24 de junho de 2019| , ,

24/06 – Demissões em massa na Laureate, Sesi Taubaté é denunciado, professores brasileiros ganham pouco, e mais.

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TV FEPESP | Dissídio na Educação Básica vai a julgamento

Compartilhe para informar sua base sobre esta etapa da Campanha Salarial 2019
na Educação Básica. Assista através do link: https://youtu.be/B9Q8kybGrDE

 

 


Demissões em massa na Anhembi-Morumbi:
Grupo Laureate só pensa no lucro
Fepesp; 19/06
http://bit.ly/31QugCu

Cem demissões anunciadas até quarta, dia 19; outras cem estariam em andamento. Estudantes protestam, sindicato convoca assembleia geral de professores. A mercantilização do ensino superior privado mostra seu lado mais perverso no grupo controlado pela instituição norte-americana Laureate, que controla as faculdades FMU e a Anhembi-Morumbi. Nesta quarta-feira, 19/06, mais de cem demissões de professores foram anunciadas na Anhembi-Morumbi. Sem desculpa, e sem qualquer alegação em qualidade da educação: o corte está sendo feito por uma questão financeira, para incentivar a rotatividade por salários mais baixos, para aumentar o lucro dos acionistas – e que se dane.
Confira algumas fotos do ato dos estudantes Anhembi-Morumbi na unidade Bresser, dia 19/06, em protesto pelas demissões:

 

Nova onda de demissão nas universidades privadas
Fala Universidade; 21/06
http://bit.ly/2xd4R8c

As semanas de prova chegaram, e em véspera de feriado, a rede Laureate, um dos maiores grupos educacionais do mundo, articulou mais uma onda de corte de professores. A rede controla as universidades Anhembi-Morumbi, FMU e Fiam-Faam, e anunciou nessa quarta-feira (19) um novo pacote de demissões. Foram mais de 200 professores demitidos em São Paulo, segundo o Sindicato dos Professores de São Paulo (SinproSP).

 

Professores acusam Laureate de forjar documentos
para obter o reconhecimento de cursos EAD no Brasil
Agência Pública; 15/05
http://bit.ly/2FtXcH0

Em dezembro de 2018, 150 professores foram demitidos da rede Laureate Brasil, um dos maiores grupos educacionais do mundo, com mais de 270 mil alunos no país, espalhados em 12 instituições por oito estados brasileiros. Contratados para atuar na área de educação a distância (EAD) do grupo educacional, 12 professores demitidos revelam à Pública irregularidades nos cursos EAD da Laureate, em situações que vão de atas que teriam sido forjadas para o reconhecimento de cursos no MEC à atuação de docentes em cursos fora de sua área de formação, e sem que os alunos soubessem.

 



Sesi Taubaté: Demissões injustas denunciadas
na assembleia legislativa
Fepesp; 19/06
http://bit.ly/31SSOe3

Veja o pronunciamento do deputado estadual Carlos Giannazi na sessão desta quarta-feira, 19/06, no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo, denunciando a a violação da liberdade de greve de professores da unidade 411 Sesi Taubaté – demitidos após participação na greve legal de 14 de junho. O protesto, com pedido de providências, será encaminha à Comissão de Educação da Alesp e ao Ministério Público do Trabalho. Reunião da Fepesp e do Sinpro-SP com a direção estadual do Sesi já marcada para a quarta-feira, 26/06, na sede do Sesi em São Paulo.

 

 


Confira esta e outras charges através do nosso site: http://bit.ly/2HvT9vP

 



Professores brasileiros têm os piores salários,
afirma OCDE em levantamento feito em 48 países

O Globo; 20/06
https://glo.bo/2N8tRs4

A pesquisa TALIS, da OCDE, divulgada nesta quarta-feira (19) revelou que os professores brasileiros são os que recebem os piores salários em um universo de 48 países avaliados. O levantamento também mostrou que, ao contrário de outros países, os profissionais de educação brasileiros não têm diferença de salário ao longo da carreira. Para comparar os salários de educadores das 48 nações, a OCDE converteu os ganhos de todos para dólares e fez o cálculo do poder de compra de cada profissional em seu país.


