30 de janeiro de 2019| , , , , , , ,

Damares apresenta medida provisória para aprovar ensino domiciliar / ‘EAD já é o futuro’, diz professor da USP / Novo governo promete mudanças profundas na educação / Sindicalismo exige punição à Vale por abusos trabalhistas e ambientais / Ato contra genocídio negro e morte de Marielle / Audiência pública para discutir EAD no país, com Giannazi / E mais.

Estratégia de campanha:

Neste clipe, Celso Napolitano comenta a decisão do Cones para aCampanha Salarial 2019: assembleias decisivas com falta abonada para Sesi/Senai e também na Educação Básica. As datas já estão marcadas: Sesi/Senai em 14/02; Educação Básica em 28/02.
Todas as informações no site da Fepesp: https://bit.ly/2sVoIq4.
Clique na imagem para assistir ao vídeo.

 

 

Damares assume papel do MEC
e apresenta MP que permite educação domiciliar

Último Segundo; 29/01
http://bit.ly/2FXzB3d

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, preparou uma proposta de medida provisória para regulamentar o ensino domiciliar – uma das metas dos 100 primeiros dias de governo de Jair Bolsonaro (PSL). A prática, também conhecida como “homeschooling”, foi vetada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. A medida permite que os pais possam escolher se seus filhos devem ser educados na escola ou em sua própria casa. Atualmente, essa prática não está regulamentada e foi vetada pelo STF em setembro do ano passado. Os ministros decidiram que o ensino domiciliar não pode ser considerada um meio lícito, pois não há lei que regulamente o assunto.

 

Artigo | O ensino domiciliar e a criminalização da educação
Estadão; 29/01
http://bit.ly/2HEGMPI

Por Rita Lisauskas: O diabo mora nos detalhes, diz um provérbio alemão. Por isso me chamou a atenção que uma medida provisória que pretende regulamentar o ensino domiciliar, o homeschooling, tenha sido gestada não no Ministério da Educação, mas sim na pasta da mulher, Família e Direitos Humanos da pastora Damares Alves, que já demonstrou com frases célebres como “mulher nasceu para ser mãe” e “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” que a adoção de uma agenda conservadora nos costumes será prioridade de sua gestão.

 

“As universidades devem ficar reservadas 
para uma elite intelectual”, diz ministro da educação
Carta Educação; 28/01
http://bit.ly/2HEIHDU

A declaração do Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, dada ao Valor e divulgada na segunda-feira 28, foi utilizada para justificar a manutenção do ensino técnico como um dos principais pilares da Reforma do Ensino Médio, aprovada por Medida Provisória no ano passado, no governo Temer. Segundo o ministro, o retorno financeiro dos cursos técnicos é maior e mais imediato do que o da graduação, o que pode diminuir a procura por Ensino Superior no Brasil.

 

Artigo | O ministro da educação acredita nos nossos alunos?
Folha de S. Paulo; 30/01
http://bit.ly/2RWufM8

Por Leandro Beguoci: Como explica o pesquisador Ernesto Faria, do Iede (Interdisciplinariedade e Evidências no Debate Educacional), há uma relação muito forte entre a crença dos professores no potencial dos estudantes e o quão longe estes alunos vão avançar. Neste texto para a Nova Escola, Ernesto resgata o trabalho dos psicólogo Robert Rosenthal e Lenore Jacobson sobre o efeito Pigmaleão. No nosso “funil educacional”, pouquíssimas pessoas chegam à universidade. Na mitologia grega, Pigmaleão é um escultor que se apaixona pela própria obra –e consegue até transformá-la em gente graças a uma oferta à deusa Afrodite. Nas salas de aula, Rosenthal e Jacobson mostraram que professores são cruciais para a motivação dos alunos. Apenas 15% dos adultos entre 25 e 35 anos concluiu o ensino superior, uma taxa bem baixa na comparação com outros países.

 

Novo governo promete mudanças profundas na educação
Senado Notícias; 28/01
http://bit.ly/2WvOfDO

A educação é um dos principais desafios no novo governo: o país se ressente de uma política educacional de qualidade, capaz de levar os estudantes a níveis maiores de conhecimento e a melhores oportunidades. Aliada a isso, há uma questão de ordem política que envolve o setor. Se cumpridas as propostas feitas durante a campanha eleitoral, o mandato do presidente Jair Bolsonaro deverá ser marcado por pautas mais conservadoras, como o combate à “doutrinação de esquerda” e vetos ao debate sobre gênero nas escolas. Segundo avaliação realizada pela Comissão de Educação, Cultura e Esportes (CE) no fim do ano passado, a educação infantil está estagnada no país e deverá adotar um novo modelo de gestão institucional no novo governo para que as metas definidas pelo Plano Nacional de Educação (PNE) sejam alcançadas. A comissão encaminhou um relatório ao governo federal e ao Ministério Público propondo a adoção de medidas ao Palácio do Planalto, ao Congresso Nacional e ao Tribunal de Contas da União (TCU).

