Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 13 de agosto de 2022

27 de setembro de 2019

27/09 – Articulação contra a ‘reforma’ sindical, qualidade de ensino no EAD é baixa, entenda a nova proposta para o Fundeb, e mais.

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Sindicatos integrantes da Fepesp ajuízam ação contra Uniesp/Universidade Brasil: reajuste salarial, férias, recesso, horas extras e descumprimento de convenção coletiva. Todo apoio é importante nesta causa.
Detalhes, texto completo da ação, aquihttp://bit.ly/2mhsx9v

 




Reforma sindical: resistência, confronto de ideias e propostas
Fepesp; 26/09
http://bit.ly/2lU3M3a

DIAP irá reunir lideranças sindicais, movimentos sociais, juristas para discutir proposta e se contrapor à proposta de reforma sindical que está sendo montada pelo governo. “”Em defesa dos trabalhadores, o DIAP propõe reunir as entidades sindicais e assessorias jurídicas para formular bases para a modernização, de fato, das relações trabalhistas. Para além da resistência, é preciso confrontar ideias e propostas”, diz Celso Napólitano no artigo.

 

Contribuição sindical não obrigatória
cresce 19% no 1º semestre deste ano, diz Fipe
Folha de S. Paulo; 27/09
http://bit.ly/2m5kQ6l

O valor da contribuição negocial de sindicatos (aquela que não é obrigatória) teve um aumento de 19% na comparação entre o primeiro semestre deste ano e de 2018, segundo dados levantados pelo Salariômetro da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), divulgado nesta sexta-feira (27). O montante, que é utilizado para bancar o serviço de negociação que o sindicato presta aos trabalhadores, teve sua mediana em R$ 71,40 nos seis primeiros meses deste ano. No mesmo período de 2018, o valor era de R$ 60.

 

Emprego com carteira assinada:
alta é sustentada por serviços e salários menores
Rede Brasil Atual; 26/09
http://bit.ly/2nQfH2v

O celebrado resultado do emprego formal em agosto, com a criação de 121.387 vagas com carteira, melhor saldo desde 2013, não pode ser visto como sinal de recuperação da economia, que segue oscilando. Mais da metade do saldo do mês passado veio do setor de serviços: 61.730 postos de trabalho a mais. E o salário de quem entra no mercado continua inferior em comparação com os que saem. De acordo com os dados divulgados ontem (25), o salário médio de admissão, em agosto, foi de R$ 1.619,45. Já o ganho médio dos demitidos era de R$ 1.769,59. Diferença de aproximadamente 8,5%, para menos. O estoque de empregos formais em agosto chegou a 39,004 milhões. No seu melhor momento para o mês, em 2014, era de 41,150 milhões, ou 2 milhões a mais. Os resultados mensais mostram que o recorde de vagas, em agosto, foi registrado em 2010: saldo de 299.415.

 

Guarulhos: Sinpro em novo endereço, anote:
Sinpro Guarulhos; 26/09
http://bit.ly/2lxIKqC

 

ABC: Sinpro realiza seminário sobre BNCC no dia 05/10
Sinpro ABC; 20/09
http://bit.ly/2mhocD6

Para discutir o documento que define as aprendizagens que todos os alunos do Brasil devem desenvolver em cada etapa da Educação Básica foram convidados o vice-presidente da Apeoesp, Fabio Santos de Moraes, pedagogo, professor de história e Conselheiro da CNTE – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação e a Doutora e Mestre em Educação pela Universidade de Aveiro em Portugal, Dra Eliane de Souza Cruz que também é docente na Unifesp Diadema e licenciada em Física pela Usp. Eliane de Souza é coordenadora do Programa de extensão Articul@ações.

 

 

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, participa do 21º Fórum Nacional do Ensino Superior Particular Brasileiro – FNESP, no World Trade Center São Paulo.

‘Vocês têm de se virar’, diz Weintraub
sobre Fies a universidades particulares
Estadão; 26/09
http://bit.ly/2mjuL8b

“O que o governo vai fazer por vocês? Nada, o governo não vai fazer nada. Vocês têm que se virar”. Esse foi o início do discurso do ministro da Educação Abraham Weintraub na manhã desta quinta-feira, 26, durante a abertura do Fórum Nacional do Ensino Superior. A resposta foi direcionada ao presidente do Semesp, entidade que representa os donos de faculdades particulares, que o questionou minutos antes sobre qual é a política do governo para recuperar o Financiamento Estudantil (Fies). Com discurso agressivo e críticas aos professores de universidades federais, o ministro pediu apoio do setor privado ao projeto Future-se.

