13 de agosto de 2020

13/08 – proposta de reajuste no Ensino Superior, Manaus volta a fechar escolas por Covid, Doria contaminado  – e mais.

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Na rodada de negociação desta quarta-feira, 12/08, a representação patronal apresentou uma proposta de reajuste salarial dos trabalhadores. Mas insistem os mantenedores em não reconhecer parte da defasagem salarial vivenciada pelos trabalhadores em IES. Uma contraproposta dos sindicatos deverá ser apresentada ao lado patronal em nova rodada de negociações na próxima semana, com o propósito de se chegar a um conjunto de proposta de renovação da convenção coletiva de professores e auxiliares que possa ser deliberada em uma assembleia da categoria até o final de agosto.
Saiba mais aqui: https://bit.ly/3kHHQ4z

 

Doria está contaminado com o novo coronavírus e se isola por 10 dias
Folha de S. Paulo; 12/08
https://bit.ly/3aiKp8w

Tucano, que está assintomático, diz que “não tem ideia” de onde possa ter contraído o patógeno.

Patricia Ellen, secretária do Desenvolvimento Econômico, e Flavio Amary, secretário da Habitação, já estão isolados e aguardam o resultado do teste da Covid-19, segundo Marcos Vinholi (Desenvolvimento Regional).

No governo estadual, houve outras baixas. O secretário Rossieli Soares (Educação) chegou a ficar internado em estado grave, mas se recuperou, da Covid-19. E João Camilo Pires de Campos (Segurança Pública) foi contaminado.

 

Secretário Municipal de Educação de SP é diagnosticado com Covid-19 após encontro com Doria
Monica Bergamo; 13/08
https://bit.ly/2CmP2BR

O secretário Municipal de Educação de São Paulo, Bruno Caetano, foi diagnosticado com Covid-19 nesta quarta (12). Ele se reuniu com o governador João Doria (PSDB), que está com coronavírus, na última sexta (7) para falar sobre o plano para a volta às aulas.

A informação foi confirmada à coluna pela Secretaria Municipal de Educação. Caetano se submeteu a teste rápido nesta quarta, que confirmou a contaminação, e ao exame RT-PCR, que atesta a presença de material genético do vírus em amostras respiratórias e terá resultado divulgado na quinta (13).

 

Avança negociação salarial para setor do ensino superior privado
Agência Sindical; 12/08
https://bit.ly/30QkZvM

Depois de manter-se irredutível quanto ao reajuste salarial em praticamente todas as inúmeras e exaustivas sessões de negociações nesta campanha salarial dos professores e auxiliares no ensino superior privado, o entendimento sobre firmar uma Convenção Coletiva de Trabalho com vigência de dois anos, mantendo inalteradas as cláusulas já existentes e preservando as principais conquistas, abriu a possibilidade da troca de propostas sobre a recomposição salarial.

Na rodada de negociação desta quarta, 12/8, a bancada patronal apresentou uma proposta de reajuste salarial dos trabalhadores. Considerando que “massa salarial” e “base salarial” são dois conceitos financeiros envolvidos em uma negociação sindical, a proposta formulada nesta pelas mantenedoras representa uma recomposição apenas parcial dessas duas grandezas. Insistem os mantenedores em não reconhecer parte da defasagem salarial vivenciada pelos trabalhadores em IES.

 

 

 

Com saída de alunos da rede privada na pandemia, matrículas sobem 73% na pré-escola pública de SP
Estadão; 13/08
https://bit.ly/3gUX7wC

As matrículas nas escolas municipais de São Paulo de crianças de 4 a 6 anos cresceram 73% em julho, se comparadas com o mesmo mês no ano passado. O movimento é interpretado como uma migração de alunos de escolas particulares, já que não é usual tantas matrículas no meio do ano para essa idade.

A etapa da educação infantil é uma das mais afetadas pela crise causada pela pandemia do novo coronavírus, principalmente pela dificuldade em oferecer ensino remoto para crianças pequenas. Estima-se que 30% das instituições privadas do Estado tenham fechado.

No ano passado, foram 981 crianças que pediram vaga em julho, agora, 1,7 mil. A maior parte delas mora na região do Ipiranga (258 crianças) e da Penha (183). Bairros com população de mais baixa renda, como Capela do Socorro – que inclui Cidade Dutra e Grajaú – tiveram só 67 pedidos de novas matrículas para crianças de 4 a 6 anos.

