30 de maio de 2019

30/05 – Agenda do ‘30 de Maio’, dano moral do ministro da Educação, a saúde mental do professor, e mais.

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DISSÍDIO EDUCAÇÃO BÁSICA: 
PROPOSTA DO TRT VAI A ASSEMBLEIAS, NOVA AUDIÊNCIA EM 18/06

 

Assembleias vão deliberar sobre a (boa!) proposta do TRT. Lado patronal bufa e esperneia mas terá que dar uma resposta positiva até 18 de junho – ou a campanha salarial da Educação Básica vai a julgamento. Na primeira audiência do dissídio coletivo da Educação Básica, nesta quarta-feira, 29/05, a desembargadora Ivani Bramante fez propostas para se evitar a terceirização de professores em disciplinas curriculares, garantir a ultratividade das convenções coletivas, manutenção do recesso de professores e acordo de dois anos.
Houve intenso debate, já que o lado patronal não se mostrou disposto a aceitar qualquer proposta do Tribunal.
A desembargadora demonstrou compreender as propostas dos professores; o lado patronal demonstrou mais uma vez sua intransigência ao recusar considerar suas propostas.
Esta foi uma audiência importante, histórica até, pelo reconhecimento da justiça de nossas reivindicações“, disse Celso Napolitano, presidente da Fepesp, ao final da audiência.
Leia maishttps://bit.ly/2PSy5ll

 



Assista a Live feita logo após o fim
da Audiência de Dissídio na Educação Básica,
com comentários de Celso Napolitano
http://bit.ly/2VWS6s9

 


Estudantes confirmam atos já programados em 150 cidades 
no 30 de maio. Confira a agenda
Rede Brasil Atual; 30/05
http://bit.ly/2Ka2CKo

Estudantes, professores e trabalhadores ligados à educação ocuparão as ruas do Brasil nesta quinta-feira (30), contra o corte de verbas nas universidades e institutos federais pelo governo Bolsonaro. De acordo com levantamento da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da CUT, são cerca de 150 cidades com manifestações confirmadas, seja por secundaristas, universitários, pós-graduandos, professores e trabalhadores.

 

Estudantes retomam protestos, 
e ministro diz que professores coagem alunos
UOL; 30/05
http://bit.ly/2YZpSyL

Convocados por ao menos três entidades do movimento estudantil, alunos de todo o país retomam hoje as manifestações contra os congelamentos na educação, sob acusação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que há “coação” por parte de professores pela participação nos atos. “Estamos recebendo aqui no MEC (Ministério da Educação) cartas e mensagens de muitos pais de alunos citando explicitamente que alguns professores, funcionários públicos, estão coagindo os alunos e que serão punidos de alguma forma caso eles não participem das manifestações”.

 

De um estudante de 1979 aos que irão à rua hoje
Outras Palavras; 29/05
http://bit.ly/2Xi61L4

Há 40 anos, em meio à ditadura e repressão, reconstruía-se a UNE. Nesses tempos em que o Brasil parece estar voltando ao passado, é preciso reunir-se, manifestar-se e transformar a educação.

 


Onde serão os protestos do #30M 
nesta quinta contra cortes na Educação
Exame; 29/05
http://bit.ly/30TgjTZ

Quinze dias após o primeiro ato contra cortes na Educação realizados pelo governo de Jair Bolsonaro, uma nova onda de protestos de estudantes e movimentos sociais deve tomar as ruas nesta quinta-feira (30). As manifestações estão marcadas para acontecer em todas as capitais brasileiras, mas o número total de cidades deve ser menor do que no ato anterior.

 

Minuto a minuto, 30M: Brasil em luta pela educação
e contra a reforma da Previdência 
Brasil de Fato; 30/05
http://bit.ly/2wsey1Z

Acompanhe o dia de manifestações de Norte a Sul do país e as últimas informações sobre o desmonte da Educação promovido pelo presidente Bolsonaro e seu ministro.

 

 


Dez razões para ir às ruas nesta quinta (30) 
e parar no dia 14, na greve geral
CUT; 28/05
http://bit.ly/2KaqIoe

Nesta quinta-feira (30), um ato convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), também contra os cortes e em defesa da aposentadoria, está sendo organizado e mobilizado por estudantes, professores, CUT e demais centrais e será mais uma mobilização rumo à greve geral do dia 14.

