17 de dezembro de 2018| , , , ,

Aquisições no ensino básico deverão aumentar / Curso EAD são piores que presenciais / Falhas na Ed. Básica levam a evasão no Superior / Demissões na Estácio: Sinpro-Rio reage / Tudo o que você precis saber sobre o 13° / Lei Rouanet traz retorno 59% maior que valor financiado

TV FEPESP: O que aprendemos em 2018

O programa desta semana é a retrospectiva do ano do Sala de Professoreshttps://youtu.be/v7Pf36CEqhU

 

 

Aquisições de escolas de ensino básico deverão aumentar em 2019
(Folha de S.Paulo; 17/12)
http://bit.ly/2SQNEdp

A nova onda de consolidação no setor de educação, que envolve a compra de colégios de ensino fundamental e médio, deverá se intensificar nos próximos meses, segundo especialistas. As companhias que concentram a atuação no ensino superior são as que mais têm se interessado em fechar negócio na educação básica.

“Há uma saturação do crescimento das faculdades via fusões e aquisições, já o ramo das escolas é muito fragmentado”, diz Ricardo Jacomassi, da TCP Latam.

 

Ensino a distância: liberados para ensino médio,
cursos EaD ainda são piores que presenciais
(BBC; 17/12)
https://bbc.in/2GlFdW7

As novas diretrizes curriculares para o ensino médio, aprovadas em novembro, limitaram o uso do EaD em até 30% da carga horária para os cursos noturnos; 20% para os diurnos e até 80% para os de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Para adotar a prática, os Estados, responsáveis pela formação dos currículos, precisam da aprovação dos conselhos locais, o que pode ocorrer já em 2019.

 

Falhas na educação básica contribuem para evasão no ensino superior
(Repórter Diário; 14/12)
http://bit.ly/2SNpO26

A taxa de escolarização de jovens entre 18 e 24 anos é de 18%, longe do projetado pelo Plano Nacional de Educação, que prevê 33%. O principal motivo, segundo estudo apresentado pelo professor Álvaro Francisco Fernandes Neto no Conjuscs (Carta de Conjuntura da Universidade Municipal de São Caetano do Sul), é a evasão escolar, resultado da falta de conteúdo adequado no ensino básico, falta de identificação com o curso e custos elevados de mensalidade.

 

Artigo | Escola sem Partido não pode se sobrepor
aos verdadeiros desafios educacionais do Brasil
(Folha de S.Paulo; 15/12)
http://bit.ly/2BoBxwZ

Por Paulo Saldaña: Em um sistema com 49 milhões de estudantes, baixo aprendizado e 2,7 milhões de crianças e jovens fora da escola, é urgente ressaltar que os maiores desafios da educação não incluem supostas doutrinação política e sexualização precoce, como defende o presidente eleito, Jair Bolsonaro. As repercussões dessa agenda, entretanto, representam riscos a uma educação de qualidade no Brasil.

 

 

Prof. Samuel Nascimento lança livro
sobre impactos do Fies e Prouni na educação superior
(UFPI; 12/12)
http://bit.ly/2QABBUT

O professor de Direito da UFPI, Samuel Pontes do Nascimento, lançou nesta sexta-feira (14), às 18h30, o livro “O Poder Econômico na Educação Superior”, que traz uma análise sobre a mercantilização do Ensino Superior no Brasil sob a ótica do direito econômico. Para o professor, a publicação é uma tentativa de levar a todos que trabalham com educação um pouco mais de profundidade na análise do setor privado e do processo de mercantilização em curso.

“No livro abordo alguns aspectos, como poder econômico privado internacional. Falo do poder econômico real, não do dono de faculdade, e sim aquele que coordena milhões de dólares investidos em compras e fusões de faculdades”.

 

 

Demissões na Estácio: Professoras e Professores exigem
que a homologação seja feita no Sinpro-Rio
(Sinpro-Rio; 14/12)
http://bit.ly/2LlNuIq

A Universidade Estácio recebeu uma resposta imediata sobre as demissões em massa que, mais uma vez, atingem professoras e professores. Cerca de 200 professores compareceram à assembleia da manhã do dia 14 de dezembro, na sede do Sinpro-Rio.

Os professores da Estácio autorizaram, por unanimidade, que o Sindicato negocie com a Universidade os termos da rescisão de contratos.

 

Tudo o que você precisa saber sobre seu 13º
(Sinpro Campinas; 17/12)
http://bit.ly/2GkjNIZ

A primeira parcela do 13º corresponde a 50% do salário recebido no mês anterior sem nenhum desconto. A segunda parcela corresponde ao salário de dezembro, acrescido da média de horas e adicionais pagos regularmente. Deste valor são deduzidas a primeira parcela, a contribuição previdenciária e a tributação de imposto de renda. Se a escola não cumprir com os prazos denuncie imediatamente ao Sinpro!

 

Ufa! O ano letivo está chegando ao fim
(Sinpro SP; 14/12)
http://bit.ly/2LnxyFs

Até que dia a escola pode demitir? O recesso é obrigatório? Como pedir demissão sem perder o recesso? A carga horária pode ser alterada de um ano pra outro? O professor pode ser transferido de disciplina? Dúvidas como essas estão respondidas no Especial de Final de Ano, um guia em perguntas e respostas organizado por temas.

 

Artigo | Novo governo quer fugir da CLT
(O Globo; 14/12)
https://glo.bo/2SSnSFs

Por Míriam Leitão: O futuro governo está elaborando uma proposta de novo regime trabalhista, fora da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Ele seria apresentado como uma forma de contrato no qual só estarão garantidos os direitos constitucionais previstos no artigo 7º da Constituição, mas em que todos os outros itens serão negociados entre trabalhadores e empregadores.

Durante a campanha, o programa do PSL falava em “carteira verde e amarela”, mas sem entrar em detalhes. A ideia com a qual trabalham agora é a de oferecer uma nova forma de contrato que seria negociado diretamente entre as duas partes. Isso seria uma opção à CLT.

 

 

Lei Rouanet traz retorno 59% maior que valor financiado, mostra FGV
(Exame; 14/12)
https://abr.ai/2LjXke1

Alvo de críticas agressivas e pouco fundamentadas durante as eleições de 2018, a Lei Rouanet – a lei federal de incentivo à cultura – costuma ser relacionada apenas ao benefício de artistas e produtores “folgados”. Nada mais longe da realidade. Dentro da economia e cultura criativa, o incentivo fiscal a milhares de projetos gera um impacto essencial à economia brasileira.

Dados do Ministério da Cultura mostram a importância da economia criativa. Tais atividades representam 2,64% do PIB brasileiro. As 251 mil empresas do segmento cultural criam um milhão de empregos diretos e geram mais de R$ 10,5 bilhões de impostos diretos.

 

 

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