31 de janeiro de 2019| , , , ,

Medida Provisória para ensino domiciliar foi feita por associação de homeschooling | Paulo Freire inspirou uma das melhores escolas dos Estados Unidos | MEC altera nomeação de reitores e universidades federais perdem autonomia | Segundo secretário, Bolsonaro incluirá militares na reforma da Previdência | Vale pode lucrar com interrupção de barragens | Movimentos sociais protestam contra lei de Dória que restringe manifestações | E mais.

CAMPANHA SALARIAL 2019 –  CLIPE DE CAMPANHA

Este clipe apresenta o mote da campanha: Nossa união é o que conta!
Clique na imagem para assistir ou através do link:https://youtu.be/nYD9Pq57J94

 

 

Medida Provisória para regulamentar educação em casa
foi feita por associação de ensino domiciliar

O Globo; 29/01
https://glo.bo/2GcvaAW

Nova bandeira do governo Bolsonaro, anunciada como prioridade dos cem dias de gestão, a permissão para pais substituírem a escola regular pelo ensino em casa dos filhos foi adotada pelo Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos por influência da Associação Nacional de Educação Domiciliar (Aned). O diretor jurídico da entidade, Alexandre Magno Fernandes Moreira, é secretário-adjunto da Secretaria Nacional de Proteção Global do ministério desde o último dia 14. Moreira disse ao GLOBO que o texto da Medida Provisória que o governo pretende enviar ao Congresso foi, de fato, elaborado pela Aned, mas que ainda sofrerá modificações na Secretaria de Família do próprio ministério e na Casa Civil. A redação inicial da MP, segundo ele, é enxuta e traz como premissa principal o direito expresso de as famílias optarem pelo ensino domiciliar “a qualquer tempo” durante toda a educação básica. Isso significa que pais poderiam ensinar em casa crianças do ensino infantil até o médio.

 

Sem experiência,
defensora do ensino domiciliar assume pasta na educação

Exame; 30/01
https://abr.ai/2UBi84b

Sem atuação em sala de aula ou formação acadêmica na área da educação, Maria Eduarda Manso Mostaço, de 27 anos, foi nomeada coordenadora-geral de formação de professores da recém-criada Secretaria de Alfabetização do Ministério da Educação (MEC). Formada em Direito, ela é defensora da regulamentação do ensino domiciliar no País – que foi colocada como meta prioritária pelo governo de Jair Bolsonaro para os 100 primeiros dias de gestão. A nomeação foi publicada nesta quarta-feira, 30. Maria Eduarda é de Londrina, onde cursou a graduação na Universidade Estadual de Londrina (Uel), mesma cidade de Carlos Francisco Nadalim, que vai chefiar a Secretaria de Alfabetização. Dono de uma escola chamada Mundo do Balão Mágico, ele também é defensor da educação domiciliar, o homeschooling.

 


Como Paulo Freire inspirou
uma das melhores escolas dos Estados Unidos

Rede Brasil Atual; 29/01
http://bit.ly/2MFM4t5

Em 2014, a escola estadunidense Revere High School, localizada na cidade de Revere, em Massachusetts, foi reconhecida pelo National Center for Urban School Transformation (Centro Nacional pela Transformação do Ensino Urbano) como a melhor escola pública de ensino médio do país. Dois anos depois, recebeu outra premiação, tornando-se uma das oito medalhistas do “Schools of Opportunity” (Escolas de Oportunidade), do National Education Policy Center (Centro Nacional de Educação Política), por “fazer coisas extraordinárias para os estudantes”. Entre seus 2 mil alunos, 34% vêm de famílias de baixa renda e 12% são imigrantes que muitas vezes frequentam a escola falando pouco ou nada da língua inglesa. Um dos responsáveis por esse bom desempenho é o diretor de Dados e Responsabilidade Acadêmica Lourenço Garcia. Nascido em Cabo Verde, ele é admirador da obra de Paulo Freire, com a qual entrou em contato durante seu doutorado. Segundo ele, isso o auxiliou na implantação de iniciativas bem sucedidas na Revere High School.

 

 

MEC altera nomeação de reitores e
universidades federais perdem autonomia

Carta Educação; 30/01
http://bit.ly/2FZLvd8

As universidades federais correm o risco de perder autonomia na escolha de seus reitores. Uma nota técnica assinada pelo Ministério da Educação no dia 13 de dezembro de 2018, na transição entre governos, considera irregular a votação paritária, método comum à maioria das instituições para nomearem seus representantes. A nota técnica 400/2018, assinada pelo então Secretário de Educação Superior (Sesu), Paulo Barone, traz grafado “votação paritária ou que adote peso dos docentes diferente de 70% será ilegal, e deve assim ser anulada, bem como todos os atos dela decorrente”. O texto substitui a nota técnica de 2011 que trazia “a realização (…) de consultas informais à comunidade universitária com a configuração dos votos de cada categoria da forma que for estabelecida, inclusive votação paritária, não contraria qualquer norma posta”.