 

‘EAD já é o futuro’, diz professor da USP
Estadão; 29/01
http://bit.ly/2BavoFj

Um dos participantes de uma das primeiras experiências de ensino a distância na Universidade de São Paulo (USP), o professor Hélio Dias vê na tecnologia um dos principais aliados do professor na sala de aula. Ex-coordenador do Laboratório Didático do Curso Semipresencial de Licenciatura em Ciências na universidade, ele acredita que as ferramentas digitais podem proporcionar uma espécie de ensino “sob demanda”, que identifique pontos fracos no aprendizado e se adeque aos horários em que o estudante tem mais rendimento.

 

‘Política está na natureza da ação’, diz professor de Gestão Pública
Terra; 29/01
http://bit.ly/2HEWLgz

O principal desafio dos cursos de pós e MBA em Gestão Pública é fazer com que o aluno veja a política não como problema, mas como paisagem. A opinião é de Fernando de Souza Coelho, professor de Gestão Pública da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (USP). Para que isso aconteça, diz, é preciso oferecer uma formação técnico-política que atenda tanto a quem já faz parte da máquina estatal, e que sabe da importância da gestão profissionalizada, como quem atua em empresas e fundações e sente a necessidade de iniciar ou melhorar a interlocução com o Estado.

 

Para Federação Nacional, 
engenharia poderia evitar tragédia de Brumadinho
Agência Sindical; 28/01
http://bit.ly/2UmuHzY

Entidade representativa dos engenheiros brasileiros, a FNE emitiu nota sobre o grave acidente em Brumadinho (MG), com a nova ruptura de barragem da empresa Vale. A entidade observa que a engenharia nacional tem capacidade técnica para dar segurança às barragens e evitar sinistros. A nota lembra que o “atestado de baixo risco” dado à Vale é da conta de uma empresa alemã não-especializada.

 

Sindicalismo exige punição à Vale
por abusos trabalhistas e ambientais

Repórter Sindical; 30/01
http://bit.ly/2DHwCKb

Após o rompimento de mais uma barragem sob sua responsabilidade, a Vale afirmou que “não vê responsabilidade” da empresa na tragédia da Mina Feijão, em Brumadinho, região metropolitana de Belo Horizonte. A mineradora atribuiu a catástrofe a um “caso fortuito” que ela ainda está apurando. O diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, alegou que a segurança da barragem que rompeu tinha sido, inclusive, atestada “por especialistas internacionais de renome”. Porém, tal informação é contestada por entidades de classe do setor. A FNE, representativa dos engenheiros brasileiros, observou em Nota que a engenharia nacional tem capacidade técnica para dar segurança às barragens, criticando o fato de que o “atestado de baixo risco” tenha sido encomendado pela Vale a uma empresa alemã não-especializada.

 

 

Campinas terá ato contra o genocídio negro
Sinpro Campinas; 27/01
http://bit.ly/2HGcax0

O Ato Coletivo Marielle Franco contra genocídio negro acontecerá no dia 14 de março, com concentração marcada às 17h no Largo do Rosário. A previsão é de que a marcha saia às 18:30h. O trajeto será divulgação no dia. Professora, professor, participe: É pela vida das mulheres!

 

Audiência Pública de Giannazi sobre o EAD no país
Fepesp; 30/01

 

Artigo | Convicção da boçalidade é tal
que fica difícil não ser vencido pela exaustão

Folha de S. Paulo; 27/01
http://bit.ly/2CUiOu9

Por Bernardo Carvalho: A idiotia sequestrou a inteligência. São tantas as frentes de batalha e os ataques em série, e tal a impermeabilidade da má-fé e a convicção da boçalidade, que no final fica difícil não sair de campo vencido pela exaustão e mais burro do que se entrou. Em um embate recente, cara a cara com um tipo de ideologia que eu conheço bem da internet, mas não podia imaginar sob a aparência simpática da gerente de uma papelaria do meu bairro, deparei com uma ultradireitista exultante da sua recente saída do armário.

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