26 de agosto de 2020

26/08 – Fundeb aprovado sem cortes, sinpro no Estadão e na Agência Sindical, seis medidas para salvar a educação – e mais.

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TV Fepesp destaca reportagem da TVT – assista aqui: https://bit.ly/2EvK4U8

 

 


Vitória da mobilização popular e da unidade: Fundeb é aprovado sem alterações
Contee; 26/08
https://bit.ly/2YAN4pj

Foram 79 votos favoráveis no primeiro e no segundo turno de votações. Não houve votos contrários ao texto que entrará na Constituição como a Emenda 108. A PEC 26/2020 será promulgada pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira, 26, às 11h.

A luta das entidades impediu a extinção do fundo, que ocorreria no próximo dia 31 de dezembro, ao pressionar os parlamentares pela sua aprovação. Manifestações de professores, trabalhadores em educação, estudantes e entidades junto aos deputados federais e senadores, participação de debates no Congresso e nos mais variados veículos de comunicação, tuitaços, atos de rua – com as precauções necessárias devido à pandemia do Covid-19 – garantiram o resultado favorável. No dia 25, desde as 10 horas mais de 50 entidades ligadas ao ensino também fizeram pressão digital com as tags #FundebPraValer e #VotaFundebSemDestaques.

 

Carta à Sociedade Brasileira – Vitória da Escola Pública: Com CAQ na Constituição e Fundeb permanente, a realidade da escola pública no Brasil será transformada
Campanha Nacional pelo Direito à Educação; 25/08
https://bit.ly/3je6atp

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação reafirma, por fim, seu compromisso em seguir no debate técnico e político para a construção da lei de regulamentação do Fundeb e do Sistema Nacional de Educação. E sempre fará isso com respeito à ética científica.

Devem prevalecer no debate educacional a voz e a elaboração da educação pública, pautadas nas contribuições das ciências da educação. Agora é a hora educadoras e dos educadores assumirem a gestão das políticas educacionais. Esse é o caminho que a Campanha Nacional pelo Direito à Educação irá defender e ajudar a pavimentar, tanto na regulamentação do Fundeb quanto em qualquer outro tema do debate educacional.

 

Análise: com Fundeb mais redistributivo, gestão pela lei e na sala de aula será o desafio
Estadão; 25/08
https://bit.ly/2CY2wEq

Por Claudia Costin: A aprovação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) pelo Senado é um momento raro, em tempos em que políticas públicas e a construção do futuro ganham menos força frente a frequentes discussões de costumes ou de denúncias variadas que marcam um País polarizado.

 

Mais de cinquenta entidades se posicionam a favor do novo Fundeb relatado por Flávio Arns
Yahoo Notícias; 24/08
https://bit.ly/34BmVe8

Dezenas de entidades e movimentos sociais estiveram ao lado da Campanha no desenvolvimento de um ‘Fundeb pra Valer!’, contribuindo com notas técnicas, articulações políticas, participação em audiências públicas e posicionamentos.  Esse processo de construção vem desde 2005, no que diz respeito ao Fundeb, e de 2002, em relação ao CAQ.

“Foi um trabalho intenso, que só foi possível graças ao engajamento político com o direito à educação universal de qualidade social e à acuracidade técnica das entidades e dos membros de nossa Rede. Sem esses dois elementos – político e técnico -, que estão sempre presentes em nosso trabalho, não se faz política educacional com qualidade”, afirma Andressa Pellanda, coordenadora-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

 

‘Professor não pode escolher se quer ou não retomar aulas presenciais’, diz Abepar. Barbagli: ‘Se a pandemia me fez ficar em casa para não se infectar, tenho que ter o direito de não ir’.
Estadão; 21/08
https://bit.ly/3llhCFu

Assim como pais e alunos, a maioria dos professores está com receio de retomar aulas presenciais, segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (SinproSP).

Ao discordar de Fonseca Filho, o presidente do SinproSP, Luiz Antônio Barbagli, disse que é direito também do professor que mora sozinho e se sinta ameaçado com o novo coronavírus permanecer com as aulas online.

