Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 08 de dezembro de 2022

10 de dezembro de 2018

Especial TV FEPESP: 70 anos de Direitos Humanos / Escolas e mensalidades acima da inflação / Secretária de Dória quer cobrança em universidade pública / Nova BNCC impede formação crítica / Faculdade Tijucussu fecha e não avisa alunos / Setor de ensino superior privado tenta recuperação de Fies / Indústria articula reduzir sindicatos / Demitido? Confira seus direitos / Escolas de Cidadania oferecem formação social e política em São Paulo


Especial TV FEPESP:
Os 70 anos dos direitos de todos os humanos


Neste dia 10 de dezembro a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos. A Declaração inspirou as cláusulas pétreas da Constituição democrática de 1988 e, para professores e auxiliares de administração escolar em São Paulo – e em todo o Brasil! – educação e liberdade de ensino são também questões de direitos humanos.
Neste programa Sala de Professores a TV Fepesp recupera imagens históricas dos momentos que levaram à assinatura da Declaração pelos países que formaram a Organização das Nações Unidas ao fim da segunda Grande Guerra, colhe comentários de professores gabaritados e apresenta todos os trinta artigos que formam a grande Declaração.
Assista o Especial aquihttp://bit.ly/2B5qkRY

 

Ato ecumênico marca na Sé 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos
(Estadão; 09/12)
http://bit.ly/2SGlWA7

Ato inter-religioso toma conta da Praça da Sé, amanhã, para a comemoração dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Participaram do evento Dom Odilo Scherer, o rabino Alexandre Leone, o sheik Mohammed Al Bukai, Lya Adriana de Nanã e o cacique Adolfo Timóteo, entre representantes dos diferentes cultos.

Ato na Catedral da Sé celebra 70 anos da declaração dos direitos humanos
(Repórter Sindical; 10/12)
http://bit.ly/2E9mwSG

O advogado Antonio Funari Filho, presidente da Comissão Justiça e Paz da arquidiocese de São Paulo, disse à Agência Sindical que a Declaração Universal dos Direitos Humanos “é uma carta de princípios que tem de ser reverenciada”. Ele lembra que seus preceitos foram incorporados na Constituição de 1988, mas não estão plenamente estabelecidos e ainda correm riscos. “Não conseguimos cumprir até hoje os anseios de igualdade e corremos riscos de retrocessos com relação aos avanços que tivemos com respeito às liberdades”, adverte.

70 anos de Direitos Humanos: artistas ressignificam artigos em ilustrações
(Diário de Pernambuco; 05/12)
http://bit.ly/2B75mSM

Neste mês de dezembro, quando a Declaração Universal de Direitos Humanos (DUDH) completa 70 anos, artistas se uniram para dá-la uma cara nova. A fim de ressignificar seus artigos e aproximá-los do público, o coletivo independente Mutirão, com apoio da Revista Continente, produziu 30 peças gráficas. Os trinta artistas participantes do projeto estudaram e deram sua personalidade aos termos apresentados na DUDH para montar a exposição realizada no Apolo 235, na Rua do Apolo, Centro do Recife.

Declaração Universal dos Direitos Humanos
completa 70 anos em contexto sombrio
(Jornal EM; 07/12)
http://bit.ly/2rtg9C7

A alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, advertiu esta semana que o sistema mundial “que deu corpo à visão da Declaração Universal se vê erodido pouco a pouco pelos governos e pelas autoridades políticas que cada vez se concentram mais em interesses nacionalistas e estreitos”. Alguns especialistas consideram que, embora o movimento mundial pelos direitos humanos que nasceu após a Segunda Guerra Mundial esteja ameaçado, esta comemoração pode ser uma ocasião para reafirmar a utilidade da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH).

ONU convida pessoas a gravar vídeos sobre
a Declaração Universal dos Direitos Humanos
(ONU; 28/07)
http://bit.ly/2ROpShY

Para comemorar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 70 anos em 2018, a ONU lançou uma campanha de vídeo multilíngue para conscientizar as pessoas sobre a importância do marco global. Iniciativa convida cidadãos do mundo inteiro a gravar um vídeo lendo um dos artigos do documento em sua língua materna. Cada participante terá seu registro publicado numa página especial das Nações Unidas.

