30 de abril de 2019

30/04 – Preparação para o 1º de Maio unificado, sindicatos repudiam autoritarismo de ministro, professores da Metodista em greve, e mais.

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Esta semana, na TV Fepesp: a história do primeiro de Maio, este ano unitário, massivo e em defesa da aposentadoria. Assista aquihttps://youtu.be/wRq2pviMnlI

 

 


Com greve geral na mira, centrais finalizam preparação do 1º de Maio
Rede Brasil Atual; 29/04
http://bit.ly/2IPYmzW

O ato político começará às 11h, com representantes das frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, além do Fórum Nacional das Mulheres. Ao meio-dia, será a vez dos partidos que se opõem à “reforma” da Previdência e às 13h, falarão os dirigentes das 10 centrais que participam da organização. Depois das falas, vêm as apresentações musicais, com término previsto para as 20h30.

 

Dia do Trabalhador é dia de luta
Sinpro Campinas; 29/04
http://bit.ly/2DEXBph

O 1º de maio historicamente é uma data importante para a classe trabalhadora. Na atual conjuntura, é necessário que a data se torne um marco na luta e resistência contra a grande retirada de direitos que o governo de Bolsonaro quer impor. Sabemos que a “reforma da previdência”, principal pauta do governo, assim como outros retrocessos ultraliberais resultarão no aumento da desigualdade, da pobreza e da exclusão social.

 


Sinpro São José do Rio Preto: Movimento Sindical realiza 
“Dia do Trabalhador Unificado”
Sinpro S. J. do Rio Preto; 29/04
http://bit.ly/2DDAg7i

O Dia do Trabalho, 1º de Maio, teve uma comemoração especial em São José do Rio Preto este ano, comemoramos no sábado, 27, organizado pelo Movimento Sindical Unificado (MSU), na Praça Dom José Marcondes. Centenas de trabalhadores participaram do ato de reflexão e lazer, juntos em protesto a Reforma da Previdência.

 

Reforma da Previdência: Aposentado por invalidez 
que ganhasse R$ 2.300 perderia mais de R$ 1.000
Sinprosasco; 29/04
http://bit.ly/2PEKR6y

O trabalhador que ficar incapaz de exercer uma atividade profissional receberá um valor menor na aposentadoria por invalidez se a reforma da Previdência for aprovada como está. Dependendo do caso, quem tem média salarial de R$ 2.300 pode perder mais de R$ 1.000 numa eventual aposentadoria. Para quem já recebe o benefício, nada muda. Isso aconteceria só para futuros casos.

 

Sinpro Valinhos e Vinhedo: 
Carta aberta aos professores da rede privada de Valinhos e Vinhedo
Sinpro Valinhos e Vinhedo; 30/04
http://bit.ly/2GEzFTm

O dia de amanhã não é um feriado qualquer. É uma data que nos convida a reverenciar a coragem de milhares de trabalhadores que, na cidade americana de Chicago, decidiram protestar contra as condições desumanas de trabalho da época, em 1886. Apanharam da polícia, enfrentaram tiros e explosões, muitos foram presos, dezenas foram mortos. Mas sua luta não foi em vão. Conquistas importantes foram alcançadas nos Estados Unidos e, mais tarde, em outros países do mundo. Entre elas, a redução da jornada de trabalho de 14 para 8 horas. Fixada no congresso que reuniu a Internacional Socialista e sindicatos de várias partes do mundo em Paris no ano de 1889, a data é hoje celebrada em inúmeros países e nos lembra a luta dos que deram suas vidas para que as condições de trabalho fossem mais humanas.

 


Professores da Metodista em greve; 
próxima assembleia dia 02/05
Sinpro ABC; 30/04
http://bit.ly/2GU7ykB

Histórico: Os docentes decidiram em assembleia realizada no dia 23, que dariam um prazo para a Universidade Metodista realizar os pagamentos atrasados até meia noite da sexta-feira, dia 26. No entanto a instituição enviou um comunicado ao SinproABC após as 16h da sexta-feira, e nele, não informava sobre o pagamento de salários. Assim, diante do descumprimento reiterado das promessas públicas de regularização salarial a categoria decidiu por unanimidade pela paralisação das atividades.

 

 

Sindicatos e associações repudiam 
declaração de ministro da educação 
Estadão; 29/04
http://bit.ly/2vvJe1Q

O presidente da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP), Celso Napolitano, afirmou que “considera como assédio qualquer tentativa de cerceamento da liberdade de cátedra – especialmente com a tentativa de estimular a gravação e veiculação de aulas. A gravação de aulas sem autorização é ilegal e atenta também contra a liberdade de cátedra dos docentes”.

Para juristas, filmagem de professores 
viola direitos e é inconstitucional 
UOL; 29/04
http://bit.ly/2WgBPzo

A Constituição Federal determina que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”. Na avaliação do jurista Leonardo Bertolazzi, sócio-coordenador da área de propriedade intelectual do escritório Braga Nascimento, o direito à imagem é “inviolável”.

