Federação dos Professores do Estado de São Paulo, 28 de junho de 2022

16 de julho de 2019

16/07 – Laureate terá que negociar, MP881 radicaliza reforma trabalhista, ministro da educação chama reitores para falar de ‘eficiência’, e mais.

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Laureate – dona da Fiam, Faam, FMU,
Anhembi Morumbi – terá que negociar

Demissões de fim de semestre não vão ficar por isso mesmo.
Mantenedora terá que negociar – e se explicar.
Leia maishttp://bit.ly/2XT3DtA 

 




MP 881 radicaliza reforma trabalhista 
e amplia precarização, alerta Dieese
Agência Sindical; 15/07
http://bit.ly/2GgRlVR

Uma Comissão Mista do Congresso Nacional aprovou, na quinta (11), a Medida Provisória 881/2019, que retira mais direitos trabalhistas e amplia a desregulamentação no mundo do trabalho. A MP foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro no Dia do Trabalhador, 1º de Maio, em rede nacional. Apelidada de MP “da liberdade econômica”, o texto propõe uma minirreforma trabalhista, com alterações em 36 artigos da CLT.

 

Minirreforma trabalhista avança: 
trabalho aos domingos e feriados para todas as categorias
Rede Brasil Atual; 15/07
http://bit.ly/2xR3Qmw

Enquanto a atenção da mídia se volta para a “reforma” da Previdência, uma espécie de minirreforma trabalhista avança na Câmara dos Deputados, propondo a alteração de vários dispositivos da CLT. Trata-se da Medita Provisória 881, chamada de “MP da Liberdade Econômica”. O texto já foi aprovado em comissão mista do Congresso e, entre as mudanças propostas, está a liberação do trabalho aos domingos e feriados para todas as categorias, sem necessidade de negociação com sindicatos ou acordo coletivo.

 

Previdência: regras mais brandas para professores 
é ‘questão de justiça’, diz pesquisadora
Rede Brasil Atual; 15/07
http://bit.ly/2M1Zxge

Novas regras para professoras e professores que estão na ativa foram aprovadas entre os destaques da “reforma” da Previdência votados na última sexta-feira (12). Na Câmara, 465 deputados contra 25 deram aval para que a idade mínima da categoria ficasse 52 anos, no caso das mulheres, e 55 anos, para os homens, amenizando a proposta original. A votação faz parte da análise dos destaques que tratam de temas específicos. Economista e pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Cesit-Unicamp), Marilane Teixeira elogia a mudança. Para a economista, “ter regras mais brandas para professores e professoras é uma questão de justiça e direito em uma profissão que é tão duramente atacada e pouco valorizada, não só do ponto de vista profissional, mas da remuneração”.

 

 


Ministro da Educação reúne reitores das federais
para apresentar projeto de eficiência de gestão

G1; 16/07
https://glo.bo/2JI65hq

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, recebe na tarde desta terça-feira (16) reitores de universidades federais para apresentar uma proposta de mudança nas instituições da rede federal de ensino. Batizada de Programa Future-se, a proposta tem como objetivo aumentar a eficiência das universidades mantidas pelo governo federal, mas a ideia do Ministério da Educação (MEC) é torná-la pública apenas na manhã de quarta (17).

 

 


Perfil de candidatos do Enem 2019 tem mais mulheres e pardos
Estadão; 16/07
http://bit.ly/2XIppF2

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), do Ministério da Educação, divulgou o perfil dos candidatos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2019. Os dados mostram que há mais estudantes mulheres (59,5%) do que homens (40,5%), os pardos representam 46% dos que se inscreveram e, como era esperado, a maioria é composta por jovens – só 11,6% dos candidatos tem mais de 30 anos.

 

Datas dos vestibulares 2020:
veja cronograma de inscrições e provas

Estadão; 15/07
http://bit.ly/2LSNXUR

Os principais vestibulares do Estado de São Paulo já divulgaram as datas de inscrição. Os candidatos à Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, devem estar atentos ao site da instituição já a partir do dia 12 de agosto. Quem vai tentar uma vaga no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), por sua vez, pode realizar a inscrição no dia 1º de agosto.

 




Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil
G1; 15/07
https://glo.bo/2JAk9KX

Há estimativas de que até 9 milhões de crianças vivem em situação de extrema pobreza no país; segundo pais, professores, gestores e especialistas, muitas delas têm segurança alimentar ameaçada durante recesso escolar.

 

‘Qualidade para poucos na educação não é qualidade’
Nexo; 15/07
http://bit.ly/2XUmkx4

O direito à educação foi uma decisão tardia da República brasileira. E o debate público no país minimiza a dimensão das desigualdades. É o que afirma Francisco Soares, professor titular aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais. O indicador mede as desigualdades de aprendizagens entre diferentes grupos sociais, com recortes de nível socioeconômico, gênero e raça para os municípios brasileiros. Os resultados mostram disparidades profundas nas escolas públicas quando são comparados alunos brancos e negros, meninos e meninas e crianças de grupos sociais mais ou menos pobres.

 

 


Estados investem em vigilância nas escolas 
e alunos como mediadores para inibir violência
El País; 15/07
http://bit.ly/2JzuHKo

Duas tragédias escolares marcaram o Brasil. Em 7 de abril de 2011, um ex-aluno, Wellington Menezes, entrou na Escola Municipal Tasso de Silveira, e matou 12 crianças. A escola fica em Realengo, zona oeste do Rio. Oito anos depois, o país assistiria atônito a mais um ataque gratuito, na escola Estadual Raul Brasil que matou oito pessoas na cidade de Suzano, na grande São Paulo. Massacres como esses são casos extremos. Mas há um problema crônico que assola as escolas brasileiras: a violência cotidiana. No país, 69% dos estudantes afirmam ter presenciado alguma situação de violência no chão da escola —segundo dados do Diagnóstico Participativo da Violência nas Escolas.

 

 


Estudante de Economia da USP é o novo presidente da UNE
Rede Brasil Atual; 15/07
http://bit.ly/2JPBoqS

O goiano Iago Montalvão, de 26 anos, é o novo presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Ele foi eleito neste domingo (14), recebendo 70,92% dos votos válidos – 4.053 de um total de 5.715 –, em disputa com seis chapas inscritas. “Apesar das nossas diferenças é essa pluralidade que faz a UNE estar gigante. Saindo desse ginásio precisamos estar unificados nas ruas para derrotar Bolsonaro. Só a luta e os estudantes mobilizados conseguirão derrotar este governo”, afirmou Iago ao final do 57º Congresso da UNE, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília. A chapa que ele liderava, ligada ao PCdoB, se chamava Tsunami da Educação, referência a recentes movimentos de protesto contra a política do governo para o setor.

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