Declaração dos Direitos Humanos faz 70 anos
(Folha de S.Paulo; 10/12)
http://bit.ly/2SCUQK1

Elaborada durante dois anos, numa época em que o mundo sentia os efeitos da Segunda Guerra Mundial e estava dividido entre países capitalistas e comunistas, foi pontuada por desacordos entre nações dos dois blocos até ser aprovada, em Paris, às 23h56 de 10 de dezembro de 1948. Com 30 artigos, a declaração é considerada o documento mais traduzido do mundo —para mais de 500 idiomas— e inspirou as constituições de vários Estados e democracias recentes.

Artistas recriam Declaração Universal dos Direitos Humanos como ilustrações
(Correio Braziliense; 09/12)
http://bit.ly/2LbOi2E

Esta segunda (10/12) celebramos os 70 anos da adoção pela Organização das Nações Unidas da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), documento-norma que delineia os direitos humanos básicos elaborado por representantes de diferentes países. Com 30 artigos, a DUDH estabelece a proteção universal aos cidadãos, falando de direitos, como à vida, à segurança e à liberdade, e também de proibições, como à escravidão e à tortura.

Relatório traz panorama das violações de direitos humanos no Brasil
(Agência Brasil; 05/12)
http://bit.ly/2G9lskD

O 19º Relatório Direitos Humanos no Brasil foi lançado hoje (5) em São Paulo. O documento, organizado pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, apresenta um panorama das violações ocorridas em 2018 e traz dados e análises sobre diferentes áreas de atuação relacionadas aos direitos humanos. O relatório traz artigos que analisam questões como terra, trabalho, justiça, povos indígenas, quilombolas, populações encarceradas e LGBTI, entre outros.

 

Professor Gentil: 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos
(Fepesp; 10/12)
http://bit.ly/2PrnAU8

Esta segunda feira, dia 10, é dia histórico: a Declaração Universal dos Direitos Humanos completa 70 anos. Neste video, preparado pela ONU, o professor Gentil Gonçales Filho, presidente do Sinprovales, apresenta o artigo 23 da declaração: o direito de livre associação em sindicatos. Nestes tempos bicudos, em que direitos são questionados e desrespeitados, vale conhecer a história e aprender com ela.

 

 

Confira esta Charge e outras da Federação: http://bit.ly/2PwVG9r

 

 

Escolas de SP reajustam mensalidades de 2019 acima da inflação oficial
(Estadão; 07/12)
http://bit.ly/2SyvLjk

As escolas particulares paulistas estão reajustando as mensalidades para 2019 em índices um pouco acima da inflação oficial. De acordo com o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp), Benjamin Ribeiro da Silva, o reajuste nas escolas está ficando entre 5% e 7%. Já a inflação medida pelo IBGE através do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumula 4,56% nos últimos 12 meses.


Nova BNCC transformará escola em mero espaço de formação
de mão de obra barata, denuncia Confetam/CUT
(Confetam; 08/12)
http://bit.ly/2QkFcGo

A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) foi surpreendida com a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio pelo Conselho Nacional de Educação (CNE/MEC). Sem prévia comunicação à sociedade, o tema foi incluído na pauta e acatado pelo Pleno do CNE/MEC, no último dia 4, violando o direito constitucional do cidadão brasileiro de ter acesso à informação de interesse coletivo.

“Nos pegou de surpresa pela forma como aconteceu, a pauta nem sequer foi divulgada – o que é uma obrigatoriedade. É mais um do conjunto de ataques à Educação no nosso país instituído desde o golpe que destituiu a presidenta Dilma até os dias atuais”, avalia a presidenta da Confetam/CUT, Vilani Oliveira.

Como o novo currículo do ensino médio diluiu as disciplinas
(Jornal Nexo; 05/12)
http://bit.ly/2G8fpfX

A Base Nacional Comum Curricular do Ensino Médio, que orienta o que as escolas públicas e particulares devem ensinar a alunos de 15 a 17 anos, foi aprovada nesta terça-feira (4), pelo CNE (Conselho Nacional de Educação), órgão que assessora o Ministério da Educação. Para vigorar, o documento ainda precisa ser homologado pelo ministro Rossieli Soares, o que deve acontecer em 14 de dezembro de 2018.

