Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 13 de agosto de 2022

25 de novembro de 2019

25/11 – Manifesto contra escolas militarizadas em Campinas, gigantes da educação apostam no EAD, o que muda com a carteira verde e amarela, e mais.

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Ações, dissídio, disputas: o interesse de professores e auxiliares na rede particular é defendido nos tribunais pelos sindicatos integrantes da Federação dos Professores de São Paulo. Assistahttps://youtu.be/hrEd_ysdH7w.

 

 



Militares em sala de aula
Fepesp; 22/11
http://bit.ly/34e7QMe

Manifesto de educadores rejeita projeto de escolas cívico-militares; anúncio indica Campinas como um dos polos de implementação. Diretora do Sinpro Campinas, Maria Clotilde Lemos Petta divulga manifesto, produzido nesta sexta, 22/11, pelo Movimento Unificado de Educadores de Campinas, já endossado pela Contee – a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino no Brasil. Os educadores de Campinas afirmam que “a retirada de profissionais de educação – dos quais é exigida formação específica e pedagógica – substituindo-os por bombeiros ou militares, aprofunda o processo de desvalorização e desprofissionalização dos professores”.

 

MEC contraria deputado e Santos fica sem escola cívico-militar
Diário do Litoral; 21/11
http://bit.ly/2rnfllL

O Ministério da Educação contrariou o deputado estadual Tenente Coimbra (PSL) e confirmou nesta quinta-feira que Santos não está entre as cidades que receberá uma escola cívico-militar em janeiro de 2020. Segundo o Governo, apenas Campinas, em todo o Estado de São Paulo, receberá uma unidade já no começo do próximo ano letivo. A informação desmente aquela repassada pelo parlamentar anteriormente de que Santos, e também Sorocaba, deveriam ser contempladas já no começo de 2020. Segundo ele, os dois primeiros colégios do Estado de São Paulo administrados por militares da reserva, que seriam contratados por critérios ainda não definidos pela pasta, ficariam em Santos e Campinas, existindo a possibilidade de Sorocaba também ser contemplada.

 


Greve dos professores no Rio Grande do Sul
está se transformando na maior da história
Blog do Luíz Muller; 24/11
http://bit.ly/2XJ0IoV

Professores do Rio Grande do Sul estão protagonizando uma das maiores greves dos últimos anos no estado. Há cinco anos eles recebem seus salários parcelados e viram suas condições de trabalho serem ainda mais precarizadas sob o governo de Eduardo Leite (PSDB-RS). Nessa semana, uma thread de Luiz Damasceno viralizou depois de expor a paralisação: “Quem tem contrato emergencial não pode tirar mais de 15 dias de atestado em licença-saúde ou é demitido. Tem gente com câncer indo pra rua”, diz Damasceno.

 

Comissão da Câmara aprova projeto que
regulamenta avaliação da educação básica
Money Times; 22/11
http://bit.ly/2OH8ift

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que regulamenta o sistema de avaliação do rendimento escolar na educação básica brasileira, previsto na lei do Plano Nacional de Educação (PNE). O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Sinaeb) será aplicado nos moldes do que existe para o ensino superior. Ele avaliará o desempenho escolar e institucional e fornecerá subsídios para políticas públicas no segmento. Os alunos da educação básica terão que participar de avaliações nacionais. Para a educação infantil, haverá processos próprios de avaliação de qualidade.

 

 


Uniesp: Após Vagatomia, MEC enxuga Medicina da Universidade Brasil
Estadão; 22/11
http://bit.ly/37Ayrpa

O Ministério da Educação atendeu a uma recomendação do Ministério Público Federal e determinou, em portaria publicada no Diário Oficial da União nesta quarta, 20, a redução do número de vagas no curso de Medicina da Universidade Brasil, em Fernandópolis (SP). A medida tem relação com inquérito sobre a qualidade da graduação e o excesso de matrículas e também com o esquema de fraudes investigado no âmbito da Operação Vagatomia, deflagrada no início de setembro.

 


A bilionária aposta da Cogna no ensino a distância
Neofeed; 22/11
http://bit.ly/35xW3bW

Em sua primeira entrevista exclusiva, Paulo de Tarso, CEO da Platos, detalha a estratégia da empresa que surgiu da divisão da Kroton (rebatizada de Cogna) e conta como vai atrás de um mercado potencial de até R$ 250 bilhões na oferta de produtos e serviços para instituições de ensino superior.

 

Artigo | A autorregulação do setor de ensino privado
Estadão; 22/11
http://bit.ly/33esSsV

Por Ademar Batista Pereira: A educação privada no Brasil é bastante representativa: mais de 15 milhões de estudantes, sendo 9 milhões na educação básica e 6 milhões no ensino superior, além de mais de 2 mil Instituições de ensino superior e outras mais de 40 mil instituições de educação básica. Exatamente por seu tamanho, diversidade e carência de uma educação com qualidade no Brasil, a escola particular vem dando o seu melhor, com representatividade e competência através dos seus gestores/educadores. A possibilidade de construirmos um processo de autorregulação é muito bem-vinda e caminha com os modelos mundiais de educação superior privada.

 

Comissão de ética apurará nomeação de advogada no MEC
Folha de S. Paulo; 25/11
http://bit.ly/34t6ca1

Em seu mais recente ataque à autonomia das universidades federais, o ministro Abraham Weintraub (Educação) afirmou na semana passada que as instituições de ensino estariam abrigando “extensivas plantações de maconha” em suas áreas. Como prova, divulgou em suas redes sociais duas notícias que, checadas pela Folha, não autorizam uma conclusão como a manifestada pelo titular da pasta.