 

Prouni 2019 abre inscrições para número recorde de bolsas de estudos
G1; 31/01
https://glo.bo/2RtMgwj

A edição do primeiro semestre de 2019 do Programa Universidade para Todos (Prouni) abriu na madrugada desta quinta-feira (31) o período de inscrições para candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018 concorrerem a bolsas de estudo integrais e parciais em universidades privadas do Brasil. Para se candidatar às bolsas é necessário acessar o site do programa. As inscrições terminam às 23h59 deste domingo (3). Nesta edição, são oferecidas 243.888 bolsas de estudo, um recorde histórico desde o início do programa, em 2005, segundo o Ministério da Educação. Desse total, 116.813 são bolsas integrais e 127.075 são parciais, distribuídas em 1.239 instituições de educação superior de todo o país.

 

Bolsonaro determina inclusão de militares
na reforma da Previdência, diz secretário

Folha de S. Paulo; 30/01
http://bit.ly/2DLpr3y

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse na noite desta quarta (30) que nenhum segmento da sociedade, inclusive os militares, será poupado na reforma das regras de aposentadoria. Ele espera que a proposta seja aprovada pela Câmara e pelo Senado até meados de julho. “Ninguém vai ficar de fora. O governo vai apresentar um projeto que vai levar em consideração todos os segmentos da sociedade brasileira”, disse Marinho.

 


Almir Pazzianotto defende permanência da Justiça do Trabalho

Agência Sindical; 31/01
http://bit.ly/2sXtROs

O jurista Almir Pazzianotto, ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, se manifesta contra a extinção da Justiça trabalhista, proposta pelo presidente Bolsonaro. “Para extinguir a Justiça do Trabalho será necessário alterar toda a estrutura do Poder Judiciário brasileiro”, critica.

 

Vale pode lucrar com interrupção de barragens como a de Brumadinho
Folha de S. Paulo; 31/01
http://bit.ly/2SgcbvJ

A medida anunciada pela Vale para reduzir o risco de rompimentos de barragens prevê extração de minérios e representa uma atividade que dá ao rejeito de mineração uma sobrevida comercial —podendo, assim, trazer lucro à Vale. Há dois tipos de descomissionamento de barragens de mineração: pode-se cobrir o terreno e reflorestá-lo ou pode-se aproveitar e refinar os minérios que ainda restam nos rejeitos da barragem. Essa última técnica tem despertado interesse comercial crescente, sobretudo na região do quadrilátero ferrífero, no centro-sul de Minas Gerais, onde fica Brumadinho. Desde 2016, os minérios extraídos nas barragens da região, chamados de pellet feed fines, têm sido usados pela Vale para criar um produto chamado BRBF (Brazilian Blend Fines), uma mistura desses minérios com o tipo extraído no Sistema Norte de Carajás, mais nobre.

 

Artigo | Precisamos falar sobre crimes corporativos
Folha de S. Paulo; 31/01
http://bit.ly/2RxCPMs

Por Rafael Alcadipani: O combate ao crime praticado por pessoas comuns é um tema prioritário da agenda nacional. O Brasil paga anualmente um preço altíssimo pelas perdas materiais, monetárias e principalmente humanas por causa das suas altas taxas de criminalidade. O tema está cotidianamente na mídia, na preocupação dos políticos e nas políticas desenvolvidas pelos agentes públicos. Porém, todos os dias pessoas adoecem em razão de más condições de trabalho, o ambiente é degradado por algumas atividades empresariais e pessoas perdem vidas por causa de ações diretas ou indiretas de corporações.

 

Histórias do tempo em que o Ministério do Trabalho tinha voz
Rede Brasil Atual; 07/11/18
http://bit.ly/2DL1ycf

O Ministério do Trabalho foi criado em 1930, pouco depois da chegada de Getúlio Vargas ao poder, e chegou a ser chamado de “ministério da revolução” por seu primeiro titular, Lindolfo Collor, com uma função declarada de intermediação de conflitos. Ao longo da história, com diversas denominações, a pasta adquiriu papel de protagonista nos governos, mas perdeu força política na medida em que a área econômica passou a ter mais influência nas decisões. Quem saberia dizer o nome do atual ministro sem recorrer ao Google?

 

 


Movimentos sociais protestam contra lei de Dória
que restringe manifestações

Rede Brasil Atual; 30/01
http://bit.ly/2S15sX6

O decreto que proíbe a utilização de máscaras em protestos, equipara objetos comuns a armas e exige aviso prévio de cinco dias para a realização de atos, assinado neste mês de janeiro pelo governador de São Paulo, João Dória (PSDB), em meio às manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus e metrô, foi alvo de protesto nesta terça-feira (29). Movimentos sociais concentraram-se em frente à Secretaria de Segurança Pública, no centro da capital paulista, para pedir a revogação da Lei n° 15.556 de 2014.


Sem diploma, 
Damares já se apresentou como mestre em educação e direito

Folha de S. Paulo; 31/01
http://bit.ly/2RvOOdr

Após ser questionada sobre formação acadêmica, ministra diz que título é bíblico. Num de seus discursos mais famosos, ao menos até virar ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves se apresenta à plateia: não estão diante apenas de uma pastora, mas de “uma advogada” que é também “mestre em educação” e “em direito constitucional e direito da família”. Títulos acadêmicos, contudo, que a titular na Esplanada de Jair Bolsonaro nunca teve de fato, como a própria disse, por meio da assessoria de imprensa do ministério, após ser questionada pela Folha por três semanas sobre quais eram as instituições em que ela adquirira os alegados mestrados.

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