22 de setembro de 2020

22/09 – ‘Basta’ para rede Metodista, corte de verba para fiscalização trabalhista, 35 dias da greve nos Correios – e mais.

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Acompanhe o Dia Nacional do Basta para a ‘Rede’ Metodista’ na rede do seu sindicato.
Lideranças e dirigentes participam pelo Zoom (aqui).
Leia o manifesto e participe:  https://bit.ly/3hCDeKo

Atrasos salariais motivam paralisação nacional nas instituições de educação metodista
Extra Classe; 21/09
https://bit.ly/3hSoc3s

Nesta terça-feira, 22 de setembro, acontece o Dia do Basta, data em que professores e funcionários das escolas e instituições metodistas de todo o país farão atos virtuais e paralisação das atividades letivas pela defesa da dignidade e dos direitos dos trabalhadores da Rede. O mobilização está sendo convocado pelos sindicatos de professores do Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro em protesto aos constantes atrasos salariais, descumprimento de direitos e desmonte da estrutura das instituições.

Na data, às 19h, pela plataforma de reuniões on-line Zoom, representantes sindicais, professores, funcionários e estudantes darão seus relatos sobre as situações vividas em suas instituições em todo país.

“Há anos as entidades sindicais têm se reunido, propondo e executando ações junto à Igreja Metodista, à Direção Geral e as diferentes administrações locais, todas infrutíferas”, diz a nota assinada pelos sindicatos. O texto destaca ainda que ações reconhecidas, inclusive pelo Ministério Público e a Justiça do Trabalho, que garantiram inúmeras vitórias aos professores e funcionários, “foram todas desrespeitadas pelas instituições metodistas”.


Insegurança dos docentes torna baixa a adesão ao retorno das atividades
Sinpro ABC; 21/09
https://bit.ly/3kBPBIA

Os Sindicatos dos Professores que tem a Universidade Metodista na sua base, se unem, denunciam e se mobilizam contra o histórico de desrespeito da Rede Metodista.

Os professores reivindicam:
1. A regularização do pagamento para todos, conforme a CLT e a isonomia.
2. Pagamento de férias e décimo terceiro no prazo correto como acordado na convenção coletiva e CLT.
3. Depósito do FGTS não realizado desde 2015.
4. Regularização do passivo de 2019 e de 2020.
5. A integralidade dos salários já, que a instituição feche o ano pagando a dívida de 6 folhas de pagamento, considerando férias e décimo terceiro de 2020
6.Autonomia administrativa, financeira e pedagógica para cada instituição da Rede Metodista de Educação.
7. Transparência acerca da situação econômica da Umesp e de todas as instituições da Rede Metodista para a comunidade escolar, sobretudo professores, e funcionários.
8. Permanência dos benefícios.
9. Correto cumprimento das decisões judiciais.
10. Que a direção da Rede Metodista junto a reitoria da Umesp recebam os representantes do SinproABC para dialogarem sobre a pauta de reivindicação, principalmente os direitos trabalhistas referentes ao pagamento de férias e décimo terceiro.

Ato nacional contra precariedade nas instituições de ensino da Rede Metodista
Sinpro Campinas; 21/09
https://bit.ly/3hWPy8q

Os sindicatos de professores e de auxiliares de administração escolar uniram-se a estudantes e pais  de várias partes do Brasil para realizar um ato virtual, nesta terça-feira (22/9), contra as instituições de ensino da “Rede Metodista” de ensino.

O  “Dia nacional do basta!” acontece a partir das 19 horas, pelas redes sociais e pela plataforma digital Zoom (clique aqui para acessar o endereço). O objetivo é chamar a atenção da sociedade para os constantes descumprimentos de direitos trabalhistas por parte das escolas do grupo em todo o país, que ocorrem há anos.

 

Escola fechada é sinal de que o resto não deveria estar aberto, diz Átila Iamarino
Jornal GGN (Luis Nassif); 18/09
https://bit.ly/3hS0V1m

O virologista e biólogo Átila Iamarino comentou no Twitter sobre a situação das escolas fechadas em diversos estados brasileiros, após seis meses de pandemia. Segundo ele, a responsabilidade pela transmissão não pode ser “transferida” dos governantes para as escolas.