 

Educação aprova isenção de taxas administrativas
para participantes do ProUni e do Fies
Câmara dos Deputados; 22/11
http://bit.ly/2QV47jb

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5802/16, que isenta os participantes dos programas Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do pagamento de taxas administrativas nas instituições privadas de ensino superior.

 

Carteirinha estudantil digital será
lançada na segunda-feira, diz Weintraub
UOL; 22/11
http://bit.ly/37APyH8

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou hoje que as novas carteirinhas estudantis digitais serão lançadas na próxima segunda-feira (25). Batizada de ID Estudantil, a iniciativa foi criada por meio de uma MP (Medida Provisória) publicada pelo governo de Jair Bolsonaro (sem partido) no início de setembro. A medida acontece em ofensiva contra entidades estudantis como a UNE (União Nacional dos Estudantes), a Ubes (União Nacional dos Estudantes Secundaristas) e a ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos). O documento é a principal fonte de renda dessas organizações, que cobram cerca de R$ 35 por sua expedição.

 


Anote na agenda: confira as próximas datas do vestibular da Fuvest
Estadão; 25/11
http://bit.ly/2OGQW2y

Agora que a 1ª fase da Fuvest passou, o importante é ficar atento ao calendário divulgado pela própria instituição, que é responsável pela organização do vestibular da Universidade de São Paulo (USP), e não perder as próximas datas do processo seletivo para o ano de 2020. A divulgação do gabarito oficial da 1ª fase acontece nessa segunda-feira, 25, a partir das 9h. Já no dia 9 de dezembro, será a vez da divulgação da lista de convocados e dos locais de prova da 2ª Fase.

 

Casos de drogas citados por Weintraub
não têm elo com universidades federais
Folha de S. Paulo; 24/11
http://bit.ly/35w2snX

A Comissão de Ética Pública da Presidência da República vai apurar a nomeação, no Ministério da Educação, de uma advogada que até recentemente defendia empresas de educação superior. O ministro Abraham Weintraub nomeou, no dia 8 de novembro, Kathleen Ferrabotti Matos para a Diretoria de Supervisão da Seres (Secretaria de Regulação do Ensino Superior) do MEC. A subpasta é alvo de assédio do setor privado por cuidar, por exemplo, de autorizações para novos cursos.

 

 


Ações no Supremo e Congresso Nacional
rechaçam carteira verde e amarela
Agência Sindical; 22/11
http://bit.ly/33jGrYe

A Medida Provisória 905/19, que criou do “contrato de trabalho verde amarelo”, impondo um novo ataque aos direitos dos trabalhadores, recebeu duras críticas e pode sofrer uma derrota. A proposta é alvo de questionamento no Supremo Tribunal Federal e no Congresso, onde os partidos de oposição na Câmara dos Deputados pediram a devolução da medida ao governo. De acordo com o governo, a adoção desta nova modalidade de contração teria como propósito reduzir o desemprego entre jovens. O caminho seria a concessão de incentivos a empresas, para que contratem trabalhadores entre 18 e 29 anos, ainda sem registro de experiência na Carteira, por dois anos.

 

O que muda, na prática, com a carteira verde e amarela?
Brasil de Fato; 21/11
http://bit.ly/2KS8mbr

A Medida Provisória (MP) 905 altera mais de 86 itens da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e tem como ponto central a criação de uma nova modalidade de contratação: a carteira verde e amarela. Além dela, a proposta do governo de Jair Bolsonaro modifica ainda diversas outras normas que dizem respeito à regulação do direito do trabalho. Realizada pelo Senado, uma consulta pública digital, e não vinculante, apontava no momento da edição dessa matéria, mais de 52 mil (96,6%) votos contrários à proposta, e menos de dois mil (3,4%) a favor. O Brasil de Fato lista as principais mudanças propostas pela MP 905.

 

 


Das fake news à terra plana: pesquisador estuda ‘epidemia’
de ideias falsas que ameaçam o conhecimento e a democracia
Sul21; 25/11
http://bit.ly/2OFzeMI

Para o pesquisador Ernesto Perini Santos, professor do Departamento de Filosofia, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o resultado conjugado desses ataques é desastroso para a produção do conhecimento. “Se a universidade perde a liberdade e passa a não funcionar mais com a sua própria dinâmica, nós perdemos a produção do conhecimento. A dinâmica de produção do conhecimento tem que funcionar livre de constrangimentos”, afirma. Preocupado com o avanço obscurantista sobre a democracia, as universidades e contra a própria ideia de conhecimento, Ernesto Perini vem pesquisando alguns processos relacionados com o mundo das fake news, da pós-verdade e de crenças desprovidas de base evidencial como o terraplanismo, utilizando-se de conceitos da Filosofia da Linguagem, Espistemologia e Filosofia da Mente, suas áreas preferenciais de pesquisa.

 

Artigo | Queimem os livros
Folha de S. Paulo; 25/11
http://bit.ly/37C4o0j

Por Thiago Amparo: “Vê agora por que os livros são tão odiados e temidos? Eles mostram os poros no rosto da vida. As pessoas acomodadas só querem rostos de cera, sem poros, sem pelos, sem expressão.” Este é um dos meus trechos favoritos do livro “Fahrenheit 451” de Ray Bradbury. Publicado em 1953, o livro narra uma sociedade distópica onde livros são proibidos, constantemente queimados por esquadrões de bombeiros. Distopia cada vez mais presente nos dias atuais.

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