 

Educação a distância cresce, mas qualidade não acompanha
Gazeta do Povo; 26/09
http://bit.ly/2nN2lE1

A organização Todos pela Educação fez um estudo para avaliar se o elevado número de cursos a distância levaria a uma queda na qualidade da preparação de futuros educadores, já que as áreas com maior crescimento em EaD são as que formam professores. O resultado aponta que, nas avaliações do Ministério da Educação (MEC) após a conclusão da faculdade, o desempenho daqueles que fizeram EaD tem sido pior do que dos formados presencialmente. Entre os que concluíram o curso a distância, 75% estão abaixo da pontuação 50 no Exame Nacional de Desemprenho de Estudantes (Enade), em uma escala de 0 a 100. Esse índice é de 65% em relação aos concluintes de cursos presenciais.

 


Um governo que ataca também a ciência
Revista GIZ; 19/09
http://bit.ly/2lGLKkM

“O atual governo não consegue ver a ciência e a tecnologia como investimentos, não admite que, para sair da crise, é essencial investir na produção científica. Foi exatamente essa postura – apostar na ciência – que fez grandes países saírem de situações econômicas bem complicadas. É o caso da Coreia, da China e até da Alemanha. Mas o atual governo não enxerga assim. É uma visão economicista e muito, muito refratária. Não ouve os especialistas, não debate abertamente com a população. Aliás, o atual governo não tem nem um projeto de nação, de redução das desigualdades, de fazer avançar a produção industrial, que vem caindo barbaramente”, disse o físico Ildeu de Castro Moreira, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

 

 



Novo Fundeb: entenda os principais pontos do debate
Jeduca; 24/09
http://bit.ly/2n8wUnx

A proposta da deputada Dorinha vai passar por debate e votação na Comissão Especial e no plenário da Câmara e, depois, será enviada ao Senado. Entre os principais pontos do texto estão: Fundeb permanente: a EC 15/15 transforma o fundo em um mecanismo de financiamento permanente da educação básica; Complementação da União: aumenta para 15% a complementação mínima da União no primeiro ano de vigência e aumento progressivo de 2,5% ao ano até o teto de 40% em 2031. VAAT: adota o VAAT (Valor Aluno Ano Total) como referência de cálculo para distribuição de recursos da complementação da União na faixa acima de 10%. CAQ: define que o CAQ (Custo Aluno Qualidade) será a referência para o padrão de qualidade, preconizado no Artigo 211 da Constituição Federal. Remuneração de professores: aumenta de 60% para 70% a proporção do fundo destinada ao pagamento de profissionais do magistério.

 

Peso de elevar fundo do ensino básico opõe Câmara e Planalto
Folha de S. Paulo; 27/09
http://bit.ly/2nOfjS6

O governo Jair Bolsonaro (PSL) tem estimado um forte impacto do aumento da complementação da União no Fundeb sobre os cofres públicos se a proposta que tramita na Câmara for aprovada. O cálculo do Planalto, contudo, difere das projeções que circulam no Legislativo. O relatório em discussão, que visa definir a renovação do Fundeb a partir de 2021, prevê quadruplicar a participação da União no fundo até 2031.

 

 



Líder indígena brasileiro Davi Kopenawa
ganha prêmio “Nobel alternativo” privada
Rede Brasil Atual; 25/09
http://bit.ly/2nOSnSH

O líder indígena xamã Davi Kopenawa foi um dos premiados com o Right Libelihood Award, conhecido como o “Nobel alternativo”. A premiação é concedida pela entidade sueca. Cada premiado recebe 1 milhão de coroas suecas, equivalente a R$ 430 mil, para apoiar o trabalho conduzido. Kopenawa foi laureado “pela corajosa determinação em proteger as florestas e a biodiversidade da Amazônia, e as terras e a cultura de seus povos indígenas”. “Davi Kopenawa, junto à Associação Yanomami, está resistindo exitosamente à impiedosa exploração de terras indígenas na Amazônia, protegendo nossa herança planetária comum”, disse Ole von Uexkull, diretor-executivo da Right Livelihood Foundation.

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