“Sabe esse medo com reabertura das aulas ou qualquer retomada? É porque a pandemia não foi controlada no país. Tudo vai parecer inadequado porque é inadequado. Sem controlar o surto no Brasil, não dá pra retomar o que outros países retomaram”, disparou.

Para ele, “se temos bares e outras atividades não essenciais abertas e escolas não, isso é sinal de que o resto não deveria estar aberto. Inclusive porque o vírus transmitido no bar é o que inviabiliza a aula.”

“Esperar que escolas contenham a transmissão do coronavírus com a situação descontrolada é como esperar que blindem janelas e coloquem coletes à prova de balas nas crianças pra proteger contra tiro em região violenta. O problema tem que ser resolvido fora de lá”, avaliou Átila.

 

 

Verba para fiscalizações trabalhistas cai pela metade no governo Bolsonaro
Folha de S. Paulo; 21/09
https://bit.ly/2G3S9Qz

Os recursos para fiscalizações trabalhistas e operações de combate ao trabalho escravo caíram quase que pela metade no governo Jair Bolsonaro (sem partido) na comparação com a média de anos anteriores.

De 2013 a 2018, a verba para essas ações foi, em média, de R$ 55,6 milhões por ano. A partir de 2019, essa média recuou para R$ 29,3 milhões.

O valor destinado para supervisão das condições trabalhistas foi corrigido pela inflação no período e considera o montante proposto pelo Executivo no projeto de Orçamento de cada ano, inclusive para 2021.

De um total de R$ 1,5 trilhão de despesas previstas para o próximo ano, foram reservados R$ 24,1 milhões para operações de inspeção de segurança e saúde no trabalho, combate ao trabalho escravo e verificações de obrigações trabalhistas.

 

Brasil tem 137.272 mortos pela covid-19. Europa vê grande crescimento de casos
Rede Brasil Atual; 21/09
https://bit.ly/32Sfu0D

Enquanto Europa, com mortalidade reduzida, se prepara para segundo impacto da covid-19, o Brasil segue com número elevado de casos e mortes e casos.

A média móvel das últimas três semanas segue em torno de 800 mortes por dia. No início de setembro, houve um recuo nas fatalidades, já que nas 12 semanas anteriores, as mortes estavam acima das mil por dia, em média. De fato, os últimos sete dias, registraram leve aumento em comparação com o período anterior.

 

35 DIAS DE GREVE
TST aprova reajuste de 2,6% e determina o fim da greve dos Correios
Estadão; 21/09
https://bit.ly/3mJOSqI

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta segunda-feira, 21, que os funcionários dos Correios devem receber um reajuste de 2,6% e retomar as atividades a partir desta terça-feira, 22, sob pena de multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento. A greve de trabalhadores da estatal começou em 17 de agosto e, de acordo com o entendimento do TST, o movimento não foi abusivo.

 

Judiciário foi ‘porta-voz’ dos Correios, critica federação. Assembleias decidirão sobre retorno
Rede Brasil Atual; 21/09
https://bit.ly/3cji2YX

Trabalhadores nos Correios deverão realizar assembleias durante esta terça-feira (22), para decidir se acatam a decisão da Justiça do Trabalho e encerram ou não a greve. O movimento acaba de completar 35 dias. Em nota, a Fentect (federação nacional da categoria) criticou a postura da empresa e a sentença do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Nas bases da Findect (federação interestadual), as assembleias deverão ocorrer ainda hoje. “Novamente, para a Federação, o Judiciário voltou a agir como porta-voz dos Correios, compactuando com a retirada de direitos históricos da categoria”, afirma a Fentect.

“Essa decisão, muito embora traga um reajuste, diga-se inferior ao justo a partir de perdas salariais com a inflação, não contempla a categoria. Porque mantém ataques a direitos duramente conquistados por anos”, acrescenta a entidade.

Ataque e retrocesso – “Essa decisão representa mais um ataque aos direitos da classe trabalhadora. E um retrocesso a nossa categoria”, criticou o secretário-geral da federação, José Rivaldo da Silva. “É mais uma mostra de como o Judiciário se mantém servil ao patronato. Atua de forma político partidária, e se mantendo distante do propósito de justiça e dignidade à classe trabalhadora.”

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