 

Ministro da Educação, que incentiva filmar professores, 
proíbe celular em suas reuniões
Revista Fórum; 29/04
http://bit.ly/2vqpJb8

De acordo com informações da coluna de Bela Megale, publicada nesta segunda-feira (29), no Globo, quem se reúne com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, tem que deixar o celular do lado de fora de seu gabinete. É esse o relato dos deputados que têm tido audiências no ministério.


Nota de repúdio do Sinpro SP ao ministro da Educação
Sinpro SP; 29/04
http://bit.ly/2GNMxXn

O discurso tosco e autoritário reflete um profundo desprezo pela inteligência e pela diversidade de ideias, dois fundamentos da Educação. E comprovam, mais uma vez, a absoluta falta de preparo destes dois senhores.

 

Sinpro Sorocaba se posiciona contra 
o autoritarismo em sala de aula  
Sinpro Sorocaba; 29/04
http://bit.ly/2URPWcO

O Sindicato dos Professores de Sorocaba e Região, repudia as manifestações do Presidente da República e do Ministro da Educação de apoio à delação de professores, por meio de gravações ilegais na sala de aula. A atitude de Bolsonaro e Weintraub estimula o ódio e a intolerância e comprova que nenhum deles está à altura do cargo que ocupam.

 


Contra as ameaças e a deleção de Professores 
Fepesp; 2018
http://bit.ly/2DH37Yu

A Federação dos Professores do Estado de São Paulo, integrada por 25 sindicatos das várias regiões do Estado, vem protestar contra o clima de chantagens e ameaças à atividade docente em sala de aula. A extrema-direita busca reeditar velhas práticas de intimidação, conclamando alunos a gravar o que seus mestres falam em sala de aula e a denunciarem supostas ‘doutrinações ideológicas’. A ideia é impor barreiras à liberdade de expressão e opinião e à liberdade de cátedra.

 

Aluno gravando aula? Professor não deve autorizar
Fepesp; 2018
http://bit.ly/2J40iEn

Departamento Jurídico da Fepesp prepara notificação de professores à escola, desautorizando uso de imagem ou voz de gravação de aulas. Formato de abaixo-assinado protege indivíduo. Baixe o modelo aqui.

 


Ninguém mexe nas nossas férias
Fepesp; 29/04
http://bit.ly/2DGfgNf

Os professores da rede pública de ensino no Estado de São Paulo terão suas férias picotadas. O governador, no ‘exercício de suas funções’, resolveu complicar a vida dos docentes sem consultar nenhuma professora ou professor, reduzindo as férias de julho para 15 dias e jogando os outros quinze para abril e outubro. Autoritário, como sempre foi. Na rede privada de ensino, no entanto, as férias não mudam. Na educação básica, as escolas obedecem ao que está nas convenções coletivas de trabalho, que determina férias coletivas de trinta dias corridos em julho de 2019 – além do recesso de fim de ano entre dezembro e janeiro.

 

 

MEC bloqueia 30% do orçamento de três universidades federais; 
outras unidades também são atingidas
Folha de S. Paulo; 30/04
http://bit.ly/2DEqDoJ

Entidades que monitoram o investimento no ensino superior detectaram novo bloqueio de verbas de instituições federais no fim de abril, após Abraham Weintraub assumir o Ministério da Educação. Cerca de R$ 230 milhões foram contingenciados. Mãos de tesoura 2 Várias unidades do país sofreram com o congelamento de valores previstos no orçamento de investimentos e outras despesas correntes, mas o volume da tesourada em três universidades chamou a atenção: a Federal da Bahia, a de Brasília e a Federal Fluminense.

 


Professora cria calendário afro para valorizar a cultura negra
Lunetas; 02/04
http://bit.ly/2UP3wh5

A ideia é apresentar às crianças, mês a mês, os grandes marcos da cultura afro e também as biografias e realizações de personalidades negras. São datas festivas, comemorações e datas que marcaram não só nascimentos, mas mortes, leis, congressos, entre outros. Em janeiro, por exemplo, os pequenos ficam sabendo que é o mês de nascimento de Martin Luther King, e que foi neste mês, em 1835, que aconteceu a Revolta dos Malês, na Bahia. As crianças aprendem também que no início do século 20 foi fundado o Congresso Nacional Africano, na África do Sul.

 

‘As pessoas não acham que alguém como eu possa ser inteligente’: 
a vida dos alunos da periferia na USP
BBC; 29/04
https://bbc.in/2ZP72fl

Criado em uma favela na Brasilândia, zona norte da capital paulista, o estudante de ciências sociais Thiago Torres, de 19 anos, conta que um dos piores momentos que viveu na universidade foi bastante simbólico de como é “ser da quebrada” e estudar na USP. Recentemente Thiago desabafou sobre como é viver “entre dois mundos” em um post no Facebook. “Ver de onde você veio e de onde as pessoas vieram, perceber que elas estão com séculos de vantagem em relação a você e aos seus tem sido bem triste e difícil para mim”, escreveu ele no texto, que teve 51 mil curtidas e 15 mil compartilhamentos.

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