Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 02 de outubro de 2022

28 de março de 2019

28/03

Maia e o financiamento sindical, Vélez por um fio, Mackenzie assusta Bolsonaro, Centrais vão à CNBB, o golpe que faz 55 anos e mais.

Sesi/Senai, de olho no reajuste.
Saiba mais aqui: https://bit.ly/2WxfvkP

 

 

Desgaste de Vélez aumenta após entrevista de Bolsonaro
Folha de S. Paulo; 28/03
http://bit.ly/2HThfAK

O processo de desgaste de Ricardo Vélez Rodríguez à frente do Ministério da Educação ganhou força nesta quarta-feira (27) após o presidente Jair Bolsonaro admitir que as coisas “não estão dando certo” no MEC. “Temos que resolver a questão da educação. Realmente não estão dando certo as coisas lá, é um ministério muito importante. Na minha volta da viagem de Israel eu vou conversar com o Vélez”, afirmou o presidente em entrevista à TV Bandeirantes.

 


Deputada de 25 anos coloca Ricardo Veléz contra a parede:
”Cadê os projetos?”
EM; 27/03
http://bit.ly/2Wn26f0

O ministro da Educação, Ricardo Veléz, participou, nesta quarta-feira, de uma reunião na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, onde foi duramente questionado sobre as seguidas nomeações e demissões em cargos estratégicos da pasta. A participação mais crítica e incisiva na reunião, no entanto, ficou por conta da deputada federal Tábata Amaral (PDT-SP), cientista política e astrofísica de 25 anos e estreante na Casa. O vídeo da participação da deputada viralizou nas redes sociais e ela própria o postou no Twitter, dizendo que questionou insistentemente o ministro sobre os projetos e metas para a educação no Brasil, mas que não obteve resposta. A educação está no centro da plataforma política de Tábata Amaral.


As tentativas de destruir o Plano Nacional de Educação
Contee; 27/03
http://bit.ly/2FGVnXS

O Plano Nacional de Educação (PNE), sancionado em 2014 e que segue em vigor até 2024, foi fruto de muita luta da sociedade civil organizada, dos trabalhadores em educação, do movimento estudantil e das entidades que defendem a educação pública, gratuita, democrática, inclusiva e de qualidade socialmente referenciada. Foram anos — pelo menos desde a Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010 — de debates, defesa de propostas, expectativa, articulação, às vezes cabo de guerra, para que ele fosse aprovado, se não foi possível com todas, ao menos com a maioria das principais bandeiras defendidas por esses atores sociais que defendem nada mais, nada menos do que aquilo que está na Constituição: a educação como dever do Estado e direito de cada cidadã e cidadão.

 

 

Ex-presidente do Inep: “Fui tirado por recusar indicação ideológica”
Carta Capital; 27/03
http://bit.ly/2HSUPQ9

As polêmicas envolvendo o Ministério da Educação continuam. A bola da vez foi a exoneração do presidente do Inep, Marcus Vinicius Rodrigues. A demissão foi anunciada na noite da terça-feira 26, após uma discussão de Rodrigues com o ministro da pasta, Ricardo Vélez. Em entrevista ao jornal O Globo, o ex-integrante do Instituto afirmou que sua demissão foi causada por ele não aceitar indicações do ministro com caráter ideológico para ocupar diretorias do Inep. “O ministro me fez várias indicações de profissionais que tinham uma postura ideológica não adequada para a gestão. E eu entendi que isso não seria adequado para a Educação do Brasil”, disse.

 


Entenda os 85 dias de crise de Vélez
no ministério da Educação em gráfico
Folha de S. Paulo; 27/03
http://bit.ly/2uyMadO

O ministro da Educação do governo de Jair Bolsonaro, Ricardo Vélez Rodríguez, vem acumulando uma crise atrás da outra nos 85 dias de gestão à frente da pasta. A última polêmica ocorreu na área da alfabetização. Um dia depois de cancelar a avaliação federal de alfabetização, o ministro revogou a medida, em um novo recuo. O episódio culminou na demissão do presidente do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), Marcus Vinicius Rodrigues, na noite desta terça-feira (26) –foi ele quem assinou a portaria que suspendia a avaliação.

