12 de dezembro de 2018| , , ,

Escolas adiam negociações / Escola sem Partido é arquivada / Responsável pelas Fatecs pode ser secretário no MEC / Projeto que inclui instituições públicas não gratuitas ao Prouni é aprovado / O equilíbrio de gênero na educação superior no mundo / Protesto unitário contra extinção do MTE / Museus em São Paulo abordam os Direitos Humanos na programação

CAMPANHA SALARIAL 2019:
Escolas adiam negociações para janeiro


As negociações entre a comissão da Fepesp e os representantes do Sieeesp (o sindicato dos donos de escolas de São Paulo) serão realizadas a partir da segunda quinzena de janeiro, em 2019. Mas não por falta de disposição de professores e auxiliares da educação básica na rede privada: nós fizemos nossas assembleias em outubro e protocolamos nossa pauta de reivindicações no dia 6 de novembro.
A diretoria do Sieeesp preferiu adiar o encontro. “Em nome das entidades patronais [devemos dizer] que ainda não foi possível colher as respostas das respectivas diretorias à pauta de reivindicações encaminhada”, diz o ofício-resposta patronal.

Professoras, professores, auxiliares, atenção – sempre alertas aos avisos do sindicato. Voltaremos em 2019 prontos para defender nossos direitos, nossa dignidade e lutar por condições de trabalho dignas para todos.

Confira a nota completa da Federação aquihttp://bit.ly/2BctxPA

 

 

Escola sem Partido: uma vitória – por ora
(Fepesp; 11/12)
http://bit.ly/2Egn35s

Comissão que discutia o projeto espúrio de mordaça ao professor, na forma apelidada de uma ‘escola sem partido’, realizou sessão nesta terça (11/12) e não conseguiu votar parecer o seu relator. O projeto, agora, vai ser arquivado. O arquivamento do projeto é uma vitória!

A ‘comissão do escola sem partido’ na Câmara Federal realizou um número extraordinário de 12 sessões, desde julho, para tentar aprovar o parecer e mandar o projeto a votação no plenário. E não conseguiu, por pressão da oposição, como reconheceu o próprio presidente da comissão, deputado Marcos Rogerio (DEM-GO): “A oposição merece o reconhecimento da comissão. Se pautou na obstrução e cumpriu aquilo que lhe é garantia regimental”, disse.

 

Atual responsável pelas Fatecs em SP deve
ser secretário da educação básica no MEC
(Estadão; 11/12)
http://bit.ly/2Pye6WZ

O atual vice diretor superintendente do Centro Paula Souza, Luiz Antonio Tozi, deve ser o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação. O cargo é um dos mais importantes do MEC porque cuida das políticas de educação infantil, fundamental e médio no governo federal.


Educação infantil está estagnada no país, conclui avaliação da CE
(Folha de S.Paulo; 11/12)
http://bit.ly/2Pznxp9

As metas relacionadas à educação infantil no Plano Nacional de Educação (PNE) têm sido executadas de forma pouco coordenada e muito mal articulada, gerando desperdício de recursos e ineficiência.

Esta foi a conclusão da avaliação do cumprimento da meta 1 do PNE, relacionada à educação infantil, por parte do poder público. A avaliação foi coordenada pelo senador Pedro Chaves (PRB-MS) e seu relatório foi aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Educação (CE).

 

Artigo | Ensino médio tradicional condena os jovens à ignorância
(Folha de S.Paulo; 12/12)
http://bit.ly/2QUnJV3

Por Leandro Beguoci: A escola pública é uma personagem rara no imaginário brasileiro. Faça esse exercício e pesquise em filmes, livros e séries feitas no país. Com a exceção das últimas temporadas de “Malhação”, da TV Globo, as instituições de ensino mantidas e frequentadas por milhões de brasileiros não aparecem em primeiro plano. Nos EUA, há um filão de filmes e séries sobre a “high school”, o ensino médio deles. Na Europa ocidental, há livros, filmes e até músicas. Em um dos melhores filmes japoneses recentes, “Entre-Laços”, de 2017, a escola é central na trama.

Bem, isso só é possível porque esses países universalizaram a educação básica faz décadas. Uma instituição só entra no imaginário se ela faz parte da vida de todas as pessoas. E, nesses países, a escola entrou na agenda na primeira metade do século 20. Originalmente, o ensino médio foi criado para formar gerentes e preparar (poucas) pessoas para a universidade. Era para a elite do país. Porém, com economias cada vez mais complexas, ele passou do opcional para o obrigatório em pouco tempo.