Salário de professor no Brasil é “horrível”, diz ex-presidente do Inep

UOL; 22/06
http://bit.ly/2J6JkDu

O salário do professor brasileiro da rede pública é “horrível”, define umas das maiores especialistas em educação no país. “É muito importante o salário, e ele é horrível”, diz a pesquisadora Maria Inês Fini, em entrevista ao UOL. Ela é ex-presidente do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), que organiza o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Maria Inês comentou o atual piso salarial do professor, de R$ 2.557 por mês, e levantamento da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômica) divulgado na terça-feira (19) que mostra os rendimentos do magistério no Brasil nas últimas posições entre os países pesquisados.

 

Escolas no Brasil têm menos tempo para ensino
e mais bullying que a média internacional

Folha de S. Paulo; 20/06
http://bit.ly/2Y8zO9d

As escolas brasileiras perdem mais tempo com tarefas não relacionadas ao aprendizado e são um ambiente mais propício ao bullying e à intimidação do que a média internacional, segundo dados obtidos a partir da avaliação dos próprios professores e diretores escolares. E isso acaba prejudicando os esforços pedagógicos para melhorar a educação. Em uma aula típica, os professores brasileiros passam, em média, apenas 67% do tempo com o processo de aprendizado — o restante acaba sendo dedicado a tarefas administrativas, como fazer chamada, ou disciplinares, como manter a ordem da classe.

 

O novo Fundeb e a participação da União
Folha de S. Paulo; 20/06
http://bit.ly/321E0tY

A promulgação da emenda constitucional nº 53, de 2006, que instituiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), foi um marco fundamental para a ampliação do acesso a todas as etapas e modalidades da educação básica, o fortalecimento da cooperação interfederativa na área da educação e a valorização dos profissionais do magistério público. Ao longo de sua vigência, que se encerra em 2020, o Fundeb se revelou um poderoso instrumento de redução das desigualdades educacionais, tanto por garantir um padrão mínimo de investimento por aluno em cada etapa e modalidade da educação básica como pelo seu papel redistributivo.


Artigo |
O dilema da lição de casa
Estadão; 23/06
http://bit.ly/2xe0GZy

Por Renata Cafardo: A reunião de pais ia bem, todos concordando com as explicações da professora sobre os métodos de ensino e progressos da turma, até que se falou de lição de casa. Um pai levantou a lebre, disse que o filho fazia a tarefa em poucos minutos e que, por isso, achava que a atividade extraclasse era insuficiente. Outro alegou que a filha “podia mais” do que estava sendo pedido para casa. Falavam de crianças de 7 anos, que acabaram de se alfabetizar. A tarefa se tornou assunto polêmico nos últimos anos, desde que os primeiros resultados do Pisa, exame feito pela Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica (OCDE), mostraram o sistema educacional da Finlândia como um dos melhores do mundo. Apesar de estar no topo no ranking, descobriu-se que os alunos do país passavam menos de três horas por semana fazendo lição de casa. Isso daria pouco mais de meia hora por dia útil – para alunos de 15 anos, que são os avaliados pelo Pisa. A média mundial é de cinco horas por semana; na China chega-se a 14 horas por semana.

 

 


Artigo | Não, não é “normal” a promiscuidade entre juiz e parte
Conjur; 20/06
http://bit.ly/2FtXoWO

Por Lenio Luiz Streck: Alguém, depois de tudo, ainda tem dúvida de que o agir (estratégico) de Moro e Dallagnol, enfim, da “lava jato” como um todo, foi um exercício de lawfare, o uso político do Direito contra inimigos? E veja-se que isso era tão cuidadosamente planejado a ponto de não querer que amigos fossem melindrados (Intercept de 18/6). E o procurador chega a dizer que a investigação contra FHC — considerada, por Moro, como a possibilidade de melindre de um amigo — era só para demonstrar imparcialidade.

 

É preciso levar a sério jovem que fala em suicídio, diz psicóloga
Folha de S. Paulo; 24/06
http://bit.ly/2Ldxni6

O suicídio é a quarta principal causa de morte entre adolescentes e jovens no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). De 2011 a 2016, foram quase 4.900 mortes de jovens de 10 a 19 anos. O número está crescendo: de 2005 a 2010, foram cerca de 4.300 casos. “É um sofrimento que não é aceito pela própria pessoa nem pelos outros. Tanto que a maioria fala: ‘para com essa frescura’, ‘ele só quer chamar a atenção’”, diz a psicóloga e especialista em suicídio Karina Fukumitsu.

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