 

MEC tem mais de 10 demissões no alto escalão
em 3 meses da gestão Vélez
G1; 27/03
https://glo.bo/2UhtYnp

Ao menos 13 pessoas já deixaram cargos importantes no Ministério da Educação (MEC) desde janeiro. A baixa mais recente foi a de Paulo César Teixeira, diretor de Avaliação da Educação Básica, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A saída ocorreu nesta quarta-feira (27). A diretoria é responsável pela realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

 

 

Maia e centrais conversam sobre MP do financiamento sindical
DIAP; 27/03
http://bit.ly/2UZT47x

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chamou representantes de centrais sindicais para reunião na próxima terça-feira (2), para tratar da Medida Provisória (MP) 873/19, que alterou regras de financiamento das entidades e tem sido objeto de batalha jurídica. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial, no dia 1º, em pleno Carnaval, e na última quinta-feira (21) teve comissão mista formada no Congresso para apreciação da proposta. O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu ações diretas de inconstitucionalidade contra a proposta governista.

 

Centrais vão sexta (29) à CNBB
debater resistência à reforma da Previdência

Agência Sindical; 26/03
http://bit.ly/2FEPXLw

O sindicalismo acumula forças e amplia alianças para enfrentar a PEC da reforma da Previdência. As direções das Centrais e de Sindicatos mais presentes na linha de frente do dia 22 fazem balanço positivo da Jornada Nacional naquela data. E cuidam de caminhar adiante. Miguel Torres, líder metalúrgico de São Paulo e presidente da Força Sindical, afirma: “O dia 22 superou as expectativas. O ato foi nacional, agregou diferentes categorias e concentrou o combate na reforma da Previdência, que é a grande preocupação dos trabalhadores”.

 

Centrais lançam abaixo assinado contra a reforma em 2 de abril
Contee; 27/03
http://bit.ly/2U48KKe

Dirigentes das centrais sindicais (CTB, CUT, Força Sindical, Nova Central, CGTB, Intersindical e Conlutas) se reuniram na manhã de terça (26) na sede do Dieese em São Paulo para avaliar os atos do último dia 22 e definir os próximos passos da jornada nacional de luta em defesa da aposentadoria e da Previdência Social. Os sindicalistas reiteraram a disposição de “construir a greve geral”, embora haja consenso de que ainda não chegou a hora de indicar uma data para a paralisação.

 


Reforma da Previdência: Você sabe o que está em risco
caso aprovem a Reforma da Previdência de Bolsonaro?

Sinpro ABC; 27/03
http://bit.ly/2UZhUUN

Assista um vídeo didático e entenda o que muda se a reforma da Previdência passar. Clique na imagem e confira.

 

 


36 livros sobre o golpe de 1964 e a ditadura militar brasileira
Terra; 27/03
http://bit.ly/2HKrLuK

Prestes a completar 55 anos, o golpe de militar de 1964 no Brasil está em evidência novamente no País depois que o presidente Jair Bolsonaro ordenou que os militares comemorassem a data esta semana. Além de causar uma forte reação da sociedade civil (órgãos como a OAB já repudiaram a decisão), o comando causou mal-estar mesmo entre os militares.

 

Caminhada do Silêncio homenageará
mortos e desaparecidos políticos no dia 31 de março

Revista Fórum; 26/03
http://bit.ly/2U1rGJz

A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos promove, no próximo dia 31 de março, a partir das 16 horas, na Praça da Paz, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a Primeira Caminhada do Silêncio. A marcha tem o objetivo de dar visibilidade à questão e promover reflexão acerca do tema. O ato seguirá rumo ao Monumento em Homenagem aos Mortos e Desaparecidos Políticos, situado ao lado do parque.

 

Estudantes protestam e Bolsonaro desiste de visita
a faculdade em São Paulo

Contee; 23/03
http://bit.ly/2Wx8v7x

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) desistiu de sua agenda em São Paulo na tarde do dia 27. Ele visitaria a Universidade Presbiteriana Mackenzie, mas desistiu após uma mobilização de estudantes contrários à sua presença. Os manifestantes repudiam a recomendação do político para que as Forças Armadas comemorem o golpe civil-militar de 1964.

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