Artigo | Alto lá, ministra!
(Brasil 247; 10/12)
http://bit.ly/2Pz31F8

Por Danilo Molina: A inclusão de conteúdos da história e da cultura afro-brasileira e indígenas nos currículos e nas ações educacionais de nossas escolas é uma conquista social do povo brasileiro.

Isso posto, são estarrecedores os vídeos que circulam na internet e nas redes sociais, nos quais a futura ministra dos Diretos Humanos utiliza o ensino da cultura afro-brasileira para atacar de forma gratuita as religiões de matrizes africanas. Em um dos vídeos, a futura ministra se diz preocupada “com a questão do satanismo e do ensino afro em sala de escolas”. “Estão confundindo nossas crianças na sexualidade e na religiosidade”, prossegue.

 

 

Projeto que inclui instituições públicas
não gratuitas ao Prouni é aprovado na CAE
(Senado Notícias; 11/12)
http://bit.ly/2SCo5MU

Instituições estaduais e municipais não gratuitas poderão aderir ao Programa Universidade para Todos (Prouni). É o que determina o Projeto de Lei do Senado (PLS) 394/2018, do senador Airton Sandoval (MDB-SP), aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). A matéria segue para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

O Prouni concede atualmente bolsas de estudo integrais e parciais em instituições privadas de educação superior, com ou sem fins lucrativos. O objetivo da proposta é facilitar o acesso de estudantes carentes também nas instituições públicas pagas.

 

O equilíbrio de gênero na educação superior no mundo
(Jornal Nexo; 11/12)
http://bit.ly/2SJkZXQ

Países da África têm menor proporção de mulheres em relação a homens cursando essa etapa do ensino. Veja a relação desse dado com a taxa de matrículas delas.

 

 

Protesto unitário em SP condena extinção do Ministério do Trabalho
(Repórter Sindical; 12/12)
http://bit.ly/2GcYR6u

CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, CGTB, Intersindical e CSP-Conlutas realizaram terça (11) ato unitário em repúdio à anunciada extinção do Ministério do Trabalho. O protesto, em frente à Superintendência Regional de São Paulo, reuniu lideranças e trabalhadores de várias categorias. Houve manifestações em outras Capitais.

Os sindicalistas alertaram para o risco de uma precarização ainda maior das relações capital-trabalho. Os manifestantes foram unânimes na crítica de que o propósito do futuro governo é desarticular o sistema de proteção aos trabalhadores.

 

Direitos Humanos e Escola sem Mordaça, com Leonardo Sakamoto
(Sinpro SP; 12/12)
http://bit.ly/2EruN5s

Leonardo Sakamoto, jornalista, professor e intelectual engajado, esteve no Sindicato dos Professores de São Paulo, ontem (11/12), para comentar sobre o Escola sem Partido e direitos humanos.

 

 

A principal lição do AI-5: tudo pode piorar
(The Intercept; 12/12)
http://bit.ly/2SIyWF8

ERA MUITA PERVERSIDADE informar ou insinuar no começo de dezembro de 1968 que o presidente Arthur da Costa e Silva se preparava para editar um quinto ato institucional. É o que dizia o ditador. Ele se queixava de notícias “infundadas e até maldosas”, publicou a Folha de S. Paulo. Os quatro primeiros atos, baixados pela ditadura, espingardearam a Constituição de 1946. A Carta sucessora, talhada pelo regime inaugurado com a deposição de João Goulart, vigorava desde 15 de março de 1967, data da posse do marechal entronizado sem voto popular.

Na noite de 4 de dezembro, Costa e Silva conversou por hora e meia em Brasília com figurões do partido chapa-branca da ditadura, a Aliança Renovadora Nacional. Assegurou-lhes, conforme o Jornal do Brasil: “A nação pode continuar tranquila, porque o governo não pensa em medidas de exceção e resolverá todos os problemas dentro das leis e da Constituição”.

 

12 museus em São Paulo abordam os Direitos Humanos na programação
(Carta Educação; 11/12)
http://bit.ly/2PyloKk

Em homenagem aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, completos na segunda-feira 10, museus do Estado de São Paulo promovem a ação “Sonhar o Mundo”, que prevê a realização de exposições, debates, oficinas, palestras, filmes e diversas atividades que incentivam a reflexão sobre solidariedade e Direitos Humanos.

A programação acontece até o dia 16 de dezembro em pelo menos 14 museus da capital e do interior de São Paulo e envolve todas as unidades da Secretaria da Cultura do Estado e o Memorial da Inclusão, e da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

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