25 de agosto de 2020

25/08 – Cubatão não volta às aulas este ano, Kroton aumenta aulas online, 40% dos professores em escolas públicas no grupo de risco – e mais.

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Na TVT: Enquanto autoridades e donos de escolas particulares discutem uma eventual volta às aulas em outubro, os profissionais da educação alertam: talvez isso seja possível somente no ano que vem.
Veja aqui, em reportagem de Andre Gianocari, com
Celso Napolitano e Luiz Antonio Barbagli: https://bit.ly/3jigLmX

  

Prefeitura de Cubatão decide retomar as aulas presenciais apenas em 2021
G1; 24/08
https://glo.bo/31s8Uxq

A Prefeitura de Cubatão (SP) decidiu que retornará às aulas presenciais na rede municipal de ensino apenas em 2021. De acordo com a administração municipal, os detalhes do novo calendário ainda serão definidos. Pesquisas com pais de alunos apontaram que cerca de 75% não sentem segurança em voltar para a escola.

 

O estudo com crianças que fez a cidade de SP adiar a volta às aulas
Jornal Nexo; 24/08
https://bit.ly/2ExU1jU

Após testar 6.000 alunos da rede municipal de ensino no início de agosto, prefeito Bruno Covas descartou retorno às escolas em setembro.

As aulas presenciais nas redes pública e privada da cidade de São Paulo não serão retomadas em setembro, segundo anúncio do prefeito Bruno Covas, na terça-feira (18). O retorno de atividades como acolhimento de alunos, recuperação, atividades físicas e aulas em laboratórios foi previsto para 8 de setembro pelo governo estadual, mas a decisão final cabia aos municípios. Covas descartou a data após os resultados de um estudo que avaliou quantas crianças já tiveram contato com a covid-19 na cidade. As aulas no país estão suspensas desde março.

Entre 6 e 10 de agosto, a prefeitura realizou testes sorológicos, por meio de amostras de sangue, em 6.000 alunos da rede municipal de ensino. Eles tinham entre 4 e 14 anos. Esse tipo de exame mostra se a pessoa possui anticorpos contra o novo coronavírus no organismo, ou seja, se já teve contato com o agente infeccioso no passado.

 

Cogna (Kroton, Anhanguera) vai reduzir graduação presencial
Valor Econômico; 24/08
https://glo.bo/31sxXQA

O maior grupo educacional do país vai reduzir o tamanho da graduação presencial, que hoje conta com 59 cursos e passará a ter cerca de 15. Permanecerão aqueles com mensalidade maior como, por exemplo, medicina, odontologia, veterinária, direito, oferecidos por instituições de ensino do grupo com posicionamento mais alto. As demais áreas ficarão concentradas em cursos digitais.

“Nossa estrutura era para um cenário com Fies e sem covid. Hoje, não temos Fies e temos covid”, disse Rodrigo Galindo, presidente da Cogna, referindo-se ao programa de financiamento estudantil do governo federal, que ficou mais restrito nos últimos anos. O grupo pretende fechar e integrar unidades da Kroton – sua divisão de ensino superior -, reposicionar marcas, além de rever o portfólio de cursos. “Essa é a nossa maior e mais impactante mudança no segmento de ensino superior”, acrescentou. A Kroton tem 292 mil alunos matriculados no ensino presencial e 552 mil no ensino a distância.

 

Cogna aproveita cenário ruim para promover sua “mais impactante mudança” no ensino superior: o que os analistas acharam?
InfoMoney; 21/08
https://bit.ly/3aYZhcr

“O mundo pós-pandemia deve trazer mudanças nos sistemas de ensinos 100% presenciais. Entendemos que o processo de hibridização do ensino que já vinha acontecendo no ensino superior será fortemente acelerado neste novo cenário e a Cogna está em uma boa posição para capturar valor com essa nova realidade no médio e longo prazo”, destaca a Levante.

O cenário ainda é de cautela para as ações da companhia, mas os novos planos podem ter animado o mercado: no início da sessão desta sexta, os papéis chegaram a cair 7,15%, a R$ 6,10, mas zeraram as perdas na reta final do pregão.

Desta forma, os cursos presenciais vão passar por uma reestruturação para versões via ensino à distância, reduzindo os custos da companhia. Em teleconferência, Rodrigo Galindo, presidente da Cogna, ressaltou que a maior parte das ações para isso devendo ocorrer entre a segunda metade de 2020 e o início de 2021.

Com isso, pretende-se reduzir o tamanho da operação, reduzir a quantidade de unidades, reposicionar o portfólio com foco em cursos mais nobres e fazer o reposicionamento de marca em algumas praças. A expectativa é ter uma empresa mais enxuta, com mais margem e geração de caixa.

