Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 13 de agosto de 2022

30 de setembro de 2019

30/09 – CNPq confirma retorno de verba, MEC tenta reviver ESP, Maia e centrais se antecipam à reforma sindical, e mais.

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TV Fepesp: meritocracia, mercantilização, empreendedorismo,
‘future-se’ no programa da semana: https://youtu.be/UZZzMkbIqCc.

 


Artigo | ‘Todos pela Educação’? Ou ‘pelo Mercado’?
Carta Capital; 26/09
http://bit.ly/2n7Q5y3

José Marcelino de Rezende Pinto: Todos aqueles que, de fato, defendem um Fundeb que equacione os grandes desafios da educação básica pública brasileira e atenda às metas quantitativas e qualitativas do Plano Nacional de Educação apoiam a Minuta da Profa. Dorinha. Todos aqueles que não se sujeitam aos interesses imediatistas do mercado e do capital financeiro apoiam a Minuta da Profa. Dorinha. Dão apoio consciente ao texto todos aqueles que, na melhor tradição de Anísio Teixeira, Paulo Freire, Florestan Fernandes e do Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública, acreditam que é preciso tornar o Fundeb um fundo permanente, capaz de viabilizar uma educação básica pública de qualidade a todos os brasileiros. Porque educação é um direito e não um privilégio.

 


CNPq confirma pagamento de bolsas de pós-graduação em outubro
G1; 27/09
https://glo.bo/2mh3N14

Os bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) receberão em outubro os pagamentos referentes ao mês de setembro. Nesta sexta-feira (27), o conselho assegurou que serão mantidas todas as bolsas vigentes. Atualmente, o CNPq conta com cerca de 80 mil bolsas ativas. A instituição explicou por meio de nota que o limite de crédito deste esse pagamento foi autorizado após negociações com o Ministério da Economia e os recursos liberados fazem parte do orçamento do próprio CNPq, que estavam contingenciados.

 

Artigo | Weintraub disse aos donos de universidades
privadas o que todos já deveriam ter dito
Folha de S. Paulo; 29/09
http://bit.ly/2n6MJv0

Por Elio Gaspari: O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse aos donos de universidades privadas que namoram um refresco para se livrar do calote que estimularam no Programa de Financiamento Estudantil  (Fies) o que todos os ministros já deveriam ter dito: “O que o governo vai fazer por vocês? Nada. Vocês têm que se virar”. Segundo o ministro, “o Fies foi um crime do ponto de vista financeiro.” Mais que isso: foi o mais audacioso e custoso lance da privataria. O Fies dava financiamento a quem tirava zero na prova de redação, aceitava fiadores de fancaria, produziu um mico de R$ 17 bilhões e enriqueceu empresários espertalhões, ou senis, que acreditavam no moto contínuo.

 



Como o Ministério da Educação tenta reciclar o Escola sem Partido
Jornal Nexo; 29/09
http://bit.ly/2nWTe3B

O Ministério da Educação anunciou em 23 de setembro que encaminhou a todas as secretarias estaduais e municipais de ensino do país um ofício com orientações sobre como manter um ambiente escolar harmônico, sem “doutrinação” ou propaganda político-partidária. O documento tem propostas semelhantes ao Escola sem Partido, movimento defendido pela base eleitoral do presidente Jair Bolsonaro que denuncia uma pretensa “doutrinação ideológica” em sala de aula e propõe uma neutralidade política que favoreça valores familiares, religiosos e patrióticos nas escolas.

 


Quando a escola tem biblioteca,
desempenho do aluno é melhor, mostra pesquisa
Folha de S. Paulo; 28/09
http://bit.ly/2mU2sOh

A presença da biblioteca escolar tem efeito positivo no desempenho dos alunos em avaliações de português e matemática. Esse efeito é ainda mais forte quando se observa os estudantes das escolas mais vulneráveis, que estão no menor terço do Inse (Indicador de Nível Socioeconômico das Escolas de Educação Básica). As conclusões são do estudo “Retratos da Leitura em Bibliotecas Escolares”, realizado pelo IPL (Instituto Pró-Livro), em parceria com o Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa) e a empresa OPE Sociais.

 

Artigo: Renata Cafardo | O futuro de jovens pobres
Estadão; 29/09
http://bit.ly/2nRdh3x

“Estudos internacionais indicam grande correlação entre nível socioeconômico e desempenho em avaliações. Quer dizer, já estão em desvantagem e acabam aprendendo menos que os mais ricos. Os alunos vulneráveis estudam ainda nas escolas com professores menos preparados e com piores materiais. Até a quantidade de horas/aula de Ciência é menor: estudantes ricos têm 35 minutos a mais, por semana, do que os pobres, segundo dados do Pisa, exame feito pela OCDE em mais de 30 países”.

 




Confira esta e outras charges no site da Fepesp: http://bit.ly/2HvT9vP.

 

 


Maia e centrais se antecipam à reforma sindical
Valor Econômico; 30/09
https://glo.bo/2oD52IZ

Em mais uma disputa de protagonismo com o governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), acertou com centrais sindicais, confederações patronais (como CNI, CNC, CNA e CNT) e federações, como a Febraban, a apresentação de uma proposta de emenda constitucional (PEC) para discutir a reforma sindical. A intenção dos trabalhadores, ao procurar Maia, é se antecipar à reforma sindical em elaboração pelo secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho (PSDB) – principal responsável pela reforma trabalhista, que acabou com a contribuição sindical obrigatória e a tornou opcional.

 


Celso Napolitano: O que está em jogo na reforma sindical
Vermelho; 26/09
http://bit.ly/2owCf8B

A vontade política do atual governo em enfraquecer a organização sindical, tendo como pano de fundo a esdruxula desculpa de novas formas de contratação, inovação tecnológica ou reestruturação produtiva, desembocará, inexoravelmente, numa investida destrutiva na forma de representação dos trabalhadores.

 

 


Artigo | Uma crise grave e sem saída à vista
Folha de S. Paulo; 30/09
http://bit.ly/2mjzIy3

Por João Pedro Stedile: O grande capital quer se proteger da crise e implementa diversas medidas para salvar as grandes empresas e o capital financeiro. Apropriação de bens da natureza (petróleo, minérios, energia, água e biodiversidade) para obter uma renda extraordinária. Corte dos direitos trabalhistas para aumentar sua taxa de lucro. Privatização de 133 empresas que dão muito lucro. Transformação do direito à educação e à saúde em mercadoria. Subordinação ainda maior do nosso destino ao capital dos Estados Unidos.O povo precisa ir às ruas lutar por emprego, educação, saúde e em defesa da soberania nacional. Assim, será construída a unidade política de forças populares e setores empresariais que ainda queiram defender o país —e não apenas seus bolsos.

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