20 de maio de 2019

20/05 – O mal-estar do governo Bolsonaro, professores da Metodista vencem, e mais.

TV Fepesp | Assista agora e compartilhe: http://bit.ly/2JXmkZA     Bolsonaro tenta estancar crise em semana de pressão por votos e apoio nas […]

TV Fepesp | Assista agora e compartilhe: http://bit.ly/2JXmkZA

 

 

Bolsonaro tenta estancar crise
em semana de pressão por votos e apoio nas ruas
Folha de S. Paulo; 20/05
http://bit.ly/2JTzmHx

A convocatória de manifestações em seu favor é uma resposta aos protestos do último dia 15, organizados por alunos e professores e que levaram pessoas a marcharem contra ações do governo em dezenas de cidades do país.
Desafios de Bolsonaro nas próximas semanas: 1 – MPs a vencer: Existem 11 medidas provisórias em tramitação no Congresso que expiram até 3 de junho. Algumas delas são de autoria do governo, como a reforma administrativa. Outras, consideradas importantes pela equipe econômica, são herança do governo Temer, como a que abre o setor aéreo para o capital estrangeiro; 2 – Decreto das armas: Governo precisa conter a tentativa do Legislativo de derrubar o decreto que flexibiliza o porte de armas no Brasil; 3 – Reforma da Previdência: Partidos do centrão querem lançar um projeto alternativo à proposta do governo; 4 – Movimento das ruas: Além da tensão com o Congresso, o governo terá de conter novas manifestações populares e estimular que cidadãos saiam às ruas a seu favor. Está previsto um ato no próximo domingo (26) em apoio a Bolsonaro. Estudantes e professores, por sua vez, chamam novo ato contra cortes na educação para o dia 30, uma quinta-feira; 5 – Flávio Bolsonaro: Novos desdobramentos das apurações que envolvem o senador, filho de Bolsonaro, podem atingir o presidente.

 

Bolsonaro chama manifestantes pela educação de ‘pessoalzinho’
O Globo; 18/05
https://glo.bo/2JSQBcm

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar os manifestantes que foram às ruas de mais de 200 cidades do país na última quarta-feira contra os cortes que seu governo está fazendo no orçamento para a educação. Falando enquanto cumprimentava um grupo de estudantes na porta do Palácio da Alvorada na noite deste sábado, ele atribuiu os protestos com a participação de centenas de milhares de pessoas a um “movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba”, “uma minoria que manda na escola” e que “nem sabe o que vai fazer na rua”.

 

Artigo | A maior mobilização da história do Brasil: desafios
IHU; 17/05
http://bit.ly/2WVyBS7

Por Luiz Alberto Gomez de Souza: A grande motivação está sendo a defesa da educação ameaçada, não somente por problemas orçamentários porém, principalmente, diante de uma campanha ignorante e primária contra um processo educacional necessariamente crítico. Tudo isso despertou o dinamismo aparentemente hibernado e os jovens saem às ruas, com professores, pais e mães, técnicos em educação, pensadores, cientistas, políticos, etc. Estas manifestações não foram capturadas por grupos específicos, mas tiveram uma presença plural. Organizações educativas, estudantis ou políticas aderiram, claro está, sem conseguir ou tentar hegemonizar o processo.

 

 



Professores da Metodista encerram greve vitoriosa
Sinpro ABC; 18/05
http://bit.ly/2LWwlJq

Os professores e professoras da Universidade Metodista (UMESP) ficaram 19 dias em greve. Durante esse período tivemos várias atividades envolvendo o sindicato, docentes e também os alunos. O Sindicato e os professores voltam ao TRT-SP dia 22 para firmar o acordo conciliatório com a Metodista, ocasião em que deverão pleitear também a estabilidade do corpo docente por 90 dias para evitar retaliações e o compromisso da Metodista de respeitar a norma e a Convenção Coletiva de Trabalho. A diretoria do Sinpro ABC e os próprios docentes avaliam que foi uma grande vitória do movimento com o apoio dos alunos e da comunidade.