 

1º Fórum Internacional de Educação
Municípios do Alto Tietê
Fepesp, 25/08
https://forumeducacaoaltotiete.com.br/

Em plena pandemia, isolamento social e aflições pela interrupção das atividades escolares, educadores da Região do Alto Tietê-SP, decidiram se mobilizar para o enfrentamento da crise. Com certificado de participação. Todos os profissionais do magistério da Educação Infantil (creches e pré-escolas) das Redes Municipais de Educação de Guarulhos, Suzano, Ferraz de Vasconcelos, Itaquaquecetuba, Arujá, Santa Isabel, Salesópolis, Biritiba Mirim e Guararema.

 

Escola sem Partido: STF declara inconstitucional por 9 a 1
Fepesp; 24/08
https://bit.ly/3aR3Khe

Trata-se de uma grande vitória sindical: da Contee, do Sinpro/AL (que desde o início do processo de votação do ainda projeto de lei na Assembleia Legislativa de Alagoas, articulou com parlamentares contrários à ideia de colocar uma mordaça nos professores e professoras), da educação, do magistério (perseguido e criminalizado pelos reacionários) e de toda a sociedade.

A decisão diz respeito à lei de Alagoas, mas define agora a jurisprudência para barrar todas as propostas similares que tramitam no Congresso Nacional e nas assembleias legislativas e câmaras municipais de todo o Brasil.

 

Secretários de Saúde pegam carona na pandemia e se lançam candidatos a prefeito
Folha de S. Paulo; 20/08
https://bit.ly/32nVrWn

Centrais no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus, secretários de saúde em cidades de diferentes regiões do país decidiram deixar o cargo para disputar prefeituras, seja para dar continuidade às atuais gestões ou para fazer oposição aos prefeitos que buscam a reeleição.



Brasil: 115 mil mortos por covid-19 e 100 dias sem ministro da Saúde
Rede Brasil Atual; 24/08
https://bit.ly/2Es9mTk

Descaso do governo federal com a pandemia é revelado no Ministério da Saúde. O país chega a 100 dias sem ministro da pasta.

O Brasil registrou 565 mortos por covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, nas últimas 24 horas de acordo com o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Com o acréscimo, são 115.309 brasileiros mortes desde o início do surto, em março. Já o número de novos casos foi de 17.078, em um total de 3.662.861 brasileiros que já foram ou estão infectados pelo vírus.

 

Redes públicas de ensino têm até 40% dos professores no grupo de risco
Folha de S. Paulo; 24/08
https://bit.ly/2Eh9rtj

Com planejamento para o retorno das aulas presenciais, 16 das 27 unidades da federação não sabem quantos dos professores de suas redes de ensino têm mais de 60 anos ou comorbidades que podem agravar os sintomas do coronavírus. Os estados que fizeram esse levantamento identificaram que até 40% de seus docentes estão neste grupo.

A grande proporção de professores em grupo de risco e que não poderão retornar às escolas fez com que estados e municípios iniciassem a contratação de novos docentes de forma emergencial ou por concursos públicos realizados anteriormente.

Para especialistas e sindicatos de professores, é alarmante o número de estados que nem ao menos sabe quantos dos profissionais da educação não poderiam retornar às escolas neste momento. Segundo eles, a falta de um levantamento indica a falta de organização para a reabertura.

 

 

O ensino remoto veio para ficar?
Estadão; 23/08
https://bit.ly/3jdofrz

A antiga expressão “do oito ao oitenta” pode resumir o que houve com as escolas de educação básica e as instituições de ensino superior quando foi decretado o isolamento social no País. Com as portas fechadas, todas as aulas presenciais precisaram ser adaptadas para ocorrer a distância ou planejadas para compensação em um futuro que não se sabe quando será.

“Há mais de cinco meses, todas as escolas, da educação infantil à pós-graduação, têm de executar seus currículos 100% on-line. Isso faz com que todos, estudantes, professores, instituições educacionais e sociedade, tenham de imaginar que ao sair desta pandemia precisaremos discutir como parte do currículo a educação mediada por tecnologia”, afirma Juliano Costa, vice-presidente de produtos educacionais da Pearson na América Latina.

A fala de Costa corrobora os resultados da Global Learner Survey, divulgada recentemente pela multinacional de educação. A pesquisa ouviu 7 mil estudantes com mais de 16 anos em sete países e mostrou que 90% acreditam que não só o ensino superior como o fundamental e o médio irão se valer de metodologias de ensino a distância.

No ensino superior, já havia instituições que trabalhavam o modelo híbrido e a tendência, para os especialistas, é que a modalidade se torne mais representativa no pós-pandemia – com os alunos e professores menos reticentes e as instituições com infraestrutura mais preparada.

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