Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 25 de janeiro de 2022

19 de outubro de 2021

19/10 – retorno obrigatório divide opinião de pais, mais cidades não cumprirão gasto mínimo com Educação, o protesto dos servidores de escolas de Santos, e mais: os vencedores do prêmio Vladimir Herzog

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O plano de ações da Fepesp para os próximos quatro anos, deliberado no nosso 10º Congresso, está aqui: https://bit.ly/3moTWBo Confira!

 

  

Retorno obrigatório das aulas presenciais em SP reforça disparidades entre redes pública e privada
Folha de S. Paulo; 18/10
https://bit.ly/30H8vsU

A volta obrigatória às aulas presenciais em São Paulo nesta segunda (18) expôs mais uma face da disparidade do ensino no estado.

Para as particulares, o retorno trouxe a oportunidade de estimular uma nova forma de ensino, com atividades em áreas externas e liberdade para os alunos aprenderem fora da sala. Nas públicas, porém, as aulas continuam no mesmo modelo, com os estudantes enfileirados nas carteiras.

A maioria das escolas particulares da capital desde agosto já recebe quase a totalidade dos alunos.

Por outro lado, as escolas públicas receberam menos alunos do que o esperado. Mesmo com a nova determinação, em certas unidades, houve salas de aula ainda vazias nesta segunda.

 

Em SP, presença obrigatória de alunos nas escolas divide opiniões dos pais
Agora; 18/10
https://bit.ly/3AVeUNw

A presença dos alunos voltou a ser obrigatória nas escolas estaduais e particulares de São Paulo nesta segunda-feira (18). A decisão do governo estadual, gestão João Doria (PSDB), de obrigatoriedade das aulas presenciais, todavia, divide opiniões entre pais e responsáveis.

O esquema de revezamento de alunos segue funcionando até dia 3 de novembro, quando todos os estudantes passam a estar presentes simultaneamente em sala de aula. A partir dessa data, o distanciamento mínimo de um metro entre alunos não será mais obrigatório.

A partir desta segunda-feira, no entanto, já há risco de reprovação por falta caso o estudante não passe a frequentar as aulas presencialmente, mesmo em esquema de rodízio.

 

Baixada Santista: Funcionários de escolas estaduais protestam por abono e melhores salários
G1; 18/10
https://glo.bo/2Z6aiqQ

Funcionários da área administrativa de escolas estaduais da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, realizaram paralisação e protestos nesta segunda-feira (18). A manifestação ocorreu por melhores salários e por um abono salarial. Além disso, os trabalhadores afirmam ser contra o Projeto de Lei Complementar 26/2021, proposto pelo Governo do Estado.

Em entrevista ao g1, o gerente de organização escolar George Henrique, de 36 anos, explicou que o protesto ocorreu em frente às diretorias regionais de Ensino de Santos e São Vicente, assim como em outros locais da capital paulista. A concentração ocorreu às 14h.

 

Artigo: ‘Sem o esforço do professor, prejuízo seria maior’
Agência Sindical; 18/10
https://bit.ly/3pccKa0

Por Celso Napolitano: “Nesses tempos de pandemia ficou caracterizada a importância do papel do professor em relação à educação e aos próprios jovens alunos e alunas, que são os atores desse processo da relação de ensino e aprendizagem. O planejamento tinha sido feito em termos presenciais. Aliás, não havia outra possibilidade de fazer educação sem ser presencialmente, tudo estava baseado na interação professor e professora-aluno e aluna.

Não voltaremos mais ao 12 de março de 2020. A relação de ensino e aprendizagem não mais será daquele modo. A tecnologia está incorporada à aula do professor ou professora, guardando espaço para essa interação presencial que é imprescindível para a socialização dos jovens, inclusive na universidade para a produção de conhecimento. Os próprios pesquisadores têm que interagir com os seus colegas para produzir conhecimento, fazendo esse confronto ou essa complementação de ideias, porém com a utilização da tecnologia”.

 

POLÍTICA EDUCACIONAL

Mais cidades não cumprirão gasto mínimo com educação
Valor Econômico; 19/10
https://glo.bo/3jesmGa

Mais de 800 municípios devem terminar o ano sem conseguir cumprir a destinação mínima constitucional de 25% das receitas para a educação em 2021, segundo aponta a Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Levantamento da entidade mostra que, de 2.912 prefeituras que já registraram os dados de gastos do quarto bimestre no Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope), 2.370 – ou 81,4% – ficaram abaixo dos 25% considerando o período de janeiro a agosto deste ano. Em igual período do ano passado, no mesmo universo de municípios, eram 925 nessa condição.