 

 

Confira esta e outras charges no facebook da Federação: http://bit.ly/2YE3fzL
Ou através do nosso site: http://bit.ly/2HvT9vP

 

 

Abin investigará candidatos a reitor e diretorias 
de universidades federais 
UOL; 17/05
http://bit.ly/2JuqLfm

Em meio a acusações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) de que as universidades foram “tomadas pela esquerda”, um decreto publicado ontem institui um sistema para investigar a “vida pregressa” de candidatos a cargos públicos de confiança — como reitoria e diretorias de universidades federais — com o auxílio da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). O decreto não explica o que exatamente será objeto de investigação, nem quais critérios podem desqualificar um candidato.

 

Crise no MEC ameaça metas previstas para a Educação no país
O Globo; 19/05
https://glo.bo/2JOhCgQ

Nos cinco primeiros meses de governo Bolsonaro , os problemas centrais da Educação não foram atacados. Além da incapacidade de gestão que paralisou o setor, o curto período foi marcado por uma troca de ministro e o corte de verbas de R$ 7,4 bilhões nas despesas discricionárias (as não obrigatórias, que excluem salários e aposentadorias) do MEC, principal motivação das manifestações que paralisaram o país na semana passada.

 




Estreitar campos de aprendizado piora a educação, 
diz especialista
Folha de S. Paulo; 20/05
http://bit.ly/2Ejm5og

“O debate que ocorre no Brasil sobre tornar a educação mais prática, pautada em menos disciplinas e nas demandas futuras do mercado de trabalho é perigoso. Medidas nessa direção podem piorar a aprendizagem. A opinião é de Sean Harford, diretor nacional do escritório de padrões da educação (Ofsted), órgão que faz a inspeção das escolas da Inglaterra. “Se um país estreita os campos de aprendizado, os resultados nos exames podem até ser melhores, mas a educação, no sentido amplo, será prejudicada”, diz Harford.

 

Campanha “anti-doutrinação” contra professores 
eleva estresse em sala de aula
El País; 19/05
http://bit.ly/2ElLRbp

Nunca foi fácil ser professor de escola no Brasil. Paga-se pouco, as jornadas de trabalho são longas, os recursos pedagógicos são escassos e, como se não bastasse, há alunos que recorrem à violência física ou verbal. A essa rotina, desde sempre estressante e mentalmente desgastante, se soma mais recentemente um novo elemento: o ambiente de ódio político no país e a patrulha ideológica promovida pela extrema direita dentro das salas de aula. “Parece que vivemos em um mundo do [escritor] George Orwell em que você é vigiado constantemente, o que nos deixa em uma situação de muita tensão. A gente sente certa hostilidade”, resume Antônio*, professor de Português do Ensino Médio em uma escola estadual paulista e do 6º ano do Ensino Fundamental II em um colégio municipal da capital. “Preciso repensar toda a aula, tomar mais cuidado com os caminhos que vou tomar”.

 



Comissão no Senado mantém Paulo Freire 
como patrono da educação brasileira
G1; 14/05
https://glo.bo/2HInt4R

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado manteve nesta quinta-feira (14) o título de Patrono da Educação Brasileira dado a Paulo Freire, educador, pedagogo e filósofo. A lei que conferiu o título é de 2012 e foi questionada por meio de um canal no site do Senado dedicado a receber sugestões de cidadãos. A proposta para retirar o título de Paulo Freire obteve 20 mil assinaturas e, por isso, entrou na pauta da CDH.

 

Centro cheio e Paulista vazia
marcam Virada Cultural com recorde de público
Folha de S. Paulo; 19/05
http://bit.ly/2Qfm2hP

O show foi marcado por manifestações políticas do público e dos artistas. Acompanhado do DJ Dandan e três outros músicos (todos vestindo branco), Criolo pediu apoio às manifestações de estudantes e professores contra o corte de verbas para a educação.

Deixe seu comentário:

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copyright © 2018 FEPESP - Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por: PWI WebStudio