“Moro sozinho e estou com medo. Eu gostaria de ter direito. Se a pandemia me fez ficar em casa para não se infectar, tenho que ter o direito de não ir. A escola depende do corpo docente que faz a escola, mas neste momento posso não querer ir. Mas dizer não agora, amanhã o ano acaba e posso ser demitido”, exemplificou Barbagli.

“A maioria dos docentes não quer voltar agora. Essa complexidade do momento atual exige ações diferenciadas”, disse o presidente do SinproSP.

 

Live da Agência debate retorno da aulas em SP
Agência Sindical, 25/08
https://bit.ly/2EvLrT0

A Live da Agência desta terça-feira, 25/08, entrevistou Luiz Barbagli, presidente do SINPRO-SP. Ele fala dos riscos da retomada das aulas em meio à pandemia.

 


DF: sete em cada 10 professores da rede privada são contra volta presencial
Metrópoles; 20/08
https://bit.ly/31sEsD6

Após a última audiência sobre a volta às aulas presenciais na rede privada acabar sem consenso, o Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares do Distrito Federal (Sinproep-DF) anunciou, nesta segunda-feira (24/8), o resultado de uma pesquisa virtual feita com os docentes a respeito do assunto.



São Paulo baixa média de pessoas internadas, mas número de mortos por covid-19 sobe
Rede Brasil Atual; 25/08
https://bit.ly/31wKByl

Médicos afirmam que os números são positivos, mas ainda não significam que a situação esteja sob controle. E defende intensificar as medidas de isolamento social, para uma queda mais efetiva nos índices.

O estado de São Paulo ainda registra uma média diária de 12,4 mil pessoas internadas para tratar da covid-19 no mês de agosto. Mas o total de mortes confirmadas causadas infecção subiu de 15.030, em 1º de julho, para 28.912, registradas até hoje (25). O que representa um aumento de 92,4% no período. Sinal de que a alegada melhora na situação da pandemia ainda requer cautela por parte da população.

 



Seis medidas para salvar a educação que foram ignoradas pelo governo

Extra Classe; 25/08
https://bit.ly/31sEQl2

Nesta entrevista exclusiva, Luiz Carlos Freitas trata da política educacional brasileira dos últimos 20 anos e aponta os caminhos necessários para a educação ter um futuro promissor. Por César Fraga.

Extra Classe – Quais os principais efeitos do governo Bolsonaro na educação Brasileira?
Luiz Carlos de Freitas – O governo Bolsonaro é um governo híbrido, um bloco de forças políticas que se aliaram com vistas a afastar a esquerda do poder e abrir espaço para a realização dos projetos que cada uma dessas forças políticas carregam. Destacam-se na aliança duas grandes frentes: a conservadora e a liberal. Além disso, há um conjunto de instituições (religiosas, poder judiciário, mídia e militares) que dão suporte ao governo e até mesmo grupos menores, como neofascistas e intervencionistas, que se associam a ele. Mas são estas duas grandes frentes (liberal e conservadora), em termos de filosofia social, que têm atingido mais a política educacional.A fala de Costa corrobora os resultados da Global Learner Survey, divulgada recentemente pela multinacional de educação. A pesquisa ouviu 7 mil estudantes com mais de 16 anos em sete países e mostrou que 90% acreditam que não só o ensino superior como o fundamental e o médio irão se valer de metodologias de ensino a distância.

EC – Como isso impacta no trabalho do professor?
Freitas – A generalização destas plataformas trará também impacto na profissão de professor que tenderá a se transformar em um apêndice de um “pódio digital” em sala de aula, convertendo-se o professor em um mero assistente presencial, ou então, em um “professor uber” contratado por hora para apoiar o atendimento a dúvidas de estudantes no caso “on line”. Isso deverá, é claro, variar em seu formado dependendo do custo que se queira pagar.

Leia aqui a entrevista completa.

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