 

Opinião: ‘Escolha não pode ser entre saúde e educação’
Folha de São Paulo; 13/08
https://bit.ly/33V6yZn

Por Alexandre Schneider: “Em meio à devastadora marca de mais de 100 mil mortos pela Covid-19, quando e como voltar às aulas presenciais seguem sendo os principais temas a mobilizar pais, estudantes, gestores públicos e privados. Afinal, quando estaremos prontos?

A resposta exige inicialmente que sejamos capazes de responder a três questões propostas pela Organização Mundial de Saúde e no “Manual sobre biossegurança para reabertura das escolas no contexto da Covid-19” da Fundação Oswaldo Cruz —uma organização pública que é um patrimônio nacional.

Os direitos à saúde e à educação não são concorrentes e não se subordinam. Cabe a todos nós garanti-los”.

 


Unesp terá 2ª fase com questões múltipla escolha para diminuir tempo de prova na pandemia
Folha de S. Paulo; 13/08

https://bit.ly/31MIF3v

A Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) decidiu que a segunda fase de seu vestibular do próximo ano terá questões múltipla escolha e será feita em apenas um dia para diminuir o tempo de permanência dos candidatos nos locais de prova por causa da pandemia do novo coronavírus.

Tradicionalmente, a segunda fase da Unesp é feita em dois dias com 36 questões dissertativas e uma redação. Em cada dia, os candidatos tinham 4h30 para fazer as provas. No próximo vestibular, serão 60 questões objetivas e a redação —os candidatos terão 5h30.

 

Governo Bolsonaro “é contra educação”, diz ex-ministro da Educação de Dilma
UOL; 11/08
https://bit.ly/3aobZRC
Assista ao video com a entrevista aqui: https://www.youtube.com/watch?v=E38bXZ7pzMk&feature=emb_logo

A atuação de uma sociedade civil forte e articulada pode servir como uma espécie de vacina às ações de um governo federal que “não dá a mínima para a educação; eu diria até que é contra a educação”.

A avaliação é do filósofo e ex-ministro da educação Renato Janine Ribeiro, para quem a recente aprovação do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação), na Câmara dos Deputados, em meio à pressão de diferentes setores sociais, ilustra a possibilidade por ele defendida ante uma gestão federal que acumula cortes de verbas e polêmicas – em um ano e meio, por exemplo, já foram três os ministros nomeados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao comando da pasta. Entrevista ao jornalista Paulo Markun, na série ‘Conversas na crise –  depois do futuro’.

 

Dois dias depois de volta às aulas, casos de covid fazem escolas de Manaus suspenderem atividades

Rede Brasil Atual; 13/08
https://bit.ly/3kF7I19

A pós dois dias da abertura de escolas em Manaus, ao menos duas unidades tiveram a volta às aulas suspensa devido a casos de covid-19. O Colégio Militar da Polícia Militar V – Tenente Coronel Cândido José Mariano e o Centro de Educação de Jovens e Adultos (Ceja) Agenor Ferreira Lima suspenderam as atividades nesta quarta-feira (12).

O motivo, não confirmado pelas escolas, nem pela Secretaria da Educação do Amazonas, foi que professores teriam apresentado sintomas de covid-19 e testado positivo. As aulas foram retomadas na última segunda-feira (10). A rede pública de Manaus tem 100 mil estudantes.

 

O governo errou desde o início, diz médica da linha de frente da covid
UOL; 12/08
https://bit.ly/2Ye1egf

Ninguém precisava saber mandarim, italiano ou alemão para captar a experiência dos primeiros países que enfrentaram a epidemia de covid-19. Palavra da infectologista Marta Ramalho, 55 anos, que trabalha desde o início do surto no pronto-socorro do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, referência em atendimento de pacientes com doenças infecciosas.

“Perdemos muito tempo com a falta de planejamento do governo. Por ausência de comunicação entre as instâncias federal, estadual e municipal, não nos preparamos. No primeiro discurso do (ex-ministro da Saúde Luiz Henrique) Mandetta, ele falou em mitigação, no sentido de contenção emergencial de casos, como se a epidemia no Brasil estivesse fora do controle. Naquele momento, não estava. Eu acho que ele não teve força política para dizer: ‘Precisamos testar a população, para promover um controle efetivo’, como fez a Coreia do Sul, por exemplo

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