Inep publica a cartilha do Saeb 2021
Correio Braziliense; 18/10
https://bit.ly/3G3NpoD

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, nesta sexta-feira, 15 de outubro, a Cartilha do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) 2021. O material apresenta as principais características da avaliação, os procedimentos de prevenção à covid-19 que serão adotados durante a aplicação e o passo a passo para a aplicação dos instrumentos nas escolas. A publicação está disponível no portal do Inep para download aqui.

 

De Atenas e Roma: escola no RS propõe retorno à educação clássica para fugir do ensino ideológico
Gazeta do Povo; 18/10
https://bit.ly/3aR6SdT

O que se chama de educação clássica é simplesmente o que se chamava de educação até cerca de dois séculos atrás. Baseadas nos currículos das academias da Antiguidade (especialmente em Atenas e Roma) e da Europa medieval, as escolas clássicas rejeitam a noção de que a aprovação no vestibular é o critério mais importante de sucesso.

Em Nova Santa Rita (RS), na região metropolitana de Porto Alegre, um projeto ousado tenta colocar de pé uma escola clássica completa para 450 alunos. O Instituto Cultural Hugo de São Vitor, uma entidade que atualmente oferece cursos online, já adquiriu um amplo terreno e planeja erguer uma escola nos moldes clássicos: o Colégio São José. A escola oferecerá, além das disciplinas básicas, aulas de astronomia, retórica, canto Coral, marcenaria e latim.

 

CORONAVÍRUS

Covid-19 volta a crescer em diversos países. ‘Pandemia não acabou’, alertam cientistas
Rede Brasil Atual; 18/10
https://bit.ly/3jc6NWM

Indicadores de vários países mostram que a incidência de covid-19 volta a crescer, com aumento de internações e mortes. Rússia e Cingapura, por exemplo, vivem o pior momento da pandemia desde março de 2020. Contudo, são cenários distintos.

A melhora no cenário brasileiro, que veio junto com a vacinação, levou, por outro lado, ao relaxamento precoce em medidas de segurança, de acordo com cientistas. Eles alertam para patamares que seguem elevados de transmissão e mortes, e que, além disso, a situação continua recheada de incertezas. Em especial, pelo percentual insuficiente de vacinados; são cerca de 50%, enquanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) indica ao menos 80% para uma situação mais confortável. “A pandemia ainda está em curso. Estamos avançando, mas não podemos negligenciar cuidados que ainda se fazem fundamentais”, afirmam os pesquisadores do Observatório da Covid-19 da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em boletim divulgado na última sexta-feira (15).

 

Vítimas da covid: ‘Merecíamos pedido de desculpas. Falamos de vidas e nossa dor não é mimimi’
Rede Brasil Atual; 18/10
https://bit.ly/3aT9UOJ

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) anunciou a criação de um memorial em Brasília em tributo às vítimas do vírus no país. “É um memorial para que nunca esqueçamos. Um memorial que deveria ser responsabilidade do próprio Poder Executivo, mas é o mínimo para ser feito para lembrar. A vida cotidiana também é feita de símbolos”, disse Randolfe (18). A afirmação foi feita ao final da sessão do dia, marcada pelo tom de emoção, indignação e consternação durante depoimentos de vítimas da covid e pessoas que perderam familiares durante a pandemia.

 

 

 

43º Prêmio Vladimir Herzog de jornalismo em direitos humanos: os vencedores
Instituto Vladimir Herzog; 17/10
https://bit.ly/3vsjqSz

Pessoas aglomeradas no transporte público do Rio de Janeiro, espremidas na porta do coletivo, durante a fase mais crítica da pandemia, é o que mostra a foto do jornalista Brenno Farias (“Grito do Subúrbio”, acima), do jornal O Globo, vencedora na categoria fotografia.

Há prêmios para charges, multimidia, rádio, vídeo, texto e livro-reportagem. Confira todos os vencedores da deste ano aqui. A cerimônia de premiação deve ser realizada no próximo dia 25 de Outubro.

O Prêmio Vladimir Herzog considera as mais significativas distinções jornalísticas do país, tem abrangência nacional e reconhece, ano a ano, trabalhos que valorizam a Democracia e os Direitos Humanos.

O certame é promovido e organizado por uma comissão constituída pela Federação Nacional dos Jornalistas; Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo; Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo; Associação Brasileira de Imprensa; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo; Periferia em Movimento; Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo; Instituto Vladimir Herzog; Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo; Conectas Direitos Humanos; Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo e Sociedade Brasileira dos Estudos Interdisciplinares da Comunicação.

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