 

MPF acusa ministro da Educação de dano moral 
contra estudantes e professores
Conjur; 29/05
http://bit.ly/2KcPowl

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte quer que a União pague indenização de R$ 5 milhões por causa das declarações do ministro da Educação, Abraham Weintraub, sobre estudantes e professores. Em ação civil pública, o MPF afirma que o ministro comete danos morais coletivos e ofende a honra dos alunos e professores de instituições federais de ensino. A indenização é pedida diante da “gravidade que é um ministro de Estado da Educação atuar para denegrir a imagem das próprias instituições de ensino superior e, no contexto dessa ação, a dos próprios alunos e professores, quando postura oposta era a esperada”, diz a ação.

 


Professores temem confiar na direção da escola e em colegas
Folha de S. Paulo; 30/05
http://bit.ly/2Mj1zus

Diante da atitude violenta de um aluno em sala de aula, uma professora não sabia como agir. Teve medo de dividir o problema com os colegas e com a direção da escola, temia ser julgada por todos. O que fez então? “Fui para casa e chorei sozinha.” O episódio foi relatado a pesquisadores do Observatório do Professor, que ao longo de 2018 acompanharam a rotina de educadores brasileiros. A principal conclusão foi a de que é a solidão o sentimento que predomina no dia a dia desses profissionais.

 


Sinpro Jundiaí: Moção de apoio aos professores 
nas negociações salariais é aprovada na CMJ
Sinpro Jundiaí; 29/05
http://bit.ly/2KcmKM1

A presidente do Sindicato dos Professores de Jundiaí, Sandra Baraldi, participou da sessão da Câmara Municipal da última terça-feira, dia 28 de maio, para expor à população o impasse em que se encontram as negociações salariais entre professores e representantes de donos de escolas. Após recuo do patronato, as negociações foram encerradas e o futuro das garantias trabalhistas dos professores da rede privada do estado de São Paulo depende, agora, de decisão judicial sobre ação de dissídio coletivo. Após a fala da presidente do Sinpro, a CMJ aprovou moção de apoio aos professores nas negociações salariais e pela renovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria (Moção no. 216/2019, apresentada pelo vereador Cristiano Lopes).

 

Vitória do sindicato: STF suspende o trabalho de grávidas 
e lactantes em atividades insalubres
RPB; 29/05
http://bit.ly/2IbWVZK

O plenário do Supremo Tribunal Federal aprovou nesta quarta, 29, uma ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) de autoria da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos e derrubou um trecho da reforma trabalhista que admitia que trabalhadoras grávidas e lactantes desempenhassem atividades insalubres. Por 10 votos a 1, o STF considerou inconstitucional exigir a apresentação de atestado médico para a gestante ser afastada de atividades insalubres. O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, já havia suspendido em 30 de abril este pronto da reforma trabalhista.

 

 


Professor sofre de Burnout? 
Fepesp; 29/05
http://bit.ly/2wnPKZ9

‘Burn out’ – ou esgotamento profissional resultante de estresse crônico no trabalho – é um problema enfrentado por muitas professoras e professores. Inúmeros estudos médicos apontam para esse quadro entre os docentes. Mas só agora, nesta semana, foi incluído na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo dados do Portal do Professor, mantido pelo Ministério da Educação, a síndrome de burn out afeta pelo menos 15% dos docentes. As causas geralmente são associadas a uma carga excessiva de trabalho, que gera um estresse intensivo de caráter depressivo e compromete a vida do profissional da educação.

 

Por que professor se aposenta antes? 
Entenda razões e o que muda na reforma
UOL; 30/05
http://bit.ly/2XdLIhP

A reforma da Previdência proposta pelo governo endurece as regras para que professores se aposentem. Se for aprovada, eles ainda continuam podendo se aposentar antes do que os demais trabalhadores, mas os critérios ficarão mais rigorosos. A aposentadoria diferenciada dos professores está na legislação brasileira desde a década de 1960, quando a atividade foi enquadrada com outras consideradas nocivas e que, por isso, mereceriam vantagens nas regras.

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