociação.

 

‘Bailarino da Esplanada’, 
Weintraub dá sua contribuição para a greve geral
Carta Capital; 11/06
http://bit.ly/2IOWPYD

Abraham Weintraub demonstrou ser incapaz de imitar os passos de dança de Gene Kelly, de tocar gaita sem playback, de pronunciar o sobrenome do escritor Franz Kafka, confundido com uma iguaria árabe, de realizar uma simples conta de porcentagem com chocolatinhos e, sobretudo, de encarar os gigantescos desafios da educação pública no Brasil. Possui, porém, uma incontestável habilidade, que nem os seus mais ferrenhos opositores ousam questionar. Com a sua habitual truculência e inegável vocação para a comédia pastelão, Weintraub mobiliza as ruas como ninguém, ainda que os protestos se voltem, na realidade, contra o governo do qual faz parte.

 


O site da Fepesp passou por uma nova atualização e 
incluímos uma nova seção de notícias dos Sindicatos
Fepesp; 12/06
http://fepesp.org.br/

Logo abaixo da tarja ‘Encontre o seu Sindicato’, agora temos todo dia novas notícias dos nossos sindicatos integrantes. Atualização diária – pesquisamos os sites e redes sociais dos sindicatos atrás de notícias. E, como sempre e agora mais ainda, colocamos o e-mail imprensa@fepesp.org.br para receber notas para publicação.

 



Brasil lidera índice de violência contra professores. 
O que podemos fazer?
Nova Escola; 05/06
http://bit.ly/2ICTuvp

De acordo com dados de uma pesquisa feita pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre violência em escolas com mais de 100 mil professores, o Brasil lidera o ranking de agressões contra docentes. Dentre os professores ouvidos, 12,5% afirmaram ser vítimas de agressões verbais ou intimidações de alunos. Em São Paulo, segundo levantamento feito pela GloboNews, o número de agressões a professores cresceu 73% em 2018 em relação ao ano anterior. Já dados divulgados sobre uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Professores de São Paulo apontam que mais da metade dos docentes da rede estadual de ensino afirmam já ter sofrido algum tipo de agressão, sendo a mais comum a agressão verbal (44%), seguida por discriminação (9%), bullying (8%), furto/roubo (6%), e agressão física (5%).

 

Crianças pobres se alfabetizam 
mais tarde que as ricas, diz economista
Agência Brasil; 10/06
http://bit.ly/2wRLfGg

Mais da metade das crianças brasileiras chegam ao final do 3° ano do ensino fundamental sem saber ler e compreender textos variados, o que prejudica o aprendizado dos demais componentes curriculares nas diferentes etapas de formação. É o que revela  a Avalição Nacional de Alfabetização (ANA 2015). Este e outros desafios do século 21 na alfabetização estão sendo debatidos hoje (10) pelo Instituto Ayrton Senna, que reuniu educadores e especialistas na área para apresentar possíveis caminhos e políticas públicas para que crianças e jovens tenham oportunidade de desenvolver todo seu potencial.

 


#Verificamos: É falso que orçamento da educação 
para 2019 é o ‘maior na história’
Agência Lupa; 10/06
http://bit.ly/2KeACq2

Circula pelas redes sociais um texto que afirma que o governo Jair Bolsonaro é responsável pelo “maior orçamento da Educação na história.” Para comparações deste tipo, os valores de orçamento devem sempre ser corrigidos pela inflação do período, em um processo que, na macroeconomia, é chamado de deflacionamento. Assim, quando considerada a correção inflacionária, o orçamento destinado à educação em 2019 – no valor de R$ 117 bilhões – é menor do que o de anos anteriores. Em 2018, por exemplo, ele chegava a R$ 118,9 bilhões, em valores corrigidos. O mesmo ocorre para os anos de 2017, 2016 e 2015, quando o orçamento também era maior do que o previsto para este ano: R$ 124,2 bilhões, R$ 122,1 bilhões e R$ 136,4 bilhões, respectivamente. Os números foram confirmados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), em nota.

