Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de junho de 2022

25 de julho de 2019

25/07 – CNPq paralisa pesquisas, entidades repudiam desmonte da ciência e da educação no país, pequena liberação do FGTS beneficia bancos, e mais.

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CNPq cancela edital para novas bolsas 
no segundo semestre por falta de verba
O Globo; 24/07
https://glo.bo/30Uf3yZ

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) suspendeu até o dia 30 de setembro a concessão de novas bolsas de pesquisa. O motivo foi a falta de recursos. Um edital interrompido previa a liberação de R$ 60 milhões para alunos de pós-graduação atuarem, durante o ano todo, no Brasil e no exterior.

 


CNPq suspende divulgação de edital para bolsas de pesquisa 
por falta de recursos; entidades lançam nota de repúdio
G1; 24/07
https://glo.bo/2Yhk4Qw

Entidades ligadas ao ensino e à pesquisa divulgaram uma nota de repúdio contra o “desmonte da política de ciência e tecnologia” no Brasil. O texto diz que a diminuição dos investimentos na área vão “consolidando-se e silenciosamente desmontando as condições de produção e internacionalização no Brasil”. Dados do CNPq mostram que esse é pelo menos o terceiro ano consecutivo de queda na verba destinada ao pagamento de bolsas. O valor global do CNPq teve uma perda absoluta de R$ 142,6 milhões, considerando os repasses do ano passado corrigidos pela inflação acumulada até janeiro deste ano.

 

Áreas da educação e saúde precisam ter orçamento garantido
Jornal da USP; 24/07
http://bit.ly/2MeZMFc

Segundo Renato Janine Ribeiro, educação e saúde são duas áreas que não podem correr riscos. Então é muito importante que as verbas estejam asseguradas. “Se elas dependerem da flutuação da bolsa, nós teremos um problema muito sério porque pode ser que o patrimônio construído ao longo de décadas ou até de séculos possa ser destruído, perdido”, diz o colunista. Janine destaca que é preciso assegurar um orçamento para a educação básica, o ensino superior e todos os outros níveis de educação.

 

Artigo | Um espectro ronda o ensino – o espectro da privatização
Contee; 25/07
http://bit.ly/2GtFeoJ

Por Carlos Pompe: Uma ameaça antiga adquiriu mais poderio no país com a vitória dos ultraliberais no pleito presidencial vencido por Jair Bolsonaro (PSL): a privatização irrestrita de todos os serviços públicos e de toda a atividade econômica passível de dar lucro. Desde a posse do novo presidente, a ofensiva privatista aumentou, e um de seus objetos de desejo é a educação, com o aval e apoio incontestável do governo, que prefere privatizar o ensino a investir na educação pública, que teve seu orçamento drasticamente cortado.

 

Fies: estudantes têm até 29 de julho para renegociar financiamento
Revista QB; 23/07
http://bit.ly/2Ok1E1R

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), estudantes que desejam renegociar suas dívidas no Fundo Financiamento Estudantil (Fies) têm até o próximo dia 29 de julho para fazer o requerimento. Podem fazer pedir a renegociação aqueles que: tiverem firmado o contrato com o Fies até o segundo semestre de 2017; estejam com as parcelas atrasadas em, no mínimo, 90 dias; tenham contratos em fase de amortização.

 

 


Liberação miúda do FGTS vai ser boa para bancos, 
advertem especialistas
Agência Sindical; 23/07
http://bit.ly/2SBpapC

Poucas vantagens e muitos problemas. Assim, especialistas têm visto a iniciativa de Bolsonaro de liberar, ainda que a conta-gotas, o saldo de contas ativas do Fundo de Garantia. Álvaro Egea é sindicalista do setor do vestuário e ocupa a secretaria-geral da CSB – Central dos Sindicatos Brasileiros. Para o dirigente, a liberação desregrada vai estimular, quando muito, o consumo miúdo, sem chegar a setores estruturantes da economia. Ele alerta: “Hoje, as pessoas devem muito a banco. As empresas, nem tanto, porque, sem perspectiva de crescimento, elas não tomam dinheiro. As pessoas pegarão parte do que têm no FGTS e vão transferir esses valores aos bancos”.

 

O que muda nas regras dos saques do FGTS a partir de agora
Nexo; 24/07
http://bit.ly/2K6cymJ

O governo de Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (24) uma medida provisória que muda as regras para saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A partir de setembro de 2019, será possível ao trabalhador sacar parte do dinheiro que tem no fundo, inclusive em contas ativas.

 

Conatee Extraordinário terá início nesta quinta-feira (25)
Contee; 22/07
http://bit.ly/2JS3R0l

Começa nesta quinta-feira (25), às 17h, em São Paulo, o Congresso Extraordinário da Contee, que tratará de temas como a atual conjuntura política, os desafios financeiros das entidades sindicais, a estrutura educacional, além de questões organizativas, inclusive a reforma estatutária da Confederação. A convocação de um Conatee Extraordinário foi decidida em novembro do ano passado, durante o XX Conselho Sindical (Consind) da Confederação. Naquele encontro, logo após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições, já se antecipava a necessidade de uma resistência para retomada a construção do estado democrático e com justiça social.

 




Deputado compara escolas a ‘batalha’ 
e quer que professores usem armas de eletrochoque
Bahia Notícias; 23/07
http://bit.ly/2OlpQ3S

Professores de todo o país, da rede pública e privada, poderão portar e utilizar armas de eletrochoque e sprays de pimenta caso um projeto de Lei protocolado pelo deputado federal do Rio de Janeiro Daniel Silveira (PSL) seja aprovado. Na justificativa do projeto de Lei, o deputado autor afirmou que “ocorrências delituosas passaram a figurar no ambiente escolar, mais parecendo campos de batalha do que estabelecimentos de ensino”.

 

 


Artigo | A desigualdade no Brasil é uma forma 
de dominação econômica, social e cultural
Justificando; 23/07
http://bit.ly/2SBLYWp

Por Matheus Silveira de Souza: É só olharmos para os índices de desigualdade social e concentração de renda para vermos o Brasil ali, no topo, disparado, como um dos países mais desiguais do mundo, ocupando o primeiro lugar quando tratamos da concentração de renda na fatia do 1% mais rico. Para quem deseja concentrar capital, pagar pouco tributo sobre renda e propriedade, ou fazer dinheiro em cima de dinheiro (juros), o Brasil parece uma ótima opção.

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