Educação desigual
(Estadão; 09/12)
http://bit.ly/2UAq2LZ

Um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – A Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2018 – traz dados que confirmam a enorme disparidade entre o futuro dos alunos da rede de ensino público e o dos alunos das escolas particulares. Em 2017, 79,2% dos estudantes que concluíram o ensino médio na rede particular ingressaram na faculdade. Entre os estudantes da rede pública, o porcentual é de apenas 35,9%.

 

 

Secretária de Doria já discute cobrança
de mensalidade em universidades públicas de SP
(CBN; 06/12)
http://bit.ly/2rvBX06

Patrícia Ellen, nova super-secretária de Desenvolvimento Econômico do governador eleito afirmou que a discussão de mensalidade nas universidades públicas estará na sua pauta: “Eu sou a favor das pessoas contribuírem da forma que elas podem”.

Faculdade fecha as portas e deixa alunos na mão em S. Caetano
(Diário do Grande ABC; 08/12)
http://bit.ly/2L60p19

A Faculdade Tijucussu, no bairro Santa Paula, em São Caetano, encerrou as atividades na noite de ontem, 13 dias antes da data anunciada pela unidade, pertencente ao grupo Uniesp, aos alunos. Os estudantes e professores ficaram revoltados com a medida, tendo em vista que foram surpreendidos pela notícia. A comunidade acadêmica cobra esclarecimentos, já que está sem saber a quem recorrer para a retirada de documentos e realização de transferências a partir da próxima semana.

Setor de ensino superior privado tenta recuperação
de Fies junto a governo Bolsonaro, diz Semesp
(Extra; 07/12)
https://glo.bo/2QHve1d

A ênfase do futuro governo na educação básica não preocupa as instituições de ensino superior no Brasil, mas entidades do setor já se movimentam para entregar nas mãos do ministro que se encarregará da pasta a partir de janeiro as propostas para o segmento em que operam, incluindo alternativas de financiamento estudantil. O sindicato já solicitou audiência com a equipe de transição do novo governo para apresentar suas propostas para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e outros assuntos relevantes para as instituições de ensino superior, mas foi informado que o encontro não ocorrerá antes da cerimônia de posse, de acordo com o presidente do Semesp, Hermes Ferreira Figueiredo.

 

 

Com Moro, indústria articula reduzir número de sindicatos
(Folha de S.Paulo; 08/12)
http://bit.ly/2En6SUM

Após o fim do imposto sindical e a eleição de Jair Bolsonaro (PSL), a indústria quer uma reforma sindical para reduzir o número de entidades representativas de classe no país.

Com a extinção do Ministério do Trabalho e a possível transferência de concessões de registros sindical para a pasta de Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), o setor debate formas de conter e reverter a proliferação de entidades.

Foi demitido no final do ano letivo? Confira seus direitos
(Sinpro Campinas; 07/12)
http://bit.ly/2RMyfL6

Quem leciona na rede privada se depara sempre com a possibilidade de demissão. Por esse motivo, as convenções e os acordos coletivos estabelecem regras que dão proteção aos trabalhadores. A cláusula da Garantia Semestral define o prazo para comunicação da dispensa no final do ano letivo: o professor deve ser avisado até o dia que antecede o recesso.

Independentemente do tempo de serviço na escola, todo professor demitido no final ano, a partir do dia 16 de outubro, tem direito a receber o recesso. Os professores da Educação Básica devem receber até dia 20/01/2019, os da Educação Superior 18/01/2019, os do Senac 16/01/2019 e os docentes do Sesi e Senai até o reinício das aulas de 2019.

 

 


Escolas de Cidadania oferecem formação social e política em São Paulo
(Folha de S.Paulo; 10/12)
http://bit.ly/2L5ucqw

Um texto dissertativo sobre a percepção de si mesma como cidadã diante da atual conjuntura política brasileira. Esse foi o trabalho final desenvolvido por Maria do Céu Magalhães, 52, para a Escola de Cidadania da Cidade Ademar e Pedreira (ECCAP), que oferece formação social e política na zona sul de São Paulo.

Agora, a escrevente aguarda ansiosa pelo certificado emitido pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), que é parceira do projeto há dois anos.

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