 

 



Audiência pública instruirá procedimentos do MPF 
contra corte de verbas para educação
Brasil de Fato; 10/06
http://bit.ly/2XFE67X

O Ministério Público Federal (MPF) reuniu em audiência pública, nesta sexta-feira (7), em Porto Alegre (RS), membros da instituição que atuam na área de Direitos do Cidadão, representantes das universidades e institutos federais na região Sul, associações nacionais de reitores, docentes, discentes e outras organizações da sociedade civil. O objetivo, anunciado pelo presidente da mesa, o procurador regional da República Paulo Gilberto Cogo Leivas, foi instruir procedimentos relacionados ao corte de verbas para universidades públicas federais e institutos federais, coordenados pela Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC).

 

Com Fies em baixa, universidades particulares 
consolidam crédito estudantil próprio
Gaúcha ZH; 10/06
http://bit.ly/2F69bu3

Depois de alcançar um pico de financiamentos em 2014, quando chegou a ter 730 mil contratos ativos com estudantes universitários em todo o Brasil, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) passou, ao longo dos últimos anos, por uma série de modificações e restrições que levaram as instituições de Ensino Superior da rede privada a buscar alternativas. No ápice, o Fies chegou a financiar as matrículas de 21,3% dos ingressantes nas universidades, centros universitários e faculdades particulares do país.

 

Quem tem medo da liberdade acadêmica?
Jornal da USP; 10/06
http://bit.ly/2WELxjo

Obstar a discussão de concepções políticas, filosóficas, ideológicas ou religiosas, dentro dos limites éticos e legais que pautam a atividade docente, é censura. Vigiar a atividade acadêmica do professor, especialmente em sala de aula, é a antítese da liberdade acadêmica. Esse tipo de atitude produz pensamentos padronizados e não o conhecimento, a livre divulgação de ideias, a crítica ou o debate, consentâneos à liberdade acadêmica. Incentivar a denúncia põe em xeque a autoridade e a capacidade acadêmica do professor, ao invés de valorizá-las, como exige a Constituição.

Um Olhar da Indústria na Gestão das IES’s Brasileiras
Estadão; 11/06
http://bit.ly/2Wy57bW

“[…] Vivendo o ambiente educacional, senti um choque de realidade no segmento até então impensável: como o ambiente das instituições de ensino superior é informal no Brasil! Enquanto docente, percebi como a falta de uma comunicação eficiente dentro da IES provocam perdas. Presenciei projetos importantíssimos da IES sem comunicação ou divulgação, desperdiçando uma oportunidade ímpar de diferenciação no mercado”, escreve Joselito Moreira Chagas, professor universitário e de pós-graduação e recentemente foi certificado pela Apple Professional Learning para desenvolver projetos Apple Education nas escolas de ensino fundamental e médio no estado de São Paulo.

 

 



Em editoriais, ‘Folha’ e ‘Estadão’ 
retiram apoio a Moro e pedem sua renúncia
Rede Brasil Atual; 11/06
http://bit.ly/2X88KK2

Defensores desde a primeira hora da Operação Lava Jato – inclusive de muitas de suas irregularidades –, os jornais Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo decidiram abandonar o ex-juiz Sergio Moro, em editoriais publicados nesta terça-feira (11). Os dois veículos criticam o atual ministro da Justiça e pedem sua renúncia, após a divulgação de conversas que mostram ações em conluio de Moro com procuradores da Lava Jato, em especial no processo que levou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à prisão e o retirou da disputa das eleições presidenciais do ano passado.

 

Mesmo sem perícia, 
STF pode usar em decisões diálogos de Moro e Deltan
Folha de S. Paulo; 12/06
http://bit.ly/2WFLgMM

Os diálogos publicados pelo site The Intercept Brasil que mostram colaboração entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol podem ser usados para anular casos da Lava Jato mesmo que os arquivos eletrônicos não sejam analisados por peritos que avaliem sua autenticidade. Para advogados e professores, a maneira como o atual ministro da Justiça e o procurador reagiram à divulgação das conversas, sem contestar o teor das afirmações e defendendo o comportamento adotado na época, aponta que o conteúdo é fidedigno e que ele pode servir de base para reverter decisões da Lava Jato, por exemplo, contra o